22 de maio de 2012

O MOTOR APAGOU. CADÊ A DIREÇÃO E O FREIO?



Foi só outro dia que me toquei que tinha que ensinar mais uns macetes de direção às minhas filhas, como o que fazer caso o motor apague com o carro em movimento e, conseqüentemente, a direção e o freio endureçam. Expliquei a elas e em breve iremos executar uma simulação num local seguro. 

Para o autoentusiasta experiente essa situação é uma coisa banal e ele não se aperta, mas para muitos motoristas a situação pode ser perigosa, já que a auto-escola não ensina isso, ou melhor, a auto-escola só ensina o básico do básico do básico do básico do... Longe vai o tempo dos Fuscas e outros carros simples que não tinham assistência alguma. 

O Fusca, por exemplo, por ser um carro leve e ter motor traseiro, simplesmente dispensa assistência de direção. Então, num Fusca tanto faz o motor estar ligado ou não, inclusive nem servofreio tinha. Porém hoje a maioria dos automóveis tem direção com assistência hidráulica ou eletroidráulica, e também freios servoassistidos a vácuo 

Portanto, caso o motor apague, seja lá por qual motivo, imediatamente a direção fica dura para valer e os freios também endurecem bastante, o que pode assustar o motorista inexperiente, que pode achar que a direção travou de vez e perdeu os freios – imagine o pânico do coitado – e a partir disso agir errado. Entretanto, com assistência de direção é elétrica ela permanece atuando caso o motor pare de funcionar, mas desde que a ignição esteja ligada.

Quando o motor pára não acontece nada de mais, o leitor sabe. Só direção e freios ficam pesados; e em alguns carros, bastante pesados, mas nada que não possa ser resolvido e o carro nos obedece se metermos certo muque na coisa. No caso dos freios, fica uma reserva de vácuo suficiente para uma ou duas freadas, mas só. Depois é preciso fazer força no pedal.

Se o leitor tem alguém inexperiente a ensinar, um filho, um sobrinho, um amigo, uma namorada, aconselho que ensine. Não creio que baste dizer aos inexperientes o que acontece. 

Acho que o certo mesmo é levá-los a um local seguro e simular a situação, para que, caso isso venha a ocorrer, eles não percam tempo com o susto e tratem logo de agir corretamente. 

Uma boa dica é ensinar-lhes que, caso eles estejam numa descida, o que deve ser feito é engatar a marcha condizente para a velocidade e soltar a embreagem para que, assim, com o motor virando, mesmo que sem produzir trabalho útil, sem ignição, as assistências funcionem, já que a bomba hidráulica da direção estará sendo acionada pela correia e será produzido vácuo no coletor. Caso estejam no plano, fazer o mesmo. 

Mas há casos em que a correia arrebenta e, mesmo com o motor funcionando, a bomba hidráulica da direção deixa de funcionar, portanto, o jeito é meter o muque e o pezão, desde que saibam que resolve. 

Outra coisa que parece banal é ensinar-lhes que não devem fazer a besteira de desligar o motor e tirar a chave da ignição com o carro em movimento. Isso trava o volante, claro. Parece banal falar isso aqui, mas, creia, muitos não sabem disso, muitos não tiveram quem os ensinasse, e já ouvi casos em que numa discussão o passageiro ao lado agiu assim. 

Como disse, para o leitor autoentusiasta essas recomendações são desnecessárias, pois ele já deve estar sabendo como agir, mas é um aviso aos colegas para refletirem se já não ensinaram essas manhas para suas moçadas. E não basta avisar. Tem que praticar. O treino prático elimina o possível momento de pânico e, o leitor sabe, o pânico é inimigo da razão

AK

100 comentários:

  1. AK, precisa ensinar que as pessoas precisam avaliar a situação, e não agir reativamente. Exemplo: quase todo mundo que eu conheço, quando deixa o carro morrer numa subida, por exemplo, ao arrancar no sinal verde, o que fazem? Puxam o freio de mão e dão a partida novamente.

    Uma vez, com um conhecido, o carro dele morreu ao passar de quarta para quinta marcha, a 100 por hora. O que a anta fez? PUXOU O FREIO DE MÃO !!! NA ESTRADA !!!! A 100 POR HORA !!!!

    Dificil viu...

    Carlao

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    1. Esse é campeão, deixar o carro morrer passando de quarta pra quinta.

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    2. Pois é Carlos Bragatto,

      Aqui onde moro, não é raro ocorrer acidentes pelo uso indevido do freio de mão.
      As pessoas daqui e não só os motoristas, tem o hábito de acionar o freio de mão em qualquer situação que fuja da normalidade, inclusive nessa que você comentou.
      Algumas vezes perguntei para algumas pessoas como foi o acidente, e eles respondem que por "sorte", tiveram a presença de espírito em puxar o freio de mão, caso contrário o acidente teria sido pior.
      E não adianta explicar que não deveriam fazê-lo. Simplesmente não acreditam.

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    3. É por isso que não me sinto confortável com o freio na posição utilizada em todos os veículos modernos.
      Nada como o freio de mão no lado esquerdo abaixo do painel.

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    4. CNN
      Meu avo teve um Corcel em que o freio de mao era abaixo do painel..
      O que acha dos carros americanos (automaticos) com freio de mao no canto esquerdo da pedaleira, no local da embreagem , acionado pelo pe?

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    5. Pampa com banco inteiriço tem o freio no mão num pedal bem a esquerda.

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    6. Putz, quando disse "freio no mão", eu quis dizer "freio de mão"(na verdade pé para acionamento...).

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    7. Anônimo,

      Ok, quando se entende o que a pessoa quer dizer, não há problema nenhum.

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  2. AK,
    Informações muito avançadas para as cabeças de bagre no trânsito.

    Pessoas não conseguem falar português no plural, apenas ir ao shopping aproveitar o outlet que está com X% off no cartão. Brasil é um país de consumidores, não cidadãos.

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  3. Victor Gomes22/05/12 12:13

    Muito bom! Aprendi isso sozinho, na marra, um dia antes de pegar minha carteira de motorista.
    Cismei de dar uma volta em um Accord 91 que estava vendendo aqui perto de casa, mesmo não tendo dinheiro para comprar-lo.
    Era um carro ótimo, mas que estava a muito tempo em mãos de donos que não tinham dinheiro para consertar-los devidamente. Portanto, era um carro todo "engatilhado".
    Peguei o carro, q estava numa ladeira, e fui descendo, devagarinho, visto que a suspensão estava lá só de figuração, pois não funcionava.
    Numa curva, na ladeira ainda, o desgraçado morre. FUuuuuuuuuuu#%$@¨%¨*()&!!!!!! Gritei...
    Pé no freio com toda força dos meus ossos (não tenho músculos, sou magrelo!) e força nos tendões pra virar o carro na direção da curva!
    Nunca vi direção tão pesada na minha vida, essa do Accord sem assistência hidráulica.
    Por sorte puxei o freio de mão gradualmente, até o carro perder velocidade, e consegui religar-lo a tempo!

    Peguei a carteira de motorista no dia seguinte já com uma experiencia a mais do que as ensinadas nas auto-escolas.

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    1. Como assim era um carro ótimo? Pelo que você descreveu era uma jabiraca sem nenhuma manutenção (sem freio, motor morrendo do nada...).

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    2. Victor Gomes24/05/12 15:37

      hahaha! Me expressei em relação ao modelo de forma geral: Honda Accord EX 1991, não quis dizer exatamente este em que eu tentava estar no controle.
      Já tive a felicidade de dirigir um desses em bom estado. É um ótimo carro.

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  4. DireçÃo não tem crase!!!! kkkkkkkk

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    1. Box Infernal,
      você é um imbecil.

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    2. E vc analfabeto, anônimo inútil.

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    3. Besta dos infernos, vai abraçar o capeta!

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    4. Box, o idiota in'útil...

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    5. Box Capeta
      Que crase? Do que você está falando?

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    6. O Box do Tinhoso esqueceu o remédio dele e anda tendo alucinações. Só pode.

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    7. O AK tinha escrito "direçÀo" mas já foi corrigido. Sem mais.

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    8. É isso aí BOX 666
      Gosto dessa sua versao bem educada!
      Discordar faz parte do jogo ,
      Vc é inteligente e tem a contribuir com seus comentários no blog!

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  5. Arnaldo,

    Nunca havia pensado neste negócio de tirarem a chave... Acho que no meu caso sairia uma cotovelada instantânea no amalucado. Na verdade já bati involuntariamente em gente que tentou tocar a buzina do meu carro enquanto eu conduzia. No susto escapa um tapão na mão do intruso. Instinto esquisito, mas eu o tenho. Outra coisa que me ocorreu é que esta é mais uma vantagem dos Porsches, impossível acontecer o mesmo num deles.

    Outra coisa. Fusca dá tanto pau de ignição que é bom mesmo o fato de não ter servo assistência de nada. Mesmo assim adoro dirigi-los.

    Mais uma vez ótimo texto e mais um aspecto negligenciado pela formação de nossos "condutores".

    Abraço

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  6. parece uma atitude tao infantil e obvia que ninguem jamais faria! MAs realmente conheci quem fez. Um amigo dirigindo na epoca seu antigo voyage (ou santanao) tirou a chave da ignicao para abrir o porta-luvas...
    olha o desastre anunciado! mas gracas a Deus a reacao foi tao rapida em corrigir quanto a idiotice que ele fez!

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  7. Quando eu estava ensinando a minha namorada a dirigir, a coisa de uns 2 anos atrás (vai tirar carta só esse ano), fiz questão de lembrar isso pra ela. No caso ela estava aprendendo no meu Fusquinha, mas eu nem tentei explicar que isso só acontecia em carro com servo-freio porque a menina não faz questão nenhuma de acompanhar minha paixão. Deveria ter ensinado na prática mesmo, mas de tanto eu falar e fazer ela dirigir "nos trinques" acho que já fiz ela aprender a dirigir melhor que maioria dos motoristas comuns.

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  8. Realmente, as auto-escolas não ensinam mais do que o básico. mas a auto-escola de carro ainda é muito melhor que a de moto. Minha mãe tirou carteira de moto recentemente. Mas ela não pilotava moto e não dirige carro. Aprendeu a pilotar na auto-escola.

    Ela pegou a habilitação sem saber como passar marchas, sem saber pra que servem as marchas, e ainda aprendeu a freiar só com a roda traseira. Ou seja, não tem preparação nenhuma pra andar na rua. Agora estou ensinando ela, andando com frequencia junto dela pra que ela aprenda essas coisas e esteja mais preparada.

    Ps: Nessa história de aprender a usar só o freio traseiro da moto ela já levou um tombo.

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  9. Estava com um LTD manual na estrada a uns 110 km/h e minha esposa quis fazer uma GRAÇA : Virou a chave e desligou a ignição do carro..O problema não foi nem a direção ou os freios ficarem pesados , mas a cagada dela em religar a ignição no mesmo segundo fazendo com que o combustível não queimado EXPLODISSE meu silencioso com o "tiro " que deu ....

    Ela lembra do TAPÃO na cabeça até hoje......

    JONES

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    1. [frustrado sexual detected]

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    2. Jones
      Sua reacao foi bastante delicada com ela. Hein?
      Barrabás!

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    3. E sua esposa tinha quantos anos na época? 12?

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    4. Jones, sua esposa é uma santa, do contrário, vc não estaria aqui contanto o causo.

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    5. Jones, este animal aqui que vos escreve fez algo parecido. Eu tinha um LTD também e depois de dar uma esquentada nele, parado -- já que ele só saía para viajar --, dei umas aceleradas e desliguei a chave quando ele estava com o giro alto. Logo em seguida resolvi ligá-lo de novo e... BUMM! uma putz duma explosão. O silencioso ficou em frangalhos.
      Eu mesmo me estapeei. Não precisei de ninguém para fazê-lo.
      Mas que ficou um ronco animal, ficou. LTD de corrida stock-car.

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    6. Jones
      Se vc fosse casado com minha esposa voce seria sumariamente amarrado ao cinto de seguranca pelos pes.
      Ela abriria a porta do carro (a 110km/h) assumiria o volante e o jogaria para fora. Vc seria arrastado por kilometro e kilometros .
      Ela pararia somente quando voce tivesse virado uma caveira!
      Fica esperto com essa historia de maltratar mulher!

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    7. Netinho de Paula22/05/12 16:19

      O cara foi mó delicado maaaaaaano!

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    8. Atenção Anônimos viados reclamando que eu BATO em mulher:

      1) - Passei ela no meu nome (CASEI) então faço o que quero com ela..rsssrss..(Atenção: RSSS quer dizer piada antes que algum analfabeto queira me processar...)


      2) - A porrada não teve sequelas graves.. (hoje ela já anda pra todo lado na sua cadeirinha de rodas)..

      Arnaldo

      O pior é que a gente estava indo para um casamento no Interior e adivinha quem iria levar a NOIVA?? Sem escapamento!!!!

      A minha sorte é que arrumei um doido com um maçarico que fez uma soldinha muito PORCA... mas era o que tinha pra quebrar o galho...

      O pior foi voltar com o LTD assoviando pelos burados da solda mal feita . .


      JONES

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    9. Ui, que macho!

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    10. Moral da estória: temos aí uma besta casada com outra besta. P*t@ casamento bestial!

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    11. Jones
      Ai que homenzarrão bruto que voce é ... Uiii!
      Me bate que eu gamo!
      Marcelão Alves

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    12. Pensa se ela te denuncia! ah vá vei ñ se bate em mulher

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  10. Outra coisa que as pessoas precisam aprender é a não descer na "banguela" as descidas das estradas. Além de atualmente gastar mais combustível (pois não aciona o cut-off), isso também exige muito do freio e faz com que o câmbio trabalhe com baixa lubrificação. Aliás, dizem que o câmbio do Opala era bem crítico nesse ponto, podendo chegar a travar em alguns casos...

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    1. Se mais adiante houver uma subida o uso do ponto morto faz sentido sim. Com ele o carro vai embalando para a subida, diferente se você engatar uma marcha, pois mesmo a mais alta também segura o carro a menos que você acelere, mas ai a intenção de poupar combustível vai por água abaixo.

      Abraço.

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  11. Pensando bem, o termo "auto-escola" está errado: é como se alguém aprendesse por conta própria, se tornando um "autodidata" em determinado assunto. Como ninguém aprende a dirigir sozinho, seria melhor que recorressem a uma "escola de direção automotiva". Mas aí teríamos que mudar também o nome do blog AUTOentusiastas, que por essa ótica seria algo bem mais para egolatria do que entusiasmo por automóveis, embora ser entusiasmado consigo mesmo é o primeiro passo para ser feliz na vida.
    Caramba, viajei né!

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    1. Double Facepalm...

      Mas tem coisa pior aqui; não se preocupe... :)

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    2. Ah mas o certo não é auto-escola mesmo, este é só o termo informal, o certo seria Centro de formação de Condutores, mas que como todos sabems não formam condutores coisa alguma, formam robozinhos que andam a 40km/h e no máximo na terceira marcha, tente trocar pra quarta e andar perto dos 50 km/h em um via de 60 km/h para ver se o intrutor não tem tres tipo de surto, fiz isso uma vez e o cara faltou me bater, eu questionei, mas pq andar a 40 se a via é de 60, pelo menos a 50 eu tenho que andar pra não atrapalhar tanto o transito, e a resposta foi: Faz isso na teu teste pra ver se vc não reprova na hora. Ou seja eles formam robozinhos que só andam a 40, fazem conversão em segunda a 10, e não pode passar um carrinheiro pq a faixa é dupla, pq é dentro da cidade e mesmo que não haja ninguém vindo pela faixa contrária, uma manobra que é realizada em menos de 1 ou 2s, sendo que vc pode causar uum acidente ficando atras do mesmo e forçando todos os que estão atras a parar, e quem sai de uma "auto-escola", não sabe como trocar um pneu nem que a luz das setas pisca mais rapidamente quando uma está queimada daquele lado. Só ensinam a ir pra frente bem devagar.

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    3. Pegando o gancho da chatice, não seria "escola de direção automotiva", e sim "escola de direção automobilística", pois a mesma não é autopropelida, não possui propulsão autônoma. Ha!

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    4. Mas sem auto-motivação nenhum aluno aprende direito. Ahá!

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    5. Nem sempre. A motivação pode vir de uma fonte externa.

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    6. Estou tendo aulas numa escola para habilitados. Está sendo muito bom, está resolvendo meu trauma de não passar de 2500 rpm. Já cheguei a 4000 rpm numa ultrapassagem a um caminhão de tijolos em pista simples. Recomendo!

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    7. E aí petralha anônimo...é foda esse problema de auto-afirmação que lhe dá esse deasejo incontrolável de se passar por mim...que vidinha miserável deve ser a sua; só tem seus 15 minutinhos de fama pendurado no saco do Bob, ainda por cima quando ele posta aqueles double facepalms defendendo enceradeiras 1.0. Já disse que deixo você continuar com a farsa, se o fizer sentir-se bem... :)

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    8. Vou comentar lá no ADG que eu ganho mais...

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    9. Balbino virado: petralha é a sua ...deixa pra lá.

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    10. Bem que achei esse uniblablabla muito bem humorado, era FAKE...

      O original é o babaca tucaalha de sempre que vota no Kassab e Serra pra f@#er ainda mais esta terra alucinada.

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    11. Agora o antro de idiotas que este blog vem se tornando está completo: o VtnC teve alta do hosício já com a mudança de sexo feita...

      Acho que preciso desenhar para o mentecapto que não sou tucanalha, quero que tanto os globalistas-socialistas do Partido Mensaleiro quanto os social-democratas tucanalhas FODAM-SE

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    12. Uniblabla nhenhenhe deixe de hipocrisia! Se fosse verdade isso que vc escreveu, falaria mal de outros partidos.

      Bicho tacanho dos infernos esse...

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  12. AK,
    Já fui de passageiro em um carro que o motorista, sem aderência em uma descida com neve e gelo, resolveu desligar o carro.

    Foi assim que tive a noção de como viver em um iglu.

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    1. Puxa vida ! Em que FRIA voce se meteu ....

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    2. Que trocadalho do carilho...

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    3. ba dum tss

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    4. Tudo palhaço! Vão pro circo!

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  13. Já tive a terrivel experiencia do carro "morrer" do nada, em uma descida com quinta engatada, e quando toquei no freio as rodas travaram, uma fina camada de óleo e água sobre o asfalto, instantaneamente o motor apagou, o que fiz, pisei na embreagem instantaneamente, e aliviei um pouco a pressão no freio pras rtodas voltarem a girar, mas manntedno a frenagem e voltei um pouco a chave o suficiente para não travar o volante e liguei o carro novamente, foi coisa de um ou dois segundos no máximo, mas quando vc está a 80 Km/h em ums descida com curva logo á frente é sufuciente para quase matar o caboclo do coração. Outro susto que levei foi com uma L200 com Pneus 30% lama e 70% asfalto, a bomba da direção hidrauliza simplesmente foi pro espaço por conta de um ajuste na caixa de direção e em uma determinada curva o volante ficou extremamente pesado, parei aonde dava, por sorte tinha uma lanterna, nunca viajo se uma, e vi que tinha fluido hidraulico pra tudo quanto é lado e escorrendo pelo eixo da polia, o que dava prqa fazer, nada, domingo a noite no meio do nada, andei mais 40 km sem assistencia hidraulica, só foi dificil fazer a baliza na frente do hotel na primeira cidade que encontrei, pois fazer uma manobra dessas em uma caminhonete com pneus largos e com o motor apontado pra baixo é meio complicado, exige uma força danada.

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  14. AK: “meter o muque e o pezão”. Vou fazer de conta que não li isso num texto por ti escrito.
    Válido o teor deste post.
    Indignou-me há alguns dias, a resposta dada por um instrutor de autoescola ao filho, então aprendiz, da pessoa com quem divido o escritório. O rapaz indagou se não iriam lhe ensinar a trocar um pneu. A resposta foi que “o mais correto é chamar um guincho”. Nunca fiz aulas de direção, sou habilitado anteriormente à vigência do atual CTB. A impressão que me dá é que, ao invés de auxiliar, as autoescolas terminam é por deixar os novos motoristas (ainda) mais ignorantes do que já são.

    Podem me chamar de “old fashioned”, mas sinto saudades dos tempos em que o pai ensinava para o filho como se troca um pneu. Hoje é o filho que ensina para o pai como se usa um computador.
    Destaco ainda, que os atuais freios a disco, quando sem a devida assistência, são de acionamento muito mais duro que os antigos a tambor. E em muitos modelos a trava de volante simplesmente desapareceu (o pioneiro foi o Celta – depois dele, Fox e Fiesta 2007).

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    1. UHU! Alguma coisa em que o pioneirismo do Celta é reconhecido!!!

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    2. Por isso o Bob mandou bem no Celtão V8 pneu 145 emoção pura dele!!!

      Celta. O mito.

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    3. O Willys Teimoso (versão popular do Dauphine), de 1964, e o Santa Matilde, de 1975, também não tinham trava de direção.

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    4. VW Fox 2009, também sem trava de direção.

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    5. Trava de direção deixou de ser necessária com as chaves codificadas. Acabou o tempo da ligação direta.

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    6. Não, Bob, a trava de direção não deixou de ser necessária. O sujeito entra no carro, quebra o vidro, o desengata e então é só puxá-lo com outro carro, também roubado. Nem guincho é necessário, facilitou a vida dos larápios. Mas como o importante é vender seguros e novos carros para as seguradoras, deixa para lá...

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    7. Nem tanto, anônimo...

      Lembro que há muito tempo, de brincadeira, falei para alguns amigos que eu era muito forte e que iria quebrar a trava do meu Fusca com um simples golpe. E não é que quebrou...

      Mais tarde falando com alguns mecânicos, eles me disseram que era moleza mesmo quebrar a trava e nem sabiam porque existia.

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    8. O Fiat Idea também não tem essa trava, mas como tudo tem um lado bom e um ruim, perde-se a "segurança" contra furtos dela, mas também não se passa sustos caso algum idiota resolva tirar a chave do contato com o carro em movimento, mesmo que seja só manobrando.

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    9. Curiosidade/Informação: Renault Megane e Grand Tour possuem trava elétrica na direção, acionada sempre que o cartão (chave) é retirado, após motor ter sido desligado.

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  15. Boa dica, AK! Tenho de treinar isso em algum lugar vazio num domingo ou feriado...
    Faço parte da massa que só começou a dirigir na autoescola e aprendeu muita coisa errada. Ainda bem que tem Autoentusiastas e os antigos textos do BS pra ajudar a desaprender o errado e adicionar conhecimento. Minhas bases eram mais por conta do automobilismo virtual, mas esse lance de suavidade, respeitar a máquina, devo tudo ao AE.

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  16. Aconteceu algo parecido aqui na minha rua: um cara com um tempra carburado estava descendo uma viela que termina justamente em em frente de minha casa. Pouco antes de chegar na esquina da minha rua (que também é descida) o motor apagou, ele não conseguiu fazer a curva e bateu em diagonal no nosso portão, arrancando-o e fazendo um barulhão. Acho até que ele fez isso deliberadamente pra não descer a rua, morrer e provocar uma tragédia. Rolou uma discussãozinha básica, meu pai sempre dirigiu pau véio e não sabia dessa particularidade da DH. Acabei entrando no meio pra explicar. No final, tudo deu certo e o cara pagou o conserto do portão.

    João Paulo

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  17. Já repararam que os carros com assistencia elétrica da direçao não apresentam tal problema.... pois o motor eletrico continua funcioando mesmo depois do principal ter apagado... deve ser por segurança né.
    Já testei no OLD e New FIT e no New Fiesta... todos mantiveram a assistencia eletrica na direçao depois de terem ''morrido''.

    PS: talvez um dia o servo freio também será elétrico... ou o sistema terá uma bomba elétrica pressurizando o fluido de freio. Alias o que não será elétrico um dia...

    Ivan SM

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    1. Isso existe (hidrovácuo de funcionamento independente) e é utilizado muitas vezes em automóveis cujo comando alto (ou informalmente "embaralhado") deixa o funcionamento do motor irregular em baixas rotações, não gerando vácuo constante na admissão e impedindo o correto funcionamento do hidrovácuo tradicional.
      Dá uma olhada no sistema da JEGS:
      http://www.jegs.com/i/Comp-Cams/249/5500/10002/-1

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  18. AK,

    E em carros com câmbio automático, como proceder para "engatar" uma marcha? O conversor de torque transmite força com o motor desligado? E lembrar de nunca, jamais, passar para a posição park. Nos com acionamento de câmbio apenas eletrônico, o buraco é mais embaixo ou o sistema "percebe" a situação?

    Grande abraço

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    1. Também tenho essa curiosidade.

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    2. Bom vou tentar responder pelo que sei dos dois automáticos que tenho ( antigos ) ..

      Fiz esse teste e não aconteceu nada... o conversor não tem força para segurar o carro nem fazer o motoro girar..talvez a uma velocidade altíssima crie alguma pressão no conversor...

      Eu fiz essa bobagem a uns 80 por hora para tentar virar o motor que havia morrido e nada..


      Já num carro automatizado não sei dizer..

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    3. Caio, até hoje só tive duas "mortes morridas" do motor com o carro em movimento no AT quando a ignição eletrônica deu pau, e pelo que me lembre o conversor não consegue transferir em reverso o movimento das rodas para dar o "tranco" no motor. Ele mal gira. Se fosse para chutar diria que tem algo a ver com a geometria das pás que não aceita a "reversão".
      O que sempre fiz foi "jogar na N" e usar o restante da assistencia do freio para reduzir e parar. Jamais a "P" se não quiser moer o mecanismo.

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    4. Tambem passei por essa experiencia duas vezes, ambas na cidade a baixa velocidade, sem maiores emocoes. Aparentemente foi alguma falha eletronica tambem.

      Abracos

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  19. Aconteceu comigo, com um Escort Zetec igual ao ex do Bob, até na cor. Ótimo carro, mas tinha um defeitinho crônico: ao desligar com o motor quente, após mais ou menos uma hora esfriando, ao ligar novamente a marcha lenta ia oscilando até apagar. Apagou no meio de uma curva, quase não consegui virar de tão pesado que ficou o volante. A dica de testar isso em local vazio é bom, e vale também para testar quando o seu carro trava as rodas (sem ABS) e treinar modulação de frenagem, entre outras coisas. Achar um lugar vazio e seguro é difícil, penso em um estacionamento de supermercado deserto talvez. Quanto a auto-escola, que tal como os americanos chamam: Driving school, simples e direto como student driver.

    Mauro

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  20. o negócio do freio eu sempre penso numa coisa...existe o freio-de-mão acionado por cabo, coisa que se pode fazer quando somente o freio der pau....mas no caso do motor apagar dependendo da situação é necessário ter ambas as mãos ao volante.

    já a direção deve ser um drama principalmente com as mulheres que são naturalmente mais fracas.

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    1. Cide F.,

      aí entra a providência de deixar a marcha engatada pro motor virar.
      Porém, como o Caio Cavalcanti perguntou, e nos casos de câmbio automático?
      Nesses casos, o jeito é perguntar ao Bob, que em breve deve responder, porque eu, confesso, não sei.

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    2. AK, Cide e outros
      Com câmbio automático epicíclico, de conversor de torque, não há como pôr o motor em funcionamento engatando D, L ou marcha de mais força. Mas o motor não pára de girar sozinho, do nada, se tiver marcha engatada, a menos que o motor morra mal o carro comece a andar (mais nos carros a carburador). Mas ainda há reserva de vácuo para frear, como o AK disse no texto.
      Já nos câmbios roborizados o engrenamento é normal com motor desligado, tipo "pegar no tranco". Basta mover a alavanca para D. Essa é uma vantagem do roborizado sobre o automático epicíclico.

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    3. Obrigado pelos esclarecimentos, Bob e AK.

      Abracos

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  21. Legal foi uma vez com meu Gol AE1000 quando fui entrar em uma rodovia e pisei fundo no acelerador em 3ª para uma manobra zíper e... travou o acelerador, borboleta do 2º estágio do carburador ficou aberta, se colocar em ponto morto, o motor vareteiro se acaba em 7000 rpm, se desligasse perdia os freios e trava o volante, então 5ª marcha e freio de leve mantendo uns 50 km/h (sorte que é motor 1 litro) e quando achei um lugar para parar desliguei o motor, pé socado no freio e uns 100 m depois o carro parou.

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    1. O volante não travaria desligando, só se você o retirasse do tambor. Os freios ainda teriam ação nas primeiras duas pisadas. Sendo um Gol AE1000, jogando a 5a marcha ele teria uma retomada fraca também, até você buscar uma saída.

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  22. A única coisa que já me aconteceu foi quando o servo-freio do meu Escort parou de atuar de repente (o motor não morreu)... foi um susto no meio do trânsito. Ainda bem que pisar com mais força no pedal resolveu, mas foi terrível!

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  23. Já tive a experiência ainda pior de sofrer superaquecimento dos freios em um Landau AT no meio do trânsito do centro da cidade. Tive que ir dosando o freio de estacionamento (que estava sem muita eficiência) até conseguir achar um local para parar e esperar o resfriamento do sistema para seguir até em casa.
    Por sorte ele dava conta de segurar o creeping nas descidas.
    Mais tarde, no desmonte do sistema, a descoberta da cagada: O carro, em algum ponto, teve as sapatas substituidas por outras não originais em apenas uma das rodas, e as lonas (que eram de F-1000), diferentemente das originais, eram coladas. A cola soltou e a lona ficava fazendo pressão contra o tambor, gerando muito calor e fervendo o fluído.
    Depois de trocar tudo e colocar as devidas rebitadas, trocar de Dot3 para Dot4, nunca mais tive qualquer problema.
    Mas assusta.

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  24. puta q pariu pisa no freio zé!

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  25. Me preocupa profundamente ler comentários de gente recentemente habilitada pelas vias normais, em CFCs (aka auto-escolas). Constato que pouca gente sabe como proceder em caso de pane de algum sistema de auxílio a frenagem e direção. Pior, não entenderem como funcionam esses sistemas. E ainda por cima alguém alegou ter medo de passar de 2.500 rpm. Não sei se é verdade ou apenas tentativa de fazer graça. Mas conheço uma pessoa avarenta pra caralho (desculpem-me o Francês não muito polido), que não passa de 3.000 rpm num Corsa 1.000 "para não ter que antecipar as trocas de óleo por uso severo" nem que a rampa a ser escalada atinja valores abusivos (para um motor pequeno e sem torque).

    Ou seja, o caos está instalado. Legisla-se, em matéria de trânsito, para ignorantes. Sendo assim, até entendo a obrigatoriedade dos dispensáveis air bag e ABS em todos os carros produzidos no Brasil a partir de 2014.

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  26. Solução pra isso tem nome. Revolução !

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  27. Já tive um Polo Hatch 2005, os primeiros flex desse modelo, que tinha um problema crônico de apagar justo logo quando estava em uma curva mais quente. Soube depois que era um problema na flauta de admissão de combustível e que a VW estava trocando a peça em garantia estendida(como só soube disso depois de vender o carro, até hoje pode ter esse problema). Por duas vezes quase capotei por isso, mas consegui segurar bem o polinha na curva, com a direção dura.

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  28. AK, outra situação perigosa é vir de cano cheio , pé atolado e deixar para frear no último instante, se o pé sair do acelerador muito rápido pro freio não tem vácuo não , nem freio................

    Até nisso o Fusca era bom, sem servo, freio levíssimo com seu " burrinho" de caminhão (MB 608)

    A gente soltava o LTD nos descidões de vez em quando ( D para N) , só para ver o peso levar o ponteiro de 100 para 140 ou mais, ao voltar D o tranquinho era mínimo , lá na css Ford falavam que caso acabasse a bateria e tivesse declive, a 60 Km/h era passar de N para D o motor ligaria. Mas o Bob disse que não e acredito.

    Um carro atual com injeção eletrônica, totalmente sem bateria, funciona, basta ter uma descida e espaço : requer embalar a uns 50 km/h , é engrenar uma terceira e em 2 ou 3 segundos com o motor rolando o alternador produz energia para funcionar injeção e faiscar velas , o carro liga ...

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  29. Outra coisa que pode acontecer, totalmente ao contrário do post do AK e hoje muito menos comum, é o acelerador travar "lá em baixo". Logo que havia comprado meu Caravan 4,1-litros, tudo indicava que o dono anterior não era chegado a usar todos os potrinhos do GM250, muito ao contrário de mim, o que fazia o segundo estágio do carburador travar aberto. Certa vez, com outra pessoa no carro, pisei fundo em segunda marcha para ultrapassar outro veículo e não deu outra: o motorzão continuou cheio de vida na hora da troca de marcha, para desespero de meu carona. A solução foi muito simples: mantive o carro engatado, desliguei a chave e encostei o carro numa boa...

    Para meu espanto, a pessoa que estava comigo, se estivesse sozinha, entraria em pânico e não saberia como proceder, provavelmente se esborrachando sem necessidade. Aproveitei para explicar que, nesses casos, é preciso girar a chave somente até o primeiro estágio de desligamento da ignição, pois se o volante tiver trava, vai dar meleca se girar a chave até o fim. E se por um azar lascado a chave não desligar, que se pise na embreagem e boa. Melhor "apenas" um motor estourado do que você, o carro e sabe-se lá mais quem...

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    1. Road Runner,

      bem lembrado. Isso costumava acontecer e não era muito raro, não. Ocorreu o mesmo com uma Belina II que comprei usada.

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  30. Este comentário foi removido pelo autor.

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  31. Acho tudo isso um exagero de preocupação. Vale como pretexto para bater um papo, mostrar para a filha ou filho como as coisas funcionam e que o papai sabe das coisas. Os carros quando em movimento por mais que se perca a assitência da direção são perfeitamente controláveis e ídem para o freio quando a reação natural ao se pisar em um pedal de freio duro é de imprimir mais força. Desde que se esteja com as mãos no volante e calçados adequados, tudo fica dentro do controle.
    Certa vez estava na estrada com um monza classic SE 1992 e a correia dentada saíu de ponto deixando o motor sem compressão e cortando toda a força. Simplemente estacionei o carro no acostamento normalmente sem nenhum problema mesmo optando por acionar a embreagem para não massacrar as válvulas assim que percebi o que havia ocorrido. Por incrível que pareça elas não foram atropeladas pelos pistões mesmo sendo um monza 2.0 a álcool e bastou substituir a correia tudo voltou a funcionar sem sequelas. Por sorte ou azar não sei ao certo estava com uma correia nova no portamalas e fiz a substituição com ferramentas emprestadas pelo motorista do guincho em cima da prancha em um posto de gasolina próximo e continuei a viajem.

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    1. OK, Giovani,

      vc não ensina os seus e eu ensino os meus e quem quiser que ensine os dele e estamos conversados. O papo do Monza não tem nada a ver com o assunto.
      "Só pra mostrar que o papai sabe das coisas..." -- que chatice.

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    2. Arnaldo,
      Não leve para esse lado. Acredito que qualquer pretexto vale e é bom para levar um bom papo com os filhos, não usei a expressão "papai sabe das coisas" no sentido pejorativo, mas acabei te ofendendo. Peço desculpas. Em síntese só falei da experiência que tive com o monza quando perdi a assistência com o carro em movimento e não significou nenhum risco significativo para mim, talvez a falta de potência teria sido o maior risco. Falei do reparo mecânico talvez para mostrar que "papai sabe das coisas" pois gosto muito de mecânica por lazer a maioria acha uma chatice por a mão na graxa.

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  32. Cleberson Pertile08/06/12 01:48

    Não era mais fácil se não fosse possível tirar a chave do carro com ele em movimento?

    Da mesma forma que não é possível engatar ré com o carro andando (em vários modelos)…

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  33. Pois é eu aprendi na marra, descendo um ladeira com um declive acima do normal. No dia eu tava com um Siena 2009. Viche quando eu vir a direção endureceu, quando olhei no conta giro (NÃO TINHA NADA, SÓ UM ZERÃO), o carro embalou, pensei rápido! trava aqui "nem a pau" ia deslizar e não ia parar. Então como ação imediata botei força no pedal de freio, que já não tinha mais vácuo, segurei o volante com força e votei a dominar o cavalo, pisei forte até o carro parar. Essa pensamento de botar mais força veio porque eu aprendi primeiro em um cheveti (freio duro ) e depois passei para um palio (freio mais duro do que o cheveti). As vezes a gente aprendi na marrar e tem que saber pensar direito e ficar calmo. Valeu Arnaldo keller o seu texto serviu pra completar as informações que eu já tinha. Continue assim.

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