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1 de dezembro de 2012

JAC J2, O PEQUENININHO INVOCADO



Quando o Bob Sharp me perguntou se eu poderia ir ao lançamento do JAC J2, a primeira coisa que pensei foi “xii, isso não vai dar certo”. Explico. Sempre gostei de carros grandes e com muitos itens de conforto, preferencialmente sedãs; e o Jac J2 é o oposto disto, um carro minúsculo e de preço relativamente baixo, para competir nos segmentos inferiores do nosso mercado. Porém, ao ler na internet que ele virá ao Brasil equipado com o mesmo e bom motor do J3 (1.332 cm³, mas chamado de “1.4”), pesando quase 150 kg a menos, pensei: “bem, esse bichinho até que pode ser divertido, vou lá conferir”.

Não deu outra: O motor realmente fez a diferença no J2. Enquanto praticamente todos os seus concorrentes em preço e peso recorrem ao motor de 1 litro para pagar menos IPI, a JAC Motors brasileira fez o oposto: o J2 original na China tem motor de 1 litro, mas, quando da importação, o grupo de Sérgio Habib solicitou que o motor fosse mudado para o mesmo HFC4GB1.3C que equipa o J3. Este motor desenvolve 108 cv a 6.000 rpm e tem torque máximo de 14,1 m·kgf a 4.500 rpm. Se contarmos que o pequenino J2 pesa apenas 915 kg, temos a interessante relação peso-potência de 8,47 kg/cv. Número respeitável, digno de carros de bom desempenho, e dirigir o J2 só confirma isto. Mais detalhes sobre o motor no post do J3.


Quando têm motor faltando, os fabricantes apelam para câmbios curtos, para tentar dar alguma agilidade ao carro. No J2, como sobra motor, a JAC pôde se dar ao luxo de colocar um câmbio longo nele, quase um 4+E, pois a máxima em 4ª marcha é de 175 km/h, apenas 12 km/h abaixo da velocidade máxima de 187 km/h. Tecnicamente não é um 4+E porque a máxima não é em 4ª marcha, mas é quase isso... Segundo os engenheiros da JAC, é o mesmo câmbio do J3, o que aponta para a hipótese de que a escolha do trem de força do J2 tenha tido por objetivo facilitar a manutenção e o estoque de peças de reposição para a JAC Brasil e suas concessionárias.

Todo o câmbio é bem longo, a 1ª vai até 50 km/h, a 2ª vai até 90 km/h, a 3ª vai a – pasmem – 135 km/h e a 4ª fecha em 175 km/h. Apesar de longo, o baixo peso do carro ajuda muito, o que o torna de certa forma paradoxal: O carro é essencialmente urbano, mas é uma delícia de ser acelerado numa estrada. A 3ª marcha longa torna as ultrapassagens rápidas e seguras, o carro sobe de 90 a 120 km/h com grande facilidade. Sobre o comportamento em estrada, uma ressalva, o carro apresenta alguma instabilidade direcional acima de 140 km/h. Mas viajar a 120 km/h é sossegado com ele.


Na suspensão do J2, a JAC abandonou a McPherson com três elementos de ligação na traseira, preferindo o esquema tradicional em carros de seu porte: McPherson na dianteira, eixo em torção na traseira; com barra estabilizadora na frente apenas.

"Porta-luvas traseiro", porta-malas realmente muito pequeno

A JAC diz que a opção pelo câmbio longo foi para diminuir a necessidade de trocas de marcha na cidade, em que raramente se precisará usar a quinta. Apesar de fazer bonito acelerando na estrada, o lugar do J2 parece ser a cidade mesmo: o espaço interno é pequeno e se o motorista for um pouco mais alto, não sobra espaço para quem vai atrás. O porta-malas está mais para um “porta-luvas traseiro”, com apenas 120 litros: cabem ali apenas volumes bem pequenos, como pastas 007 e maleta de notebook. Malas? Só daquelas que você não despacharia se fosse viajar de avião com elas. 

Mas, se precisar, é possível rebater ou até retirar o encosto do banco traseiro e ganhar um bom espaço para levar algum objeto mais volumoso ou até malas, se se insistir em viajar com ele, mas aí apenas em duas pessoas (o que pode ser uma boa desculpa para um casal que quer viajar sozinho, num programa romântico).

Isso define bem a proposta e o público a que se destina o carro: pessoas solteiras e casais sem filhos, que não costumam fazer viagens muito longas de carro. Ou então como segundo (ou até terceiro) carro da casa, para ser usado sempre só com o motorista em seu caminho diário para o trabalho, normalmente em uma região de difícil estacionamento. Para este uso, ele é imbatível: com apenas 3.530 mm, o J2 é 10 mm menor que o Fiat 500, cabendo em vagas onde nenhum outro carro caberia. Nesta hora, seu tamanho diminuto vira um trunfo e o sensor de estacionamento ainda o ajuda a entrar em qualquer vaguinha. 

O J2 também se destina a um público que quer um carro pequeno e leve, mas valoriza o desempenho e deseja um carro com motor maior que os 1-litro que abundam em nosso mercado, principalmente nesta faixa de preço.

É possível remover o encosto traseiro para transportar algo mais volumoso

Mesmo feito para ser usado na cidade, o J2 não descuida do conforto dos ocupantes: o carro vem dentro da filosofia da JAC, R$ 30.990 “e nada mais”, ou seja, não tem opcionais, tudo nele é de série, nada daquela papagaiada de “a partir de 29.990”, mas oferecendo um carro pelado em que todos os itens de conforto são opcionais e que, ao se colocá-los, o preço pula para mais de 36.000 reais.

O JAC J2 já vem com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, vidros de acionamento elétrico nas quatro portas (sem comando um-toque, mas nada da miséria de se colocar vidros elétricos só na frente), travas elétricas, retrovisores externos de acionamento elétrico, bolsas infláveis para motorista e passageiro, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento, toca-CD com MP3 e entrada USB, faróis de neblina, volante com regulagem de altura e rodas de liga leve de 14 polegadas. Uma coisa que faz falta é a tampa do porta-luvas (desta vez falo do dianteiro). Sendo assim, praticamente não há lugar para esconder pequenos objetos dentro do carro, sobram apenas as bolsas atrás dos bancos dianteiros.

"Completo" de fábrica, tudo é de série

O ar-condicionado, aliás, foi mais uma modificação solicitada por Sérgio Habib aos projetistas chineses. Segundo ele, o maior mercado dos carros JAC está no nordeste do Brasil (mais um motivo para optar pela Bahia como local de construção da fábrica). Pensando nas altas temperaturas desta região, foi encomendado que o carro viesse com um compressor maior, de forma a aumentar o poder de resfriamento e assim conseguir uma diminuição mais rápida da temperatura da cabine.

A mudança foi positiva, o ar-condicionado "gela" muito bem e rápido, dando conta facilmente do calor de 30 °C com alta umidade e sol a pino do meio-dia da região de Salvador. Claro que o pequeno volume do interior do carro também ajuda nisso, mas o objetivo final da mudança foi muito bem alcançado. À noite, precisei até misturar ar quente, pois o ar-condicionado sozinho gelava demais. Mas melhor assim do que gelando de menos.

Uma particularidade deste ar-condicionado é que o compressor não desliga quando se pisa fundo, como é comum acontecer em muitos carros. Desligando o compressor, ele deixa de roubar alguma potência, disponibilizando o máximo possível dela para a aceleração em situações em que o motor está sendo exigido ao máximo. A desvantagem disso é que, durante alguns segundos, o interior do veículo começa a esquentar. Porém, como "sobra" motor no J2, a JAC optou por privilegiar o conforto mantendo o compressor ligado nestas situações.

Quem quiser os cavalinhos extras deve desligar manualmente o ar-condicionado, coisa desnecessária na esmagadora maioria das vezes, em que o motor consegue dar conta da aceleração E de refrescar os passageiros.

O conta-giros, à esquerda, não prático e sua leitura é difícil

Andando no carro, percebe-se claramente o quanto um motor mais vigoroso faz bem a ele. Comecei a amaldiçoar novamente nossa aberração tributária do motor de 1 litro, que nos tira a oportunidade de termos outras opções no mercado com um desempenho mais vivaz. O J2 acelera bem e freia bem, apesar de não ser tão instigante quanto o Celta. Explico: obviamente ele anda bem melhor que o Celta, mas o pequeno GM “convida” mais a pisar.

O J2 é mais pacato, não passa esse nervosismo, mas é como aqueles cães mansos que só esperam a ordem do dono para atacar; basta descer uma marcha e cutucar fundo no acelerador que ele responde como se deve. O motor sobe vigorosamente de giro principalmente após os 3.000 rpm, vai forte até 6.200 rpm, a rotação de corte, apenas 200 rotações acima da potência máxima. O corte da injeção é do tipo "sujo", dando solavancos para lembrar o motorista que tem que trocar a marcha.

O painel de instrumentos é incomum: um enorme velocímetro ao centro, com um minúsculo contagiros à esquerda e um marcador de gasolina à direita. O velocímetro, de leitura facílima, tem o erro proposital de 5 km/h para mais, como pude aferir com o GPS, pelo menos de 60 a 120 km/h, que é a faixa em que fiz as medições. Já o conta-giros só permite que se tenha uma noção da rotação do motor, por ser muito pequeno. 

O marcador de combustível traz uma estranha marcação em sextos de tanque, que tem apenas 35 litros (lembrando mais uma vez que o carro realmente não é para fazer viagens longas), fazendo com que cada um sexto de tanque corresponda a aproximadamente seis litros de gasolina. Não há marcador de temperatura, todo o resto da instrumentação é composto por luzes-espia.

Muitas luzes-espia

A posição de dirigir é boa, há regulagem de altura do volante e este é bem reto e centralizado em relação ao motorista. Para ficar melhor, poderia haver regulagem de altura do banco do motorista, ou este poderia pelo menos ser um pouco mais alto. A alavanca de câmbio é precisa, mas demanda certa força para o engate das marchas. Os pedais não permitem boa posição para o punta-tacco, o acelerador é muito curto.

O J2 veio para preencher um espaço até agora inexplorado do nosso mercado: Um carro essencialmente feito para ser urbano, mas focado no desempenho e com todos os principais itens de conforto, mas com preço numa faixa em que praticamente só se encontram carros com motor de 1 litro e ainda assim com menos equipamentos. 

Nenhum carro da faixa de preço do J2 anda o que ele anda e nem traz toda a gama de equipamentos que ele traz (veja a lista de equipamentos no final). Tendo a mesma mecânica já conhecida do J3, não parece reservar surpresas ao seu dono além das boas ao apertar o acelerador. No fim das contas, valeu a pena ir conferir.

"Eu sentado atrás de mim", com o banco dianteiro regulado para eu dirigir

No mesmo evento em que houve a apresentação do J2, foi lançada a pedra fundamental da fábrica da JAC, em Camaçari, na Bahia. A fábrica deve ficar pronta no primeiro semestre de 2014, começando a produzir no semestre seguinte Terá capacidade para cem mil carros por ano e deverá produzir três modelos baseados em uma mesma plataforma: um hatch, um sedã e um crossover, possivelmente a próxima geração do J3.

CMF

(Atualizado em 5/12/12 às 19h25, inclusão das relações das marchas e diferencial na ficha técnica)
(Atualizado em 6/12/12 às 19h10, novos prazos de revisões e troca de óleo, informado hoje pela JAC Motors Brasil) 



FICHA TÉCNICA JAC J2

MOTOR
Tipo
Quatro cilindros em linha, transversal, duplo comando, corrente, quatro válvulas por cilindro, variador de fase na admissão; tuchos hidráulicos, gasolina
Diâmetro x curso
75 x 74,4 mm
Cilindrada
1.332 cm³
Material do bloco e do cabeçote
Alumínio
Taxa de compressão
10,5:1
Potência máxima
108 cv a 6.000 rpm
Torque máximo
14,1 m·kgf a 4.500 rpm
Formação de mistura
Injeção multiponto no duto
TRANSMISSÃO
Tipo
Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma à ré, tração dianteira
Relações das marchas
1ª 3,545:1; 2ª 1,913:1; 3ª 1,310:1; 4ª 0,973:1; 5ª 0,804:1
Relação de diferencial
3,789:1
Entreeixos
Dianteira
Independente, McPherson, braço transversal,  mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Caixa de direção
Pinhão e cremalheira com assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva
9 m
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado
Traseiros
A tambor
Controle
ABS, distribuição eletrônica das forças de frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas
Alumínio, 5Jx14 (estepe de aço)
Pneus
Giti 175/60R14T
CONSTRUÇÃO
Arquitetura
Monobloco em aço, quatro portas, cinco lugares
DIMENSÕES
Comprimento
3.535 mm
Largura com espelhos/sem espelhos
1.640 mm
Altura
1.475 mm
Entreeixos
2.390 mm
Bitola dianteira/traseira
1.413/1.402 mm
CAPACIDADES E PESOS
Porta-malas
121 litros
Tanque de combustível
35 litros
Peso em ordem de marcha
915 kg
DESEMPENHO
Velocidade máxima
187 km/h
Aceleração 0-100 km/h
9,8 s
MANUTENÇÃO E GARANTIA
Revisões, intervalo
10.000 km (primeira aos 3.000 km)
Troca de óleo do motor, intervalo
10.000 km
Garantia
Seis anos





EQUIPAMENTOS JAC J2

CONFORTO E COMODIDADE
Abertura interna da portinhola do tanque de combustível
Acendedor de cigarros/ tomada 12 V
Acionamento elétrico dos retrovisores externos
Acionamento elétrico dos vidros dianteiros e traseiros
Alças de teto dianteiras e traseiras
Ar-condicionado
Bancos em Black Fabric
Chave com destravamento remoto das portas
Iluminação azul do painel de instrumentos
Luzes de leitura dianteiras
Pára-sóis com espelho de cortesia
Porta-copos
Porta-revistas nos encostos dos bancos dianteiros
Retrovisor interno antiofuscante
Sensor de estacionamento traseiro
Tomada 12 V extra
Travamento automático das portas ao atingir 15 km/h
Travamento central de portas
Volante com regulagem de altura
SEGURANÇA PATRIMONIAL
Alarme antifurto
SEGURANÇA VEICULAR
Desembaçador traseiro
Faróis de neblina
Lâmpadas de faróis halógenas
Luzes de segurança nas portas
Luzes traseiras de neblina
Portas com barras de proteção lateral
Repetidoras dos indicadores de direção nas laterais
Terceira luz de freio
SISTEMA DE ÁUDIO
Antena impressa no pára-brisa
CD MP3 player com entrada USB
Seis alto-falantes

 


216 comentários:

  1. Faz falta mesmo carros pequenos espertos...

    A JAC teve uma iniciativa interessante e os demais fabricantes bem que podiam copiar e voltar a fabricar os "Pocket Rocket"

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  2. Bacana CMF !

    Achei o painel um pouco estranho no tamanho da numeração e não gostei daquela parte imitando fibra de carbono, sendo uma superfície polida, vai incomodar, assim como incomodam os cromados dos painéis do J3 e J5, mas, são detalhes.

    Espero que este pequeno seja melhor em segurança do que o J3, pois pra mim, a JAC está devendo alguma explicação sobe aquele resultado do NCAP, e espero também que a próxima geração do J3 melhore, e muito isso, assim, quando feito no Brasil, ele será uma pedra no sapato de outros carros.

    Eu fico receoso com a possibilidade de que muita gente não vai entender o propósito do carro e em breve teremos gente insatisfeita com ele, mas por erro próprio na escolha, já que ele será comparado a outros "populares" devido a faixa de preço e seus concorrentes em proposta, serão esquecidos..

    Obrigado pelo ótimo texto !

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    1. Evandro o que a JAC está devendo em relação ao NCAP. Ele teve resultado equivalente ao Classic, Celta, Ka, Novo Uno e Sandero, se ele está devendo algo não está devendo nada a mais que o que todos os outros fabricantes já devem.

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    2. O problema é que o J3 consegue uma única estrela mesmo tendo airbag. Logo, se não tivesse airbag é bem provável que fosse zero estrela.

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    3. Será mesmo? Olha a informação sobre o teste do Celta tirado agora do site da Latin NCAP:

      "A pontuação do Chevrolet Celta foi limitada a uma estrela pelo alto risco de morte. A carroceria não absorveu o impacto da colisão trazendo risco elevado de lesão frontal à cabeça do motorista. A proteção do peito do motorista foi baixa, existindo estruturas perigosas na parte baixa do painel que poderiam comprometer os joelhos dos passageiros. Há um alto risco de lesão grave para a parte inferior da perna e do pé do motorista devido a ruptura do assoalho. A carroceria não resistiu à carga adicional"

      Não estou falando que o J3 é um carro absolutamente seguro, mas o fato dele não ter marcado mais estrelas apesar do Airbag não torna ele um Death Wish e as carroças nacionais muito melhores que eles. Na prática, nossos carros são piores que boa parte dos carros chineses hoje no mercado.

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    4. BK, concordo, eu acho que o resultado dele e de todos que tiveram uma estrela só é o mesmo, péssimo, nem de longe que estou apedrejando a JAC e idolatrando os carros nacionais, vendo os vídeos, pelo menos ele não entortou até o teto como o Classic, mas ainda sim, por ter as bolsas infláveis, esperava um resultado melhor, e, que a JAC falasse algo a respeito ao invés de ignorar o resultado do teste.

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    5. Evandro, bem ou mal a JAC assim como as demais fabricantes vendem o carro dentro do que a lei determina hoje e quem no caso do JAC, ainda vai valer a partir de 2014 porque a exigência de Airbag e ABS não vai necessariamente impactar em uma maior resistência das estruturas dos automóveis, o que prova que a lei foi feita "nas coxas" por algum espertalhão querendo se beneficiar da imagem de "protetor do motorista brasileiro" para alguma eleição.
      O que eu sou particularmente contra é essa falta percepção de que os carros chineses são um lixo enquanto os Brasileiros são tão ruins, ou se não piores, que eles.
      O fato da JAC não comentar nada a respeito vai no mesmo caminho de outras fabricantes como Chevrolet que ignoram solenemente o resultado do NCAP dos seus carros. Não podemos cobrar uma postura da JAC que não cobramos dos demais fabricantes, até pelo princípio da igualdade.
      De qualquer forma os novos carros da JAC provavelmente já serão mais seguros porque o C-NCAP logo logo vai ser obrigatório na China, e ai poderemos dizer sem medo nenhum que até os carros chineses vão ser melhores que os brasileiros.

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    6. Até porque, diante dos resultados, vão falar o que?

      A legislação (nova) não obriga só a ter airbag, mas prevê a aprovação em crash tests também. O que não sei se foi feito, acredito que não, é definir os critérios para aprovação nos crash tests que serão obrigatório, logo a medida por enquanto parece que será inócua, pois se não há critério de avaliação, não há como aprovar ou não um determinado veículo.

      Fabio.

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    7. BK,

      Perfeito !
      O povo cai de pau "em especial" na JAC porque eles "não tem o direito de errar".
      Se viesse um carro chinês perfeito pra cá, ainda sim, achariam algum detalhe pra apedrejarem o modelo por ser chinês.
      Eu particularmente achei ruim porque o J3 está na minha lista de possibilidades, e muito bem classificado.

      Fabio,
      Falar que vai mudar algo no carro.. a Renault disse que o Sandero não vem mais sem Airbag, sei que isso é enganação total porque eles teriam que por o airbag de qualquer forma, mas ao menos disseram.
      Sobre o teste de colisão com aprovação obrigatória, concordo com tudo o que você disse !

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  3. Charley Tavares01/12/12 12:27

    Se o J3 deu vexame no crash test do LatinCAP...esse aí deve ser caixão e vela preta, em uma colisão; eu até via com bons olhos esses chinas, mas depois de se mostrarem alarmantemente frágeis em crash tests, mudei de opinião

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    1. Fausto Silva01/12/12 12:37

      Jac J3, 1 estrela e nada mais!

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    2. Nossa, então quer dizer que todas as pessoas que andaram de Corcel, Variant, Opala e Fusca tiveram muita sorte de estar vivas até hoje, não?

      Até parece que a capacidade de ter muitas estrelinhas é mais importante que a capacidade do motorista e do próprio carro de evitar um acidente.

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    3. Se o J3 deu vexame o que dizer dos demais carros das "fabricantes tracidionais"? Classic, Celta, Ka, Sandero e Novo Uno foram todos carros que também só marcaram 1 estrela no Latin NCAP, e nenhum deles oferece ABS, EBS e até mesmo airbag de série. Se o resultado do J3 é considerado um vexame o que dizer então das "grandes" que produziram resultados até piores?
      Sejamos coerentes, não usem de dual standard para julgar o JAC e os demais carros fabricados por aqui.

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    4. A diferença é que o J3 deu vexame com airbag. Caso não o tivesse, seria zero estrela.

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    5. Falou o engenheiro dao NCAP que avaliou os carros.

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    6. Cada vez mais eu acho que deixamos de lado a segurança ativa, que é a que impede que o acidente aconteça, e valorizamos demasia segurança passiva.mconsequencias: carros mais pesados, beberrões e com menos espaço. Ainda continuo achando os esportivos os carros mais seguros, porque são absolutos em segurança ativa: aceleram, freima e fazem curva melhor, os atributos mais importantes para não se machucar e não machucar os outros no transito no resto é com os motoristas.

      Proponho um post sobre essa sobrevalorização da segurança passiva ao pessoal do AE.

      Abraço,

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    7. Pra mim tá bom assim mesmo. Eu não vou bater com o carro mesmo. E se bater, não vou precisar de estrela, pq ou vai ser devagar na cidade, ou rápido na estrada, e nenhuma estrela vai ter a possibilidade de me salvar.

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    8. quando vc abusa está sujeito a virar guisado seja em jac ou volvo.

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    9. ABS é segurança passiva? Controle de estabilidade é segurança passiva? Controle de tração é segurança passiva? Freios mais eficientes, suspensões mais eficientes, tipo multilink e etc são segurança passiva?
      Ah sim, os caros esportivos são tão mais seguros que as seguradoras combram prêmios extras sobre eles. Tão caros que os muscle cars acabaram na década de 70 por causa do preço dos seguros, que eram altos devido ao alto número de acidentes.
      Um post sobre "sobrevalorização da segurança passiva " é inútil pois a opinião dos editores do blog já é mais que conhecida, assim como o é a má vontade desses com as pessoas que discordam de suas posições. Só serviria para inflamar mais os ânimos.

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  4. Costinha Cover01/12/12 12:35

    Lá vem mais um ao estilo "N.A" com essa lenga lenga de LatinNCAP. Compre uma motocicleta (que reconhecidamente é um veículo muito seguro) e seja feliz...

    Dirijo a 47 anos. Já andei de Dauphine, Fusca, que nem cinto de segurança tinham na época. Trem, metrô e ônibus, até hoje não oferecem cinto de segurança aos passageiros, e nem por isso deixo de usar transporte coletivo.

    Brasileiro acostumou a poucos anos a utilizar o cinto dianteiro. O traseiro, 99% ainda não usa. Morrem aos milhares em cima de motos e carros "lacrados" com sacos de lixo nos vidros e depois acham que uma bolsa de ar e freios com antibloqueio, vão de uma hora para outra transformar nosso trânsito em algo civilizado.

    Hipocrisia dos infernos...

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    1. Costinha Cover
      Parabéns pelo comentário. Essa turma pensa que automóvel está sempre na iminência de um desastre, é impressionante.

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    2. Se temos visto esse "lenga lenga" cada vez mais é porque a segurança dos automóveis tem chamado cada vez mais a atenção do Brasileiro, o que é absolutamente normal. Só estamos começando aqui o que ha anos já existe nos mercados mais desenvolvidos.
      Porque você usou carros inseguros, hoje seremos obrigados a usar carros inseguros por causa disso? Então também teremos que utilizar carros desconfortáveis e de baixo desempenho como eram seus fusquinhas e Gordinis e abrir mão das melhorias dos carros modernos?
      Então por causa disso você acha que não temos direito de ter carros seguros? Se se usa pouco os cintos traseiros, é porque nossa fiscalização é deficiente.
      Vamos fazer o seguinte, vamos voltar a andar a cavalo e de carruagens. Afinal, seguindo a lógica do seu raciocínio, a humanidade andou assim toda a sua história. Somente ha um século o homem acustumou a utilizar automóveis.
      Hipocrisia aqui só seu post.

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    3. Costinha Cover01/12/12 13:02

      A "insegurança" dos carros do passado alguns motoristas compensavam com inteligência e segurança ao dirigir, pois inconsequentes e navalhas sempre existiram e sempre vão existir.

      Hipocrisia no meu post aonde?? Brasileiro realmente não usa o cinto traseiro, elimina a visibilidade do carro, que é fator primordial para dirigir com segurança e acha que air-bags e ABS vão eliminar de uma hora para outra a má educação e a irresponsabilidade ao volante???

      Esqueci outro fato alarmante aqui nessa terra sem lei. O número impressionante de alcoólatras ao volante. Já virou epidemia, que nem carros seguros vão resolver...

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    4. Boa Costinha Cover, é isso mesmo!

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    5. Costinha Cover,

      Ao meu ver, suas palavras estão corretíssimas!

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    6. "Lá vem mais um ao estilo "N.A" com essa lenga lenga de LatinNCAP. Compre uma motocicleta (que reconhecidamente é um veículo muito seguro) e seja feliz..."

      Não posso ter o direito de querer um carro mais seguro, só porque o resto do mercado é uma porcaria, o que entra de novo tem que ser uma porcaria e eu sou comentarista do NA ?? Affe.

      Volte você a andar de mula, como disseram acima, ou volte a voar nos BAC Comet de janelas quadradas.

      Cresci andando no porta malas da Belina, junto com os outros caçulas da turma, e nenhum de nós morreu por causa disso.

      Não compro carro pra bater, mas não sou o único a transitar pelas ruas, se um produto melhor pode ser feito, qual o impedimento ?
      Não vim aqui pra malhar a JAC irracionalmente como muita gente tem feito, deixe de ser obtuso, se esforce pra interpretar corretamente o que as pessoas estão dizendo.

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    7. Costinha Cover, concordo o que vocÊ diz sobre falta de cinto, os sacos de lixo nos vidros e pessoas alcolizadas dirigindo, mas a segurança dos carros caminhou muito até hoje e é preciso exigir segurança passiva pelo simples fato de ser possível fabricar, ou será que só quem é rico pode ter um carro com uma segurança adequada? Muita gente fala que é histeria esse papo de segurança dos carros mas está andando por aí de BMW e Mercedes.

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    8. se a NCAP fizesse o teste com motos? que perigo!

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    9. Eu quero ter o direito de andar de carroça e fim caramba! Olha, bags e abs não substituem em nada educação para o trânsito ou seja, direção defensiva, distância entre os veículos no trânsito, bom senso, enfim um sem número de coisas que deveria ser ensinado desde cedo na escola para o cidadão médio brasileiro, mas que não é afinal nem "portugeis" e matemática a escola ensina, o que dirá trânsito e regras básicas de convivencia em sociedade. E assim vamos "evoluindo" o Brasil, na base da canetada e do terror que a imprensa de massa apregoa, de que carros sem bag matam, motos são para suicidas e desequilibrados, de que o certo e seguro é andar de bicicleta no meio dos carros e que assim o cara se cair não se machuca e esta sendo ecológicamente correto. Sinceramente me pergunto se não estamos mesmo no fim do mundo, devido a esta inversão maluca de valores.

      LZ

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    10. O raciocínio do Bob e seus seguidores é falaciosa. É falsa lógica. Parte da premissa de que, como nenhum deles não está morto mesmo tendo usado carros inseguros por toda vida, por causa disso carros mais seguros são desnecessários. O que acontece é que, obviamente, essas pessoas nunca se envolveram em acidentes fatais, por isso foi indiferente os carros que sempre utilizaram.
      Para verificar como a lógica desses argumento é falaciosa, vamos dar um exemplo utilizando da mesma lógica: O Keith Richards há 50 anos tem feito uso de todos os tipos de drogas, inclusive das mais pesadas. Como ele não morreu de overdose, e ainda por cima é um dos artistas de maior sucesso do mundo, podemos concluir todas as pessoas podem fazer uso indiscriminado de drogas, e ainda pode ser um artista internacional, correto? Bom, não é isso que vemos em nossa sociedade atual em relação às drogas, não é verdade?
      Se envolver ou não em um acidente sério ou fatal é uma probabilidade estatística que depende de numerosos fatores, muitos deles incontroláveis e outros até mesmo desconhecidos. Isso se chama gerenciamento de risco, é uma matéria da ciência muito estudada, pois têm implicações nas mais diversas áreas. Então não é porque a pessoa deu sorte de nunca se acidentar seriamente que faz com que a segurança veicular seja desnecessária. Se a pessoa brinca de roleta russa, não é porque se puxou o gatilho a primeira vez e não morreu significa que ela pode continuar a brincadeira sem que aconteça a fatalidade.
      Antes que alguém diga que não se acidenta porque é muito bom de volante, ou é um motorista prudente, isso não invalida a afirmação acima. Esses fatores diminuem a probabilidade do acidente acontecer, o que não significa que a possibilidade de ocorrência dele vá deixar de existir. Um carro seguro segue a mesma lógica, ele diminui a possibilidade de o acidente ocorrer ou dos danos serem mais sérios, mas não a elimina. Obviamente quanto mais fatores que influenciem positivamente o risco de não acontecer o acidente forem somados, como dirigir melhor, obedecer às leis, ser prudente, dirigir em condições climáticas favoráveis, utilizar um carro mais seguro e outros, cada vez será menor o risco de algo ocorrer.

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    11. LZ
      Sua premissa também é falsa. Não se muda o comportamento de toda uma populaçao rapidamente, da noite para o dia. Se assim o fosse, o Brasil já teria resolvido todos os seus problemas há muito tempo.
      Como eu disse acima, é uma soma de fatores, muito deles independentes, que faz com que os riscos sejam maiores ou menores. Quer dizer que, se não agirmos sobre um dos fatores, não devemos agir sobre os outros? Claro que não! Não há lógica nisso.
      O que não quer dizer que isso não seja um trabalho que precise ser feito. Mas leva tempo, anos, mais de uma geração pode-se imaginar, até que toda ou a maioria da população mude de atitude. E até lá, o que vamos fazer, continuar andando em carros inseguros porque as pessoas são mal educadas? Qual a relação entre os dois fatores de modo que não se possa agir sobre um sem ter agido antes sobre o outro? Não vejo nenhuma, são coisas distintas.

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    12. Tem gente que acha que os posts do Bob são chatos e tal, mas eu gosto deles e da maneira como ele escreve. Mas concordar com tudo que ele diz não tem como. e um dos pontos de discordância é esse sobre segurança. afinal, tanto o Bob, como muitos autores aqui do site usam esses mesmos argumentos até hoje. Se eu não mori de Kombi, por que os carros devem ter ABS, ou por que deve ter regras para crash test, etc.

      Gostaria de saber se eles tem seguro do carro somente para roubo e incêndio, sem que o mesmo tenha cobertura de colisão e de terceiros, afinal o carro não foi feito para bater?

      Será que usam cinto só por causa da multa, afinal carro não foi feito para bater?

      Eu quando era criança andava com meu avô materno numa Variant que nem cinto tinha, acho que numa reforma ele mandou tirar. rs! Mas nem por isso vou seguir o exemplo.

      Quer dizer que paguei 20 de plano de saúde e de seguro de carro e unca usei, então não vou pagar mais, afinal tem gente que andou 20 anos de Uno Mille e nunca morreu.

      Esses argumentos são os mesmos de quem compra ações de determinada empresa porque no "passado" próximo elas renderam X%. Nunca leram que qualquer prospecto de propaganda de banco sobre investimentos tem escrito em letras ultra miúdas que rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

      E não adianta vim com argumentos de educação no trânsito, insulfilm, etc. Nesses itens vocês tem 100% de razão, mas isso não dá credibilidade nos outros argumentos contra um carro mais seguro.

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    13. Complementando: Por que alguém quer porque quer ter o direito de poder comprar um carro zero inseguro? Motivo financeiro, pois não quer pagar por um ABS? Motivo ás do volante, acha que por dirigir bem nunca vai precisar disso e que os acidentes nunca vão acontecer, pois dependem 100% dele e não de fatores externos. Motivo que acham que vivem numa bolha e que o mundo gira em torno de si, que tem o direito de sair por aí com mais probabilidade risco, enfim se for esse tem que mudar de país, pois não adianta mais espernear, afinal na Europa quem não lembra que proibiram até o botão de desativação do ABS que tinha no EB110 e na F355?

      Concordo que a iniciativa de obrigar air bags foi errada, deveriam obrigar é crash tests com regras no índice do mesmo, e deveriam atingir utilizando ou não air bags, que dependendo da rigidez seria quase que item obrigatório.

      ABS não tem nada com crash tests, pois é segurança ativa e não passiva. Aliás deveriam também obrigar ESP, esse sim varia muito mais diferença na direção do veículo.

      Agora imaginem o bando de adolescentes que leem o blog e nem carro tem e devem sair repetindo para os amigos de colégio que bom mesmo é carro sem ABS, porque eu manjo de pilotagem, bom mesmo é carro sem air bag, pois é mais leve, etc.

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    14. Não é isso que o Bob e os que concordam com ele (eu incluso) dizem. Não queremos que os carros sejam desprovidos de tudo que ajude na segurança.

      O queremos dizer (se é que posso e tenho o direito de falar por todos) é que não se pode de forma alguma dizer que um carro é ruim só porque ganhou uma estrela em um teste de colisão. Há tantos outros fatores que fazem um carro ser seguro (ou não) que é quase impossível dizer que um carro é ou não seguro. Tudo é relativo. O J3 (e outros tantos compactos) foram mal do teste de colisão, mas não foi avaliado quando a sua capacidade de controle em frenagens, controle em curva fechada, curva aberta, teste do alce, capacidade de manter a trajetória em uma pista molhada e por aí vai. Até a capacidade do carro de "avisar" que está chegando no seu limite de aderência em uma curva faz diferença. A FIAT Idea tem todos os requisitos para ser "capotável", mas não vemos Ideas capotando por aí porque ela avisa bem antes de chegar ao seu limite, fazendo o motorista andar mais devagar.

      Eu não sou contra carros seguros, mas sim contra buscar a sensação de segurança por meio de um único teste e tomar isso como verdade absoluta.

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    15. Ei Bob. Deixa de ser "quadrado". Acorda. Comparar carros e épocas diferentes é a maior besteira que eu já ouvi. Dauphine, Corcel, Fusca... foram seguros ao seu tempo. Era outro mercado, era outro modo de vida, era outro trânsito, era outra concepção de segurança, era outra concepção de economia. Não dá pra ficar comparando com carros atuais. A partir do momento que a concorrência oferece um carro mais seguro e mais econômico, por que vou querer um outro carro menos seguro e mais gastão? Me responda isso, só isso. Isso é tolice.

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    16. Anônimo01/12/12 16:00,
      Obrigado por partilhar sua imensa capacidade de entender o que está sendo discutido. Seus argumentos foram como uma bomba que abriu a nossa mente e nos fez ver o mundo de outra forma.



      Desculpa, não me contive.

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    17. Anônimo01/12/12 16:00 Comparar Corcel com Fusca e Dauphine, então, é uma bobagem maior ainda. O Corcel, principalmente o Corcel I, é muito mais próximo de um carro atual em termos de respostas ao ser conduzido. Dauphine e Fusca são de uma escola extinta, de carros desavergonhadamente sobreesterçantes, com o motor pendurado atrás do eixo traseiro e suspensão por semi-eixo oscilante (que já equipou carros de fórmula-1, mas deve ser a pior suspensão já colocada num carro!). O Dauphine ainda tinha o câmbio que nem sempre entendia o que você queria dizer com "engata a terceira, filha da p*!", o volante mais lento e uma tendência maior a capotar. Não dava, mesmo na época para chamar isso de seguro.
      Sem falar as deliciosas opções de tanque de gasolina, na frente e cumprindo o papel de coquetel molotov contra quem resolvesse bater no Fusca ou encostado no motor do Dauphine. Agora dá pra entender por que considero muito mais emocionante um passeio a 60 km/h num Fusca que a 180 num Golf?

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    18. Guilherme, eu que digo obrigado com esse seu último e útil comentário da 16:49. Vejo que você respeita comentários dos outros. Deve ser um cara educado e respeitoso com outros. E eu tava falando de você né? Seu último comentário foi como uma bomba que abriu a minha mente e me fez ver o mundo de outra forma.


      Desculpe, não me contive também.



      Brauliostafora. Não estava comparando Corcel com Fusca e com o Dauphine. Estava apenas falando de carros antigos de uma forma genérica e não específica. Não sou contra antigos, até porque eu tenho um Fusca 1961 e nem cintos têm e o pisca é do tipo bananinha. O que sou contra é apoiar carros modernos considerados inseguros, baseado no fato de que antigamente, com a concepção atual de segurança que se têm sobre automóveis, de que todos os carros antigos eram inseguros, portanto, um automóvel moderno têm o direito de ser inseguro. Eu acho isso um absurdo. Lembro de uma propaganda do Simca Chambord e da Rural-Willys exaltando a sua segurança. Para os padrões daquela época, eram bem seguros. Mas para os padrões atuais, são inseguros e isso justifica que um carro moderno tenha o direito de ser inseguro também? Claro que não. Outro dia o Bob falou que se esses carros modernos inseguros fossem proibidos de serem vendidos, todos os antigos deveriam sair de circulação. Eu achei um pensamento absurdo e radical, pra não dizer muito superficial. Não vou poder mais rodar no meu fusquinha 1961 nos fins de semana? Mas aí é que está o problema. Comparar carros antigos com carros atuais. Isso não têm nada a ver. Ainda mais que carros antigos, não são usados todos os dias e da forma como quem têm um carro moderno. Se um carro moderno não oferece segurança tal como um carro moderno da concorrência, deveria ser ignorado pelo mercado. Quanto ao Dauphine, eu tenho a maior vontade de ter um. Porém, eu só acho com motores adaptados AP ou coisa do tipo. Os originais são raros de se ver e custam muito caro. kkkkkkkkkk Concordo que andar 60 km/h no Dauphine é mais emocionante que andar a 180 km/h no Golf.



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    19. Engraçado,quer dizer então que temos de aceitar,de cabeça baixa,qualquer porcaria que as montadoras oferecem??não temos direito,em pleno 2012,não 1960,de exigir carros um pouco mais seguros para podermos viajarmos mais tranquilos com nossa familia???dar o exemplo do transporte coletivo foi infeliz,principalmente Metrô,que tem altos níveis de segurança,e detalhe,não dividi espaço com ninguém para sofrer risco de colisão,ou seja,ele anda só na linha!!diferente de carros em estradas!!!se quisermos ser um País mais justo,temos de ser mais exigentes em tudo aquilo que nós envolve,pois esquecem que os carros nacionais abrem mão da segurança para aumentar os lucros da montadoras,principalmente agora,onde as matrizes "ordenam"cortar custos desnecessários,no caso,segurança,e que se danem quem anda em carros que aleijam em qualquer batidinha!!!Bob também teve uma grande oportunidade de ficar ao lado daqueles que querem mais segurança,mas lamentavelmente não o fez!!!!!!!!!

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    20. Costinha Cover,
      Perfeito seu comentário. A maior segurança de um automóvel, quem faz, é o próprio motorista. Canso de falar (mas poucos acreditam...) que quem tem postura defensiva ao volante, dificilmente vai se envolver em acidentes ou situações nas quais se precisaria de ABS, EBD e outras sopas de letrinhas.

      O que me preocupa é que, cada vez mais, as pessoas confiam cegamente na segurança passiva dos automóveis modernos, deixando de lado a segurança ativa, que faz realmente a diferença.

      Abraço!

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    21. Costinha Cover01/12/12 22:02

      "A maior segurança de um automóvel, quem faz, é o próprio motorista."

      Esse é o ponto chave da questão. Prefiro mil vezes andar num veículo de décadas passadas, dirigido por um motorista sóbrio, que conheça a arte de dirigir e o faça defensivamente do que num carro moderno, cheio de air-bags e sopa de letrinhas, mas que é "pilotado" por um asno, alcoolizado, que pensa que é mais "esperto" que o restante dos motoristas que com ele dividem as ruas e estradas.

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    22. Não, o problema não é com segurança ou os dispositivos aplicados para tal, como o Guilherme exemplificou acima, e sim a idéia que tentam passar as pessoas de que um carro com abs e bag tem superpoderes, eu já vi algumas "antas" dizerem que "agora que tenho um carro com abs posso dar vdo na chuva", "Com bag to salvo indiferente da batida", pô não é assim! Tem muita coisa a ser pesada antes de se dizer que tal modelo é mais seguro que outro, e como disse anteriormente educar as pessoas para não serem enganadas por qquer teste que apareça, que se pondere as coisas como um todo, e não só o que parece. E de novo tudo volta a educação, leva tempo, sim leva, mas vamos combinar que a geração anterior foi pouco educada para ter critica, a atual tbm, ea seguinte? Seria interessante nós mostrar a estes que devemos ver as coisas como um todo, pois o mesmo adolescente que pode dizer que carros sem "letrinhas" são seguros, pode ser o mesmo adolescente que se acha imortal tendo um carro cheio de itens de segurança.
      LZ

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    23. Aléssio Marinho01/12/12 23:58

      Vivemos numa era de transferência de responsabilidades. Ninguém assume mais nada. A culpa é sempre do outro, do carro, da pista...
      Nessa verdadeira visão obtusa (não assumir a responsabilidade por seus próprios atos) é que as pessoas fazem questão de se cercar de air bag, Abs e outras letrinhas obtusas sob o pretexto da "segurança". "Vou fazer merda pq o carro tem AB, ABS, recebeu 300 estrelas e não vai acontecer nada pq escolhi o melhor que podia pagar em 600 parcelas.
      Cada um é responsável por si. Carro não bate sozinho.

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    24. Guilherme, novidade, um carro pode sim ser considerado ruim por causa de um só teste. Se a porcaria do carro enferruja em 1 ano, não importa o resto das qualidades que o carro não presta pra comprar. Se o carro tem segurança péssima num tempo em que qualquer carro baratinho consegue se sair bem no mesmo teste então é ruim também, não adianta vir falar de Opala, Fusca e Corcel, quem quiser compra um desses por 2 mil e se contenta com o que tinha numa época muito diferente. O cara que vai dar 30 mil num carro NOVO com certeza espera algo bem diferente

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    25. Anônimo02/12/12 01:22,
      Assim como em outros casos, é preciso ter um pouco de bom senso para discutir seriamente.

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    26. Bom, o IPhone é fabricado na China (aliás, aqui também agora). O HIPhone também. Este carro é um HIPhone com preço de IPhone. Uma coisinha miserável (não pelo tamanho, pela mediocridade) e insegura. Como alguém pode defender esta tranqueira? Como alguém pode achar ruim um carro ser seguro (o que com certeza não é o caso)? Com alguém pode achar ótimo um carro ser inseguro (óbvio ululante neste caso)? Vocês compram brinquedo chinês de 1,99 e dão para seus filhos pequenos enfiarem na boca? Estão ficando loucos?

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    27. Me fale anônimo sabichão das 11:21, onde esse carro é inferior à modelos brasileiros de entrada como Ford Ka, GM Celta, VW Gol, FIAT Mille, Renault Sandero e mais um monte que eu nem quero lembrar???

      Se não fosse uma canetada da Dona Dilma, que mandou JAC, KIA e outros fabricantes para a UTI, esses "HiPhones" a que você se refere, matavam nossa "estupenda e moderna" indústria brasileira de automóveis...

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    28. Anônimo 01/12/12 16:00
      Não tem nada de "quadrado" nessa minha postura. Apenas acho tudo isso de segurança, NCAP, estrelas, um tremendo exagero, puro marketing e dinheiro jogado fora (mas s ONGs NCAP estão rindo de orelha a orelha). Não adianta, não embarco mesmo nessa onda de "carro seguro" num acidente. Jamais seria um critério de avaliação ao adquirir um carro novo. E os tempos não mudaram nada, acidente sempre foi (e sempre será) acidente.

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    29. "E os tempos não mudaram nada, acidente sempre foi (e sempre será) acidente"

      Bob, acidentes mudaram sim. A frota automotiva é muito maior que na década de 60 e 70. Passamos de 500 mil carros em 1960 pra 35 milhões de automóveis circulando no país em 2012. A probabilidade de você se acidentar é muito maior. Além disso, qualquer 1.0 hoje em dia chega facilmente aos 170 km/h e acelera muito melhor do que qualquer 1.6 ou até um 6 cilindros da década de 70. A realidade é outra. Tem muito mais motoristas por aí inábil e incoseqüente. Eu concordo com você de que a principal segurança, está no motorista. Porém, não dá pra esperar que 35 milhões de motoristas pensem da mesma maneira e que dirijam da mesma forma segura e preventiva. Você pode ser um bom motorista que dirige preventinamente, mas e o resto dos 35 milhões? Você botaria a mão no fogo pra dizer que é possível que todos esses 35 milhões vá dirigir da mesma forma que você? E se um deles cruzar o seu caminho? Você garante que 100% dos casos você consegue se safar? Nem na Suécia que é considerado o trânsito menos violento do mundo, está livres de acidentes pesados. Ou então você acha que as fabricantes realmente sérias, são tão ingênuas em gastar bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento em tornar o carro mais seguro pra jogar dinheiro fora? Marketing mesmo é ter Air-Bag e não servir de nada como ocorreu no J3. Se segurança não fosse importante, ou critério de compra, nós ainda teriamos automóveis sem cinto de segurança, já que a exigência de segurança sempre vêm do mercado ou de órgãos do governo ou de Ongs como esse Ncap. E último, se na concorrência têm algo melhor, em termos de segurança e com níveois de equipamentos e desempenho próximos, por quê é que vou optar por um modelo mais inseguro?

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    30. “acidente sempre foi (e sempre será) acidente.”
      Realmente, acidentes sempre foram e sempre serão eventos indesejáveis e imprevisíveis (embora em muitas vezes evitáveis, como por exemplo, aqueles causados por falta de manutenção). Por isso mesmo é prudente e desejável que se tenha a máxima segurança possível.
      A procura pela segurança, embora seja colocada aqui de modo simplista como marketing dos dias atuais, na verdade é perseguida desde o início do automóvel. Se assim não o fosse, ainda andaríamos em carros com freios a varão somente nas rodas traseiras, faróis de carbureto, sem cintos de segurança e dezenas de melhoramentos em prol da segurança. Aliás, esse preconceito em torno da segurança já aconteceu antes. Quando surgiu o cinto de segurança, as fabricas de início tiveram receio de equipar seus carros com eles, com medo de que os compradores achassem que aquilo seria necessário pelo fato do carro ser inseguro... Por anos muitos motoristas não utilizavam o cinto de segurança, pela crença de que ao utiliza-los estariam demonstrando aos outros serem maus motoristas, num discurso muito parecido com o que vemos aqui nesse blog.
      Outra falácia é dizer que a segurança depende só do motorista, que um motorista atendo e prudente não se envolve em acidentes. Se somente prudência e preparo fossem suficientes, não teríamos mais acidentes aéreos. Pilotos comerciais são altamente treinados, inclusive e principalmente para situações de emergência. São pessoas que tem sobre si um controle psicológico e físico intenso por parte das companhias aéreas, porém os acidentes continuam acontecendo,muitos ainda por erro humano por parte desses pilotos tão bem treinados, que trabalham num mercado onde a segurança é prioridade absoluta.

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    31. Anônimo 02/12/12 17:33
      A periculosidade representada pelo aumento da frota é inversamente proporcional às características de segurança ativa dos carros atuais, independentemente de terem ou não bolsas infláveis e freios ABS. Não há termo de comparação entre os carros de hoje e os de trinta anos atrás. Então, manobras defensivas ou mesmo evasivas ficaram incomparavelmente mais fáceis e precisas. Já falei aqui e outras publicações: nunca vou ser acertado num cruzamento por alguém que "cruze o meu caminho", sempre olho para os lados e o atravesso em velocidade que dê para diminuir ou parar (e aconselho todos a fazer o mesmo) Sim, as empresas agora têm que gastar muito para "passar" num NCAP, pois segurança virou ferramenta de marketing. Mas, como eu já disse, quem fizer questão de carro "penta-estrelado", que compre. Eu não dou a mínima. E prezo muito a minha vida e meu bem-estar.

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    32. Guilherme,

      Os carro hoje são muito semelhantes entre sí (embora tem alguns que acham que suas marcas preferidas são algo de outro mundo comparada às outras). Então qualquer ítem que os diferencie faz a diferença.
      Pegue por exemplo dois carros semelhantes, com desempenho na mesma faixa em vários quesitos. Performance semelhante, consumo semelhante, conforto semelhante, porém um com 1 estrela nos testes de impacto e outro com 4 estrelas. Qual o melhor? O que tirou 4 estrelas, sem dúvida. Ele se diferenciou do outro no único ponto possível.
      Ao compararmos por exemplo um J3 e um Etios, o primeiro não é mais leve e nem tem nada que justifique um desempenho muito pior do que o Toyota nos testes de impacto.
      E mais, os carros não estão mais pesados por causa da segurança. São mais pesados porque estão muito maiores e cheios de equipamentos e acessórios que não existiam anos ou décadas atras. Um bom exemplo é o Cruze, é só compara-lo com os seus antecessores para notar. É até difícil acreditar que o pequeno Chevette é um antecessor desse carro, tamanha a diferença entre eles.

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    33. Bob, falar que é exagero até vai, mas que isso não vale nada? Das duas uma, ou você não percebe que está falando abobrinha ou estava contente com os tempos em que a segurança passiva dos carros não era medida e nem tinha como ser medida de forma padrão (o que era muito conveniente pras fabricantes folgadas, já que podiam vender qualquer porcaria) por motivos de sujar a reputação

      Se eu fosse vc bateria na madeira antes de falar que ninguém nunca vai te acertar num cruzamento ou coisa do tipo. Por mais prudência que se tenha e por mais que se faça a direção defensiva, sempre olhando antes de passar um sinal ou cruzamento, vc pode ser pego completamente de surpresa. Acho que pela idade vc já não sai mais de casa a noite, mas se sair uma noite de fim de semana em SP eu PROMETO que vc vai ver várias situações que te farão mudar de ideia. Tem gente entrando em contramão em alta velocidade sem dar aviso nenhum em ruas com curva onde não se tem visão se existe carro vindo no outro sentido, gente furando sinal em velocidade tão grande que não tem como ver e tentar parar, gente que fura sinal com vc passando NA FRENTE e muito depois do sinal ter fechado (especialmente com motos acontece isso), etc

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    34. Olha, eu sou um dos que demorou pra ver esse ponto de vista do Bob, e hoje estou no meio termo.
      Explico. Acho sim que a tecnologia deve fazer parte da construção dos carros, da funcionalidade e que eles devem ser mais seguros, porem sem que isso comprometa outros aspectos do veiculo.
      Como assim? Os carros atuais estão com colunas cada vez mais largas (colunas A,B, e C) toda estrutura esta cada vez mais pesada "em nome da segurança". Porem o aumento de pontos cegos esta causando mais iminentes riscos de acidentes do que a propria solução contra batidas.
      Onde estão as novas tecnologias construtivas, para que isso não ocorra?
      Outro detalhe é a altura e largura de alguns carros, fora a (falta de) preocupação com o centro de gravidade alto (tambem aqui pelos reforços estrurais que engrossaram até o teto) Vejo hoje por opção e quase unanime veiculos novinhos andando na pista a 80 km/h... Sinto que eles tem medo do proprio carro, que não confiam no carro, porque o carro parece "ter vontade propria" e de dentro a visão é muito pouca do mundo exterior (muitos pontos cegos, janelinhas pequenas e escuras) fora que essas suspensões moles de hoje em dia isolam tanto o motorista que ele só percebe o carro na iminencia de capotar quando já esta as vias de fato... No primeiro susto que um motorista toma desses novos carros e suas tecnologias, ele é adestrado a andar a 80 km/h na estrada e a 40 km/h na cidade.
      O carro deveria ensinar ao motorista como ser melhor motorista, e não pior... Quando aprendi a dirigir, nada de contagiros, nada de tecnologia... Meu pai dizia "você ouve o motor, e ele diz pra você o que ele tá querendo" Num carro atual de segmento premium pra cima isso é muito dificil... talvez hoje as palavras traduzidas dele seria... Você ouve o carro, vê as luzes do painel, vê se não deu nenhum bip de erro, e dai vc pode imaginar o que o carro acha que está querendo"

      Ozirlei

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    35. Ozirlei

      Colunas largas e CG alto vem mais da predileção de modelos com desenhos "minivalizados" do que dos motivos de segurança mesmo.

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    36. Odeio os chinas. Já tive muita dor de barriga com esse tal de shop-suey, arroz-misto e outras tranqueiras.

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    37. Pessoas causam acidentes. Os carros são somente um meio. Uns evitam mais danos que outros.

      A diferença básica entre um acidente causado por um carro a 140km-h com cinco estrelas e um outro automóvel com uma, dirigidos por motoristas irresponsáveis, é que em um dos modelos o caixão terá de ir fechado, no outro só as vezes.

      Latin NCAP é importante sim. Carros com maior segurança passiva são melhores em... segurança passiva... Parece óbvio, mas parece que tem gente que não entende. A segurança passiva AJUDA a salvar vidas, mas sozinha nem ela é suficientee. Recordemos que carros são máquinas feitas para humanos, e como tal que devem ser operadas de maneira segura, adequada e previsível. Acidentes, fatais ou não, ocorrem quando isso não é respeitado.

      Se carros fossem "armas" mais mortais, seriam melhor operados. O medo da morte eminente limita o abuso. É por isso que pilotos de avião comerciais observam um rígido protocolo além de diretrizes e regras, recordando-se delas todas as vezes que pretendem alçar vôo.

      Carros mais seguros nas mãos de motoristas responsáveis e capazes passarão incólumes. Serão muito pouco exigidos em termos de segurança passiva. Os mesmos carros nas mãos de irresponsáveis trarão a sensação de maior segurança e a errônea ideia de que o limite é um pouquinho mais além do que era anteriormente (oba, posso correr bem mais agora. Nossa senhora do ABS, valei-me). Causarão potencialmente mais acidentes.

      Sejamos conscientes e bons motoristas. Segurança passiva é brinde, um belo brinde!

      To contigo Costinha.

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  5. Charley Tavares01/12/12 12:46

    vamos lá...

    em parte, eu visto a carapuça da cornetada do Costinha, nem carro eu tenho; eu tenho uma Harley Sportster, já meio velhinha

    mas quem compra moto, sabe que é perigoso e tem que ficar ligado; agora, outra coisa é o apelo da JAC, que louva aos 4 ventos do mundo que as ratoreiras dela já vêm com ABS e duplo air bag frontal, oras, então, ela está cantando que o produto dela é mais seguro que os da concorrência e acredito que muita gente cai nessa: " o meu chinês é mais seguro que o Gol G5 do vizinho, porque tem airbag e ABS e o Gol não tem. "

    Eu ando na minha Sportster ciente da (in)segurança; diferente do João das Couves, que comprou o "completão" dele, achando que está em nível de segurança elevado.

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    1. O problema que o Gol G5 do vizinho teve a mesma nota do NCAP, ou seja, apenas por oferecer o Airbag, ABS e EBS de série isso já torna seguro que o Gol G5 "peladão" (by faustão) do vizinho.

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    2. Mesma notam SEM Air Bag. Com air Bag a nota do Gol foi maior que a do Jac.

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    3. Obviamente não preciso concordar com tudo que se escreve neste blog, e é esse o lado bom da internet! Se fosse diferente, nem existiria a possibilidade de postar comentários...a não ser para a manifestação dos puxa-sacos...hehe. E francamente, quando vejo opiniões contrárias à melhora da segurança passiva penso como ainda o motorista brasileiro médio ainda tem MUITO a amadurecer. Entre acertos e erros, é óbvio como os carros avançaram em décadas: mas isso graças a pessoas que se preocupam com SEGURANÇA (ainda bem, afinal sempre existirão pessoas que se sentirão imunes ao próprio erro humano).

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    4. Tá, entendo o problema de tirar nota baixa com o airbag. Mostra que a carroceria não oferece segurança aos passageiros. Ou que, mesmo com o AB, não foram tomados cuidados básicos, como tirar do caminho coisas que pudessem ferir ocupantes numa eventual colisão.
      Mas a questão do ABS é outra, trata-se de manter segurança ATIVA, de dirigibilidade em situações de frenagem plena. Tirando o mérito de não acreditar que existam tantas pessoas assim que conseguem reagir numa frenagem de emergência encontrando um local para desviar o carro e evitar a colisão mas esquecem de tirar o pé do freio (acho que a pessoa tem que ser exatamente 50% idiota e 50% às no volante, com a linha divisória passando pela cintura...). O que me parece ilógico é pensar que ele melhoraria de algum modo a segurança PASSIVA, que tem a ber com reforços de carroceria, cintos, materiais menos contundentes, prevenção do efeito chicote e, mais recentemente, o airbag e pretensionadores de cinto.
      Creio que seja um problema grave colocar os dois equipamentos no mesmo balaio, seja na hora de comentar, seja para legislar.

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    5. TODOS, relativamente ao tema "carro seguro em acidentes"
      Essa é uma discussão sem fim. Quem só quiser comprar carro bem estrelado, que compre, cada um é livre para isso. Por mim essas ONGs NCAP morreriam de fome. Não dou mesmo a menor importância para isso, para esse marketing que a Volvo inventou.
      Abraço a todos.

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    6. Menos o cinto de segurança...

      Certo? Ou não...

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    7. Bob, só por curiosidade, qual carro você tem?

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    8. Anônimo das 23:09,

      Ele já falou mais de mil vezes qual o carro que tem. Se você fosse menos vagabundo, leria o blog e descobriria rapidinho...

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    9. Caro Zequinha, você está defendendo o Bob fazendo uma ofensa a um participante do blog, que coisa feia....

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    10. Anônimo 1/12/12 23:09
      Celta Super VHC 1-L VHC, 4-portas, branco, 2003, gasolina, direção assistida hidráulica montada em concessionária.

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    11. Quer vender? Pago 10 paus.

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    12. E 10 paus financiado.

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    13. autoentusiasta02/12/12 19:30

      Pra que direção hidráulica? Autoentusiasta de verdade gosta de sentir o carro na mão.
      Esses acessórios como direção hidráulica, vidros elétricos e demais firulas são apenas marketing das fabricas para tirar mais dinheiro do tolos.

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    14. autoentusistas
      Errada sua afirmação. Autoentusiasta gosta de direção rápida e isso nos carros atuais só se consegue com direçào assistida, qualquer que seja o tipo.

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    15. Anônimo 04/12/12 19:15
      Ofensa e deboche não são admitidos aqui. Reservo-me o direito de eliminar seu comentário, como vou fazer de novo e quantas vezes for necessário.

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    16. Anônimo 04/12/12 21:09
      Alguma dúvida que esteja?

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    17. Anônimo 05/12/12 13:06,

      Cara! Tu já está torrando a paciência de todos que frequentam o blog.

      Agora pára e deixe os que se sentem bem neste blog em paz. E se for nisso que tu acredita, dê o fora que todos agradecem.

      Ah! E vá catar coquinhos, ok?



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  6. Legal! É chato pensar que poderíamos ter inúmeros foguetes de bolso como esse que o Farjoun tanto gostou com peças da prateleira, que a engenharia de uma fábrica montaria com facilidade. E esses carros poderiam preços razoáveis, pois obviamente um motor 2.0 não custa o dobro de um 1.0. Arrisco a dizer que um hipótético (e divertídissimo) Celta 1.8 família I teria o mesmo custo do que conhecemos. E em Celtinha desse com o 2.0 Família II com 140 cv?!

    Todos os fabricantes podem fazer uma receitinha dessa fácil: Ka com 2.0 duratec, Gol com 2.0 TSI, Mille com 1.6 ou 1.8 etorq (obvio que deixaria de ser mille!) e por aí vai.

    Imagino que a turma da engenharia deva se morder para soltar uns bichos desses na rua, mas com isso haveria canibalização dos modelos mais caros e lucrativos.
    Mas o brasileiro paga, né, e se contenta com esportivos de faixinhas...

    E que tal uns J2, J3 e J5 com o motor da J6?! Tá na prateleira!

    Abraço

    Lucas CRF

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  7. Charley Tavares01/12/12 13:03

    CRF, com grana...eu já imaginei um Mille com 1.4 T-Jet de Punto, ou 1.8 Powertrain de Corsa C /Palio/Stilo...é porque a galera da preparação se volta mais para os antigos/clássicos, como Opala, Dodge, VW boxer...mas deve ser até relativamente simples e de custo não muito alto, fazer uma brincadeira dessas.

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    1. Charley, imagina num galpao de fabrica com a quantidade de recursos, ferramentas e gente qualificada... da pra fazer qualquer coisa. Basta querer. Lembra dos AP nos Fords na era Autolatina?

      Lucas CRF

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  8. Sensor de estacionamento nesse carrinho? Convenhamos...

    O painel é horrível. Desde quando azul e vermelho combinam? Só se na China.

    No mais eu gostei do tamanho, do câmbio e até do pequeníssimo porta-malas.

    Mas não o comprarei. O motivo? Recentemente adquiri um secador de cabelo através dos pontos do meu cartão e o aparelho queimou em dois dias. E Isso ocorreu com outros aparelhos chineses que já tive.

    Portanto, enquanto os chineses se preocuparem apenas com a quantidade e não com a qualidade de seus produtos, jamais comprarei novamente algo feito naquele país.

    Agora eu pergunto: Será que um Celtinha com motor 1,4 e bem acabadinho e completinho* não seria a pedida?

    *O “completinho” foi para tirar uma onda do Corsário Viajante.


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    1. Corsário Viajante01/12/12 13:15

      Pois é, mordi a isca!
      Tem que escolher entre o "completinho" o "completo de tudo", o "completasso" ou o "completo top"! hehehehehe

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    2. Célio,

      Gostando ao não dos produtos chineses, é impossível não ter em casa ou deixar de comprar pelo menos alguns produtos produzidos lá. O negócio é comparar com os similares e testar.

      Tem muita coisa boa produzida lá, assim como no Brasil também.

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    3. Coisas da China que estão na minha casa: notebook (um Apple e outro DELL); tablet (Apple); smartphone (Apple); TV (Philips); máquina fotográfica (uma Cannon e outra Nikon); vídeo-game (Sony); modem da internet (Xing-Ling); impressora (HP); brinquedos (Mattel e Hasbro); som (Bose).

      Coisas do Brasil que estão na minha casa: geladeira, fogão, lava-louças (Brastemp); móveis (marceneiro da esquina). Sem contar que os chips desses equipamentos são fabricados na China também.

      Nesta lista eu não considerei o vestuário e a comida. Esses dias, comprei uma batata, concorrente da Pringles, feita na China... cogumelo de marca italiana: cultivados na China. E por aí vai...

      Falta só um: o Mercedes Classe C, produzido na China. Mas este eu ainda não tenho (e acho que nem vou ter hehehe).

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    4. A do marceneiro da esquina foi ótima. rs

      Mas é igual em todos os ramos, por exemplo de bikes. você pode comprar uma bike lixo da China e uma bike ótima de uma marca americana feita na China na mesma fábrica da bike lixo. O que muda é o controle de qualidade, mas são feitas no mesmo lugar. Por isso a marca ainda conta em certas coisas, independentemente do país onde foram produzidas.

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    5. Lembrando que o marceneiro da esquina utiliza em seus móveis ferragens produzidas na China.

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    6. Pior que é mesmo. rs

      E a motosserra será que é da China?

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    7. Anônimo 01/12/12 13:56 e outros...

      Os objetos que você tem em sua casa e que são fabricados na China têm marca e controle de qualidade de outros países, o que é diferente.

      Agora, se você se sente bem em comprar produtos chineses com marcas chinesas, divirta-se.

      Eu apenas escrevi o que sinto, mas sem nenhuma pretensão de "de fazer a cabeça" de alguém.


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    8. Bom, mas aí no caso do J2, a situação então é a mesma do que de produtos com controle de qualidade. O motor por exemplo, é um projeto austríaco...

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    9. O pior que é produto genérico com marca genérica feito para o 3.o mundo... é como comprar um brinquedo de 1,99 para dar para o filho pequeno...

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    10. Pior mesmo somos nós, que nem uma marca "genérica" de automóveis tivemos capacidade de criar e manter viva até os dias de hoje...

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    11. Não tenho problema nenhum de comprar por exemplo uma BMW projetada por alemães, construída com padrões de qualidade alemães numa fabrica da china. O que não dá pra mim é comprar um carro projetado por chineses, com padrão de qualidade chinês, fosse ele construído onde fosse.

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    12. Anônimo02/12/12 19:34 Pô anonimo ,era o que eu iria dizer , parabéns rsrsrs.

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  9. Corsário Viajante01/12/12 13:14

    Se fosse de marca já estabelecida por esse preço, seria boa alternativa.
    Se fosse mais barato por ser JAC, também poderia ser.
    Mas pagar R$30.000 por uma incógnita? Para mim não rola.
    É pena pq parece um conjunto bem legal. Será que os futuros Up! e compacto da Fiat vão se inspirar neste tipo de pacote?

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    1. Se o Sergio Habib tivesse comprado a marca Gurgel e colocado Gurgel ao invés de JAC faria dele um carro melhor? Claro que não. A Hyundai quando chegou com os Excel eram muito piores que o J3 de hoje, e hoje, menos de 20 anos depois que o primeiro hyundai desembarcou por aqui, olha a "fama" positiva da marca.

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    2. 31000 por uma incógnita com menos de 9kg/cv e com uma boa gama de itens de serie que dificilmente se vê em qualquer carro nessa faixa de preço, não importa o segmento? Me diz o que mais que pode se conseguir com esse dinheiro que ao menos seja similar ao J2.

      Únicas coisas que não gostei foram o conta-giros muito pequeno e o comportamento em altas velocidades de acordo com o CMF (claro que é um carro de entre-eixos pequeno, mas acho que podem aprimorar um pouco mais esse fator).

      Mendes

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    3. Corsário Viajante01/12/12 17:02

      BK, mas o que muda para quem comprou o Excel na época? Ganhou alguma coisa com o sucesso atual da marca?
      Mendes, não disse que tem coisa mais equipada ou com mais motor. Disse que, sendo realista, não tiraria R$31.000 do bolso para botar numa marca ainda muito nebulosa. Preferia pegar algo menos equipado mas mais garantido, mas talvez pq para mim R$31.000 seja MUITO dinheiro, então não dá para arriscar.

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    4. Arriscar?
      Comprar automóvel é a mesma coisa que comprar ações na bolsa??
      aff...... essa mania do brasileiro é complicada.......

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    5. Corsário Viajante02/12/12 13:56

      Não compro carro que não gosto só pq vai desvalorizar mil reais a menos, mas também não compro um carro cuja marca não me passa segurança e ainda cobra praticamente o mesmo preço que a concorrência.
      Agora, se vc confia na JAC e acha que vale a pena, legal, é importante que existam pessoas que pensem diferentes, não?

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    6. Corsário Viajante

      31 mil pra mim também é bastante dinheiro, caso contrario não estaria andando num popular do seculo passado (como é o caso agora). O que eu acho chato é que MUITA ente deixa de comprar algo que na maior parte das vezes pode deixa-la feliz (o ARRISCAR propriamente dito) para acabar indo na alternativa 'mais do mesmo' só porque é mais garantido, como tu mesmo falou.

      Dai o que acontece? pessoas deixam de 'arriscar' em alternativas novas e essas alternativas acabam micando, vendendo pouco porque não confiam nos produtos novos e acabam comprando os tradicionais. E isso acaba se repetindo com o passar do tempo e não permite que marcas como a JAC e outras tenham de fato uma boa chance de ao menos se aprimorar devidamente no mercado.

      Carro é feito para andar, seja no transito, na estrada ou em autódromo, se ele satisfaz no prazer de dirigir, ergonomia e manutenção (o ponto que TALVEZ seja o ponto fraco do JAC), não tem o porque de não comprar.

      Se mais pessoas arriscassem nessas alternativas pode ter certeza que o mercado atual de automóveis teria veículos muito mais evoluídos que atualmente, pois o fato do brasileiro deixar de comprar VW e GM para comprar Hyundays, KIAs, JACs e outras marcas que oferecem mais pelo mesmo preço já daria a entender as outras marcas que não estamos satisfeitos com os caixotes pelados, ultrapassados e inseguros que ousam chamar de carro e colocar preços altíssimos em projetos que já 'se venderam' fazem muitos anos.

      Eu entendo sua preocupação, até porque carro no Brasil num geral é caro não importando o fabricante, mas pare e pense: E se o consumidor "arriscasse" mais? como seria o mercado de automóveis?

      Mendes

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    7. Corsário Viajante04/12/12 19:35

      Pois é Mendes, concordo com sua análise e acho que muita gente, eu entre eles, gostaria de arriscar mais, mas a meu ver falta o Habib fazer a parte dele e arriscar também... Arriscar ter menos lucro por unidade, por exemplo.
      Acho os preços da JAC muito caros, muito próximos dos concorrentes, coisa que, quando lançou o J3, não eram, tanto que o carro vendia muito bem. Porém a concorrência abaixou preços e colocou acessórios, e acabou tirando a vantagem da JAC, que não fez a parte dela, melhorando seu pacote e tornando seus carros atrativos.
      Abraços!

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  10. Charley Tavares01/12/12 13:21

    Se eu fosse hoje comprar um carro dessa categoria, iria de HB20 sem pesar 2x...mas por essa grana, eu preferiria uma outra Harley grande seminova, como uma Softail ou FatBoy...mas por enquanto continuo com a minha Sportster velha, mesmo, sem air bags nem abs, kkkkkkkkkk

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    1. Já eu iria de Onix.
      Pelo menos se tivesse que ficar velho na minha mão a manutenção seria a mais barata possível...

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  11. Mas este não é COMPLETO! Onde colocaram o limpador do vidro traseiro?

    Brandine Marley

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    1. Então é completinho...

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    2. kkkkkkkk

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  12. Sem entrar no mérito de pessoas que acham que não morreram mesmo andando anos de Kombi, que carro não foi feito para bater e parecem achar que a Europa é errada em obrigar ABS e ESP e outras normas e que seria normal colocar um carro com uma faca no volante, afinal não foi feito para bater, como avião não foi feito para cair, e esquecem que acidentes acontecem e que não são os únicos no mundo dirigindo por aí. Enfim, vamos ao carro.

    Realmente, tirando o fato de provavelmente ser um bem ruim num crash test, esse carro com esse motor, equipamentos e esse preço é um tapa na cara da indústria nacional. Mas minha única curiosidade é: Quem já teve um JAC, teria outro? Pergunto isso não por causa do carro em si, mas por fatores de mercado como disponibilidade de peças, manutenção e revenda.

    Fica aqui minha curiosidade.

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    1. Fabio,

      Como é uma marca ainda nova no mercado, acredito que a amostra do número de pessoas que compraram um carro desses e já o vendeu seja pequena.
      Também tenho essa curiosidade.

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    2. Pergunto isso, porque quando anunciaram a vinda para o Brasil, todos achariam que chegariam com preços arrebatadores e não foi o que aconteceu. Ficaram com preços próximos, afinal um J5 custa mais do que um Sentra e independentemente do produto, nesse ramo a marca também vale.

      E lembro de ler na 4R um teste do J3 que estava com eles a 8 meses, se não me engano, e foram simular uma troca em várias concessionárias de outras marcas e ninguém quis comprar, falaram até em off que não quiseram pegar somente parta não falar o preço absurdo que estariam dispostos a pagar e com isso iam até ofender o cliente.

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    3. Rafael Ribeiro01/12/12 15:00

      Matem suas curiosidades no site "Reclame Aqui". Apenas 37,5% dos consumidores que opinaram (557 pessoas) nos últimos 12 meses fariam negócio com a JAC novamente. Mesmo assim, o índice é melhor do que a Hyundai/Caoa(35%). VW, Fiat, Chevrolet e Ford nem respondem às reclamações neste site...

      Segue o depoimento impressionante de um dos consumidores insatisfeitos com a JAC:

      http://www.reclameaqui.com.br/3955340/jac-motors-brasil/jac-motors-carro-zero-ou-carro-velho-problemas-de-carro-usa/

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    4. Não esqueçam que logo que a JAC chegou a Dilma na canetada deu uma rasteira em quem importava veículos legalmente e aumentou absurdamente o imposto pago por ela e quase inviabilizou totalmente o negócio da JAC e da Kia. Se o JAC hoje é "caro" agradeça ao Lobby da Fenabrave, eles lutaram muito para garantir que as carroças não passassem tanta vergonha diante dos chineses e coreanos.

      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/09/rasteira-bem-dada.html

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    5. Pois eu conheço pessoas que morreram andando de kombi. E várias.

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    6. brasileiro é tão tapado que morreria de saab.

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    7. Se você visse a foto do Volvo que entrou num poste de uma Avenida aqui de SP...

      Dividiu a perua ao meio, longitudinalmente. Morreu o piloto, mesmo com 6 airbags, carroceria deformável, ABS, ESP, Blá, Blá, Blá.

      Contra burrice e inconsequência não há remédio não.

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    8. 18:46 é isso mesmo não a segurança que salve quando vc abusa. por falta de grana ando em carro velho e quando chego a 100kmh começa aquela tremedeira que fica me azucrinando o percursos e me mantendo alerta que aquele é o limite, acima disso constantemente é conspirar contra minha vida.

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    9. já pensou em alinhar e balancear o carro? [ironic off]

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  13. Marcelo Augusto01/12/12 14:14

    Pessoal do AE, sugiro que dentro do possível vocês adotem a foto do "eu sentado atrás de mim" para suas avaliações. Fica muito claro como é o espaço traseiro.

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    1. Não é uma sugestão ruim, mas completamente desnecessária quando se avalia um carro desse segmento.
      Procurar espaço no banco traseiro e no porta-malas de carros urbanos que são predominantemente usados por uma só pessoa por vez não faz sentido.

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    2. Marcelo Augusto01/12/12 18:51

      Se exitem vários carros no seguimento, é importante saber qual tem mais espaço traseiro. Não interessa o tamanho externo do carro ou o seguimento que o marketing determinou, para indicar espaço traseiro ou se o consumidor irá usá-lo ou não. O Honda Fit mede apenas 3,90 m e tem mais espaço pra para joelhos que sedãs de 4,60 m. Não se deve comprar carro por metro. Porta-malas é outra coisa, a medida por litros já basta.

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    3. Marcelo Augusto
      Sempre, a partir do Clio. Não fiz do Gol duas-portas por achar que não cabia neste caso, mas pode. Vou fazer a foto no Fusca amanhã pela manhã e adicioná-la ao post.

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    4. Marcelo Augusto01/12/12 22:39

      O carro que mais me decepcionou foi o New Fiesta, é simplesmente inacreditável como não tem espaço para joelhos. Testei um médio, 308, também não deu pra acreditar. E o pequenino March é bom. Não dá mesmo pra comprar carro por metro...

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    5. O que tem que ser observado também é que o Bob, AK, e os outros, devem regular o banco da forma correta. Tem gente que regula o banco no "manolo style" (banco todo pra trás), aí o espaço traseiro fica realmente ruim em praticamente todo carro.

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    6. Marcelo Augusto e todos
      Fiz a foto "sentado atrás de mim" no Fusca e já foi incluída no post.

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  14. É verdade, Costinha Cover, também tive um Dodge Dart que nem cinto de segurança tinha. E, na chuve, o controle de tração do V8 era acionado pelo juízo do motorista.
    CMF, esse J2 me parece interessante, não chega a ser lindo, mas ao menos é (bem) menos feio que o Etios.
    Porta-malas esquisito, com uma "boca" estreita e alta.
    Senti falta de uma foto panorâmica mostrando o painel na sua totalidade.
    O conta-giros pequeno é do mesmo tamanho do existente no Maverick GT e daquele tenho certeza que ninguém teria coragem de reclamar.

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    1. Eu tenho coragem, o conta giros do Maverick é uma bela b*sta

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  15. Muito bom esse carrinho.

    Quanto ao porta-malas, nada que um reboque não resolva, e poderia até ser oferecido nas concessionárias como acessório.

    Foi relatada instabilidade direcional a partir dos 140 km/h.

    Pergunto : Como a fábrica poderia resolver isso de forma simples, barata e prática ? Pneus mais largos ? Spoiler dianteiro ? Molas especiais ? Bitola mais larga ?

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    1. Mendonca
      A fabrica , a meu ver, nao tem competencia para arrumar isso... Se tivesse o carro nao apresentaria o problema.
      Imagine a qualidade do restante do projeto?

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    2. Pois é, pois Celta, Uno, Ka, são todos estabilíssimos a 140 km/h, não é mesmo? rs

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    3. Sao bem estáveis sim senhor
      Dirija qq deles e depois venha comentar.
      Se bem que acho que você nunca chegou a velocidade tão alta assim. Nao e mesmo??

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    4. Eu já dirigi, tive um celta por 5 anos. Nunca me assustou dirigi-lo rápido, mas o meu carro atual (VW Polo) é bem mais estável do que ele.

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    5. Uma coisa é ser MAIS estável, outra é dizer que NÃO é. Mas basta um pequeno acerto na suspensão do Celta e ele vira um kart. Esse acerto consiste basicamente em refazer a cagada da engenharia brazuca em amolecer o dito cujo e voltar ao acerto europeu. Exemplo desse acerto: Corsa GSi.

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    6. Mexido até Fusca é bom

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    7. anonimo 4/12 1:22

      Você não entendeu, não é "mexido" e, sim, voltar ao acerto do projeto original. O Celta embora um produto nacional não passa de um Corsa B europeu.

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  16. Charley Tavares01/12/12 14:29

    BK: " Hyundai há 20 anos era pior que a JAC "

    creio que não, o que F* com a Hyundai naqueles tempos foi a CAOA e briga CAOA x Hyundai nas importação, além de que os carros eram feios e sem apelo; mas eram carros robustos, o próprio Arnaldo Keller aqui já disse que teve um Accent no meio da dec de 90 e o carrinho era bom, resistente.

    Problema da Hyundai é que não tinha revenda fácil e manutenção era complicada. Goste-se ou não do design atual do Hyundai, pelo menos eles conseguiram adquirir personalidade própria, não são mais cópias mal feitas de desenhos japoneses

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    1. A CAOA só passou a ser importadora da Hyundai em 1999, antes disso eles eram trazidos pela Grupo Garavelo (na época, dono da maior administradora de consórcios do Brasil) que faliu no meio dos anos 90.
      Os carros mais antigos da Hyundai, como o Excel, eram sim bem ruins, não apenas manutenção difícil, mas a qualidade dos plásticos era do nível do Celta atual para baixo. A Hyundai sequer tinha motores próprios, fabricava-os sob licença da Mitsubishi, um motor que foi tropicalizado às pressas pelo Garavelo em um negócio tão mal feito que os carros vendidos por eles do início dos anos 90 usavam um carburador Mikuni com corpo plástico.
      Quando a Hyundai passou a fabricar o Accent em 95 a qualidade melhorou tremendamente porque foi a época que eles entraram no mercado americano, e é mais ou menos nesse ponto que estão os chineses da JAC e da Chery, e só quando a CAOA assumiu a distribuição da marca (após ter sido "expulsa a pontapés" da Renault) que a marca cresceu no mercado e melhorou na qualidade.

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    2. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2311199912.htm

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  17. Já dizia a SAAB que é bom estar preparado na eventualidade de um acidente, mas melhor é evita-lo. Enfim, Costinha Cover já resumiu esse ponto.

    Agora ta uma "varzea" isso aqui ein? Comentários sem a menor noção de engenharia... Cara acha que é só colocar o motor encima das buchas, dimensionar a transmissão e só... Era bom ler o texto da FORD do trabalho necessário para colocar o motor 1.6 no Ká(o MK1 que é o verdadeiro Ká, já que o segundo é o antigo Fiesta...).

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  18. Eu uso um sedã médio no dia-a-dia, mas é apenas por não poder me dar ao luxo de ter um terceiro carro na garagem (o segundo é o da "patroa"). Senão um compacto esperto seria minha escolha preferida. Só acho que a JAC ainda não chegou ao nível de confiabilidade das marcas tradicionais... talvez seja só uma questão de tempo.

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  19. Legal o carro, uma pena o porta malas ser tão pequeno.

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  20. Charley Tavares01/12/12 15:41

    BK,

    obrigado pelas correções, realmente, eu confundi, a CAOA representava a Renault e não a Hyundai nos anos 90; o AK dizia aqui que o Accent dele era bom carro.

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  21. Massa...só arrumar umas molinhas esportivas, coisa de 4cm + baixas e já era!

    Sair dando benga em Veloster não tem preço....hahahahah

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    1. Até voce encontrar o primeiro poste pela frente...

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    2. Pisca
      É Massa .. é o Felipe Massa seu companheiro de lanterninha nas bengas que voce leva por ai ...

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    3. Pisca se revela cada vez mais agroboy e "autoentusiasta" de querer mostrar o carro pros outros com esses papos de turbo só ser bom se tiver o maior número de cavalos e benga em Veloster

      Fio QUALQUER coisa dá benga em Veloster, se vc precisa de carro turbo ou esportivo pra isso tá dirigindo "muito bem"

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    4. Pisca
      Cada um na sua praia....
      Vai cuida do seu gado aí em Goiás que de carro e de pilotagem tu nao manja nada

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    5. Anônimo 01:30, mais respeito com a pessoa que vai reprojetar a suspensão do DS3! Ele detectou todas as falhas grosseiras que a Citroen fez, só olhando as fotos!

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    6. Corsário Viajante02/12/12 14:00

      Na boa, qual o recalque das pessoas com o Veloster?
      O carro tem um desenho diferente e original, um desempenho melhor que muito esportivo de adesivo, o maior problema é o preço mas só custa tão caro assim pq o brasileiro quis tanto pagar ágio que a Hyundai subiu o preço de tabela.
      Aliás, como o próprio BS fala, o Veloster sempre me lembra o Karmann Ghia, que era um carro desejado por suas linhas, não por sua performance.

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    7. Corsário, o recalque é típico de quem não pode ter um. Ou de quem acha que, por ter um desenho esportivo, deveria se comportar como tal.
      Comprei um (usado) e estou extremamente satisfeito com o carro. Não em termos de desempenho, mas posso dizer que o consumo dele é bem frugal para um carro dessa classe. E o seguro saiu muito barato também.
      E em design ele é muito melhor resolvido do que o Fluence adesivado.

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  22. Legal o carrinho. Feio, com essas lanternas que parecem ser elas a sustentar a parte traseira do teto, mais feio ainda, por ter quatro portas, com um painel bem feio, mas aparentemente bem feito, também. Aqui um aparte: O conta-giros pelo menos está lá! Os modelos de entrada da Fiat e da Ford (essa faz um tempo que não vejo, espero mesmo que tenham revisto isso...) nem isso tinham. E vermelho com azul e branco é uma boa combinação. Deu certo na bandeira americana, afinal de contas...
    Imitar fibra de carbono no painel é só para lembrar que o carro é "made in China" e que nem sempre se pode ter tudo. Entre bom motor, bons equipamentos, bom preço e bom gosto alguém teve que ficar de fora...

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  23. Se esse carrinho tivesse um câmbio AT e fosse confiável (se não o é) seria uma opção imbatível pra cidade. Imagina um carro com esta configuração e um câmbio AT por uns 33/34 mil???!!!!

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  24. Para quem gosta de carros compactos recheados de equipamentos (não é o meu caso), o J2 é um prato cheio. Me incomodou o fato do carro apresentar certa instabilidade acima dos 140 km/h.

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    1. Marcelo Augusto01/12/12 18:55

      Pode ser valor de cáster baixo. O Celta quando não tinha direção assistida de fábrica ficava assim quando mandava colocar, pois o cáster era mantido.

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    2. Road Runer
      me encomodou tambem , mas nao é surpresa... nao entendo porque comprar essas tralhas chinesas tirando emprego de dentro do nosso pais.
      ha carro muito melhores feitos aqui. ja dirigi um J3 o achi honesto , mas seu acabamento é de chorar... nao se compara a gol,celta,e outros desse segmento
      uma pena brasileiro pensar ue tudo que vem de foraé melhor que produzido aqui dentro
      abracos

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    3. opa to tc no celular a msg saiu com muitos erros ....

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    4. Isso não tem nada haver com o carro ser chinês ou não, os Cerato tem a mesma caracterisca, fica instável em velocidade de europa, mas pra rodar nos states ta bom demais.

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    5. ta ai, por isso viram guisados ja reclama de instabilidade a 140kmh.
      segunda feira é o jornal cheio de noticias de acidentes e fotos de guisados humanos em jac, gols, fiestas, unos e assim vai.
      carros desse naipe é 110, 120 e qualquer distração bye bye.

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    6. Marcelo Augusto
      Meu caso, direção assistida colocada em concessionária antes de retirar o carro 0-km. Na época não havia o opcional. Realmente precisaria de um pouco mais de cáster, mas nem por isso requer atenção especial na reta.

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  25. O pessoal tá com medo desse carrinho aí em colisões por causa do Latin NCAP, hahaha...

    O Tucson por exemplo não aguenta uma batida de Porsche na lateral, e nem por isso passou a vender menos...

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    1. "O Tucson por exemplo não aguenta uma batida de Porsche na lateral"
      simples assim.
      cara, quanto critério

      não dormirei

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    2. os especialistas da internet são os caras mais fodas.





      pena de morte pra eles!

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    3. se eu estiver de bicicleta a 55 km/h e bater frontalmente na porta do motorista de um porsche com o vidro aberto (ao menos q esteja fechado e seja muito bem blindado), eu mato o cidadão, vai ser cabeça contra cabeça, que tragédia lendária, bicicleta x porsche...
      se eu atirar uma bolinha de gude usando um estilingue do 24º andar sobre uma via de trânsito rápido, se acertar a cabeça de alguém dentro do carro tb vai ser uma tragédia. bolinha de gude x carro.

      "jesus, dê conexão a quem merece."

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    4. O que o cara de cima quis dizer é que dependendo da situação vc vai virar paçoca do mesmo jeito...

      Não adianta ficar ai ai ui ui, 1 estrelinha no teste tal, 1/2 estrelinha não sei aonde...

      Se vc cruzar o vermelho, bebaço, ou se na outra ponta cruzar um bebaço no vermelho, se for um caminhão, busão, porsche 911, aquele abraço!


      E vcs acham que vcs mesmos são merecedores de alguma conexão?

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    5. Anônimo01/12/12 23:47

      Acho que vc não entendeu: os caras ai de cima concordaram com o comentário. O problema justamente são os alarmistas do Ncap.

      Lógico que é melhor ter bons resulados, mas a resistencia de um carro nesse tipo de teste poderia poupar vidas em alguns casos específicios. Na maioria das situações, o que vale é a prudência de quem dirige, a manutenção preventiva em dia, etc.

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  26. Trecho de Oração de São Pé Pesado:
    "que os pró NCAP se mantenham bem longe do automobilismo, mesmo que seja aquele track-day ou rally inofensivo, que esses seres que idolatram a falsa segurança fiquem a 3000 metros de um autódromo."

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    1. Isso aí! Os verdadeiros autoentusiastas, que acham essa preocupação com NCAP inutilidade, já escolheram sua categoria, as arrancadas

      Os que "idolatram a falsa segurança" são justamente os que vão em autódromos de verdade, correr numa pista de verdade numa categoria de verdade como os track days. Otário de Golzão treisquilimei "num compru carro pra bate" que fica longe de autódromo, afinal pra esses curva é que nem NCAP, eles nem sabem o que é

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  27. Gostei mais desse treco do que do Etios. Logicamente, tirando a qualidade de construção e materiais, o qual acredito o Etios seja melhor, mas como brinquedão o J2 é mais interessante.

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  28. Bob, tem não como conseguir a relação de marchas dele e se possível a do J3 também? no site da Jac não informa.

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    1. Douglas, não foi por falta de procurar, mas não achei as relações do J3 em canto algum, que dirá a do J2. Achei até a relação do J3 vendido na China, que é diferente do daqui, num site de venda de câmbios que dava o modelo dele. Olhando as "opções" de câmbio do mesmo fabricante, cheguei num conjunto de relações que PARECE corresponder aos limites de marcha que vi na prática no J2: 3,545/1,913/1,31/0,973/0,804, redução final 3,842, mas, repito, isso é completo CHUTE meu, por este motivo não está citado no post e nem na ficha técnica.

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    2. Carlos, muito obrigado pela atenção. Eu também pesquisei e não achei os valores em canto nenhum, isso é um completo desrespeito da marca, para achar uma relação de marchas de um carro Fiat por exemplo, basta baixar o manual do mesmo facilmente no site da Fiat, com a Jac não.

      As relações do J2 e J3 são iguais ou o J2 é mais longo?
      Se as relações do J2 forem essas mesmas um diferencial 4,067 certamente faria muito bem ao carro, deixando-o mais esportivo.

      Obrigado.

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    3. Douglas (e Carlos Maurício Farjoun)
      Vou arrancar essas relações da JAC a forceps, garanto. E depois atualizo o post do J3.

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    4. Bob e Carlos, obrigado pelo empenho na busca dessas informações. Com certeza o Bob vai conseguir.

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  29. Existe J2 com limpador de vidro traseiro. Dá para ver em diversas fotos na internet. Creio que na versão brasileira se "esqueceram" de colocar...

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  30. Caro CMF se a estrutura do J2 for igual a do J3 não teremos
    um interessante "POCKET ROCKET" e sim "UM PEQUENO CAIXÃOZINHO SOBRE RODAS"

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    1. A relação peso/potência do J2 é semelhante à do antigo Gol GTS do fim dos anos 80, que marcou a juventude de muitos de nós. Devemos concluir então que todos que hoje têm mais de 40 anos um dia sonharam com um "pequeno caixãozinho sobre rodas"?

      Este carrinho acelera como um esportivo do final dos anos 80, faz 0 a 100 em pouco menos de 10 segundos e, ao contrário destes, tem um preço acessível. Um Gol GTS 1988 era um dos carros mais caros do país. Atualizando pelo IPC-A, o preço de um Gol GTS em janeiro de 1988 corresponderia a atuais R$ 110 mil reais (por um GOL!!!). O J2 oferece praticamente o mesmo desempenho por uma pequena fração do valor do Gol.

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    2. Bacana. Aposto que quando vc. for trocar de tv vai comprar uma valvulada preto-e-branco de umas 20", não é?

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    3. João Costa de Souza
      Meus aplausos pela piada! Muito boa!

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  31. Acho engraçado a quantidade de pessoas que dizem que o carro não presta, que já estão dando 0 estrelas no NCAP, que é mal feito, mal construído, caixão ambulante, etc, sem sequer o terem visto ao vivo, com o único argumento de "não presta porque é chinês".

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Anônimo 202/12/12 18:49

      Gente besta anônimo, só isso...

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    3. Anônimo02/12/12 13:28 A qualidade dos carros é que realmente são questionáveis, se você acha que é boa compre.
      Anônimo 202/12/12 18:49 defenda seus argumentos não ofenda as pessoas ...

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  32. Muito legal o J2. Só o achei meio feinho. Mas para uso urbano, muito bom.

    P.S. : A discussão da segurança foi boa. Só acho que disse bem quem escreveu que a maior segurança é dada por aquela peça entre o volante e o banco.

    E impressionante como continuamos reféns de institutos internacionais que detêm a Verdade e aos quais abaixamos a cabeça e dizemos amém.

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    1. E qeum detem a verdade na sua sábia opnião? Provavelment o Bob, né?

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    2. Não debato com anônimos. Nem o Bob precisa de puxadores de saco. Aliás, quem acha que ele é burro está aqui lendo este blog por quê?

      Cada um segue a publicação que lhe aprouver, ora.

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  33. Tempos atrás li uma reportagem sobre o uso de GPS por visitantes que alugavam carro na Europa. O brasileiro, obviamente estava no fim da lista. Não há ninguém no mundo tão soberbo no trânsito como aqui:
    1) acidente só ocorre com os outros
    2) o motorista aqui é piloto, não erra mesmo de cara cheia.
    3) acidente não acontece comigo
    4) com meu 1.0, família, malas e farofa subo a serra em pista simples ultrapassando todo mundo
    5) me multam só por andar muito acima da velocidade na frente de escolas, hospitais. Onde não tiver lombada, enfim. Sou perseguido pelo governo com sanha arrecadadora.
    6) os culpados por todos os males no trânsito são os que têm película. Eu não preciso disso, fico sempre com a janela aberta para segurar o cigarro para fora (?) para poder pitar sossegado enquanto dirijo.
    7) não dou seta, só quando, se muito, estou no meio da curva, pois seta me irrita. Aquela luzinha piscando é coisa do demo.
    8) acidente só acontece com os outros.
    9) levo bicho, as crianças e a sogra sem cinto. No banco traseiro, cinto para quê?

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  34. Ótima análise do carrinho, cercada de comentários toscos sobre segurança. Pergunto ao Bob Sharp e aos seus fiéis escudeiros: já sofreram acidente de carro? Eu já... Afirmo veementemente que faz diferença e muita bater um carro seguro ou não. Sofri alguns acidentes em minha vida em carros de diferentes épocas. O mais grave deles, foi o q sofri menos lesões. Na verdade, deu para sair do carro, resolver tudoé ir embora para o hospital sem ambulância. E havia um poste caído no chão! Quando bati outros carros, a velocidade bem mais baixa, sofri um bocado, cortes, laceraçoes, dor e cicatrizes. O custo para a sociedade eh bem maior. Hj aprendi a dirigir melhor e essq eh minha melhor sefurança ativa, mas dá passiva, não abro mão depois q pude experimenta-la. Vergonha de ler comentários de pessoas que não dão valor q evolução.

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    1. Anônimo03/12/12 08:00 Concordo com você ,pena que você usou de ironia desnecessária :" Bob Sharp e aos seus fiéis escudeiros",eu tambem fui criticado aqui mas digo :Smart fort two não entra na minha garagem alem de carros com estrutura fraca .

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    2. Desculpe a Ironia Speedster, mas várias pessoas defenderam o ponto de vista equivocado do Mr Sharp. Adoro os textos do Bob, leio-o há muitos anos, porém pregar que carros inseguros são bons foi demais para minha cabeça. Bati o carro que citei acima há mais de 80 km/h em um poste e não tive praticamente nenhuma lesão e lhe garanto que estou aqui escrevendo porque tive a oportunidade de estar em um carro com célula de sobrevivência com deformação programada, air bag, aço de alta resistência no parachoque frontal etc.

      Quando bati meu outro carro, em uma velocidade bem menor, em um poste também, fui embora para o hospital em um ambulancia. Meu joelho foi cortado pelo painel, minha testa estourou no para-brisa, mesmo eu estando de cinto de segurança, o varão da caixa de marcha rasgou o assoalho do carro e parou no banco traseiro, o passageiro que estava comigo, mesmo de cinto de segurança bateu seu peito contra o painel de instrumentos. O carro em questão não era antigo, era um Corsa 2005 geração C.

      Quem defende carros sem segurança, não gosta da propria vida ou da vida de seus familiares.

      Quantas estrelas tem um singelo Palio G1 com air bags, no mesmo teste do Latin NCAP? 3 estrelas. O mesmo tem o VW Gol e teria o mesmo provavelmente o Sandero, que apesar de abrir como uma lata de sardinha na batida, não causou danos muito extensos nas regiões de abdomem e pernas.

      O J3 tirou nota tão baixa por problemas estruturais sérios na região do shotgun, dash panel e reforços dos rails. Não sei se a unidade tinha algum problema de falta de ponto de solda (bem comum nas fábricas chinesas e indianas), mas praticamente a suspensão e motor invadiu a parte inferior do carro.

      Esse tipo de falha pode levar facilmente uma pessoa a morte, já que uma fratura no femur, ou uma laceração em uma veia naquela região mata uma pessoa em pouquíssimo tempo.

      O governo brasileiro, a exemplo do chinês, deveria exigir uma explicação da Jac Motors sobre o assunto.

      Os carros antigos, como Celta, Ka, deixemos pra lá... eles são derivados de uma época que segurança ainda era assunto para pessoas que não gostavam de carros.

      Eles estão ainda a venda porque a população compra sem saber o que está levando. A medida que a mídia mostrar a realidade, sei que as pessoas irão escolher melhor o meio de levar sua família para a rua.

      Já os modelos novos... esses são imperdoáveis.

      A segurança do Nissan March é assustadora, a notas no teste é ridícula para um projeto que recebe 4 estrelas em outros mercados. Imaginem o March sem Air bags, quanto seria sua nota...

      Bom, faço minha parte em ajudar a divulgar esse tipo de problema, pois já fui beneficiado pela maior segurança nos carros mais modernos e seguros.

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    3. Soluções para o Anonimo batedor:
      1. Aprender a dirigir.
      2. Desistir de dirigir, caso a primeira nao seja possivel.
      3. Contratar um motorista, caso haja recursos.
      4. Optar pelo transporte publico, na falte de recursos.

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    4. Anônimo 03/12/12 08:00
      Que bobagem é essa de "fiéis escudeiros"? São apenas leitores que, como eu, analisam essa questão, essa histeria coletiva de segurança, que só carros "estrelados" por uma ONG valem a pena, e concordam comigo. É cada uma...

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    5. Sim, só os carros estrelados por um instituto que nem sempre é uma ONG (na Europa não é) valem apena. Não precisa ser nota máxima, mas se tira 1 estrela é sim ruim

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    6. Ainda a paranoia da segurança. Será que chegaremos a este nível de 'desumanização' do trânsito?

      http://blogs.wsj.com/drivers-seat/2012/12/03/volvo-plans-to-roll-out-self-driving-cars-in-2014/

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  35. Essa ideia de que carros pequenos não se prezam à longas viagens é equivocada. Tenho em casa um FIAT 500 que já usamos para viagens bem longas. O carro é simples e quando compramos pensávamos justamente dessa forma: "apenas para cidade", mas o carro se mostrou notável e é uma delícia pegar longas estradas com ele, especialmente se a viagem envolve serras e curvas mais fortes.

    Já sobre carregar apenas o casal, é bem verdade, especialmente para viagens longas, onde precisa-se rebater o banco para caber as malas. Poderia dizer até que é um carro 2+2, dois adultos e duas crianças, no máximo.

    É engraçado que temos também um sedan e que em muitas viagens ele fica lá, descansando, e quem acaba indo é o 500... além do que o sedan faz 12,5km/L e o 500 chega a 16,5km/L (estrada, ar ligado, ambos), o que torna ele muito atraente na questão financeira também.

    Esse J2 parece uma ótima pedida, preço um pouco mais justo e bons opcionais num carro de aparência agradável e um motor de verdade pro porte dele.

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  36. Interessante.

    Mas precisava ser tão feio/mal desenhado?
    Tá uma onda de carro feio ultimamente que não é brincadeira... pra quê?

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  37. Um Ka XR dos bons tempos pode ser uma ótima pedida pela metade do preço...

    Difícil é achar um...

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  38. Alvarenga/RN03/12/12 10:50

    Entre este e um Chery Face, qual seria melhor (ou menos pior?)já que tem o mesmo preço e quase as mesmas características.

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  39. Bem, vamos nós...Gostei do conjunto mecânico, um carrinho pequeno com motor decente resolve 99% das aspirações de qualquer autoentusiasta. E me parece, esta seria a mensagem do Post. Quanto ao restante das polêmicas, feitas por quem sabe escutar argumentos e tambem por quem não sabe ( E, como diz meu pai: Se já sabe ler e escrever mas não sabe escutar, nunca vai saber nada...) sugiro que leiam a entrevista na revista época com o lendário Bob Lutz sobre o futuro do automóvel ( êle também um grande autoentusiasta! Dirige um cadilac dos anos 30! ) Acho que é a síntese do que pensa qualquer um de nós, autoentusiastas que tem com o que comparar.

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  40. O problema, como sabemos, é que a chinezada desmancha sem bater.

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  41. CMF,

    Ótima avaliação, parabéns.
    Achei realmente bem interessante este carrinho. Parece ser uma boa opção para substituir o meu Ka. O comando de válvulas desse motor é com ou correia dentada ou corrente?

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  42. Sergio S.
    Respondo pelo CMF para agilizar: é por corrente.

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  43. no salão do automóvel tinha algumas partes soltas no painel desses j2....

    entrei em 2 ou 3 e tds tinham!!!!!

    ResponderExcluir

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