3 de setembro de 2011

O AGRADÁVEL PEUGEOT 408

Fotos: Divulgação Peugeot

O Peugeot 408 foi apresentado em fevereiro e substituiu o 307 sedã. É da categoria médio-compacto, o concorrido segmento M1 de sedãs na Europa, representado por Focus, Jetta, Fluence, C4, Civic e Corolla. Vem de El Palomar, Grande Buenos Aires. Vendas começaram em março e até agosto 3.627 unidades já havia sido vendidas (fonte: Fenabrave), mostrando bom desempenho nesse início de comercialização. Só em agosto foram 905 unidades.

Vem em três versões, todas quatro-cilindros 2-litros flex com duplo comando de válvulas e 16V, 151 cv/143 cv a 6.250 rpm (E/G), 22/20 mkgf a 4.000 rpm (E/G).. A versão Allure sai por R$ 59.500, a Feline, R$ 74.900 e a topo Griffe, R$ 79.900. As duas últimas são oferecidas somente com caixa automática epicíclica de quatro marchas com modo de troca automático e manual pela alavanca.  O Peugeot 408 compartilha a plataforma com Citroën C4 Pallas, a outra marca do grupo PSA Peugeot Citroën.

As dimensões generosas da carroceria e do entreeixos (veja ficha técnica) proporcionam espaço e conforto para todos os ocupantes, especialmente no banco traseiro, em que sobra espaço. Os materiais internos denotam cuidado com projeto, evitando qualquer impressão de mau acabamento. O grande comprimento das portas traseiras se destaca, para grande facilidade no entra e sai. O nível de equipamentos é elevado (veja lista) e não há opcionais, a não ser pelo tipo de câmbio no Allure, manual ou automático.


Espaço no banco traseiro é um dos destaques do 408
 Na versão Griffe os enormes e eficientes espelhos externos de vidro convexo recolhem-se ao trancar o carro.

Uma prática francesa (e, ultimamente, alemã, nos Volkswagen e Audi), não há a faixa degradê no vidro do pára-brisa, indispensável em regiões de grande insolação como o Brasil, embora esse vidro - que é enorme - seja do tipo acústico.

Com seu motor de dois litros e arquitetura do nosso tempo, com ampla faixa de potência ajudada pelo comando de admissão de fase variável, o resultado só poderia ser boa desenvoltura. Com câmbio manual, acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos e atinge 212 km/h. Com automático, 11,9 segundos e 208 km/h (dados de fábrica, sempre etanol). Pesa de 1.468 kg (Allure manual) a 1.527 kg (Griffe) e a relação peso-potência vai de 9,7 a 10,1 kg/cv. O motor gira suave, mesmo sem árvore contra-rotativa de balanceamento.

O novo Peugeot é muito agradável de dirigir com seu volante três-raios de 380 mm e, como aprecio, com o conta-giros à esquerda. O velocímetro é "francês" quanto às marcações ímpares, que divide opiniões entre contra e a favor (meu caso). Mas eu preferiria instrumentos com fundo preto em vez de branco. O apoio de pé esquerdo é generoso.


Velocímetro com marcações ímpares: nem todos gostam

Lamentável e incompreensivelmente, a Peugeot não informa o consumo de combustível normatizado - e não é a única. Mas, para se ter idéia, a publicação suíça Automobil Revue informa consumo médio (com gasolina super de 95 octanas RON sem etanol) de 1 litro para 12,3 km com o manual e de 1 litro para 11,9 km, com o automático. Lamentável também os estilistas terem aplicado duas saídas de escapamento falsas, apenas decorativas. A belas linhas do 408 dispensam tal recurso de estilo.

Duas saídas de escapamento falsas, recurso dispensável

A suspensão é a hoje quase universal dupla McPherson-eixo de torção. O 408 é mais um bom exemplo de carro de tração dianteira moderno, com comportamento exemplar e que inspira confiança. Dificilmente o motorista se meterá em apuros, mesmo se apanhado de surpresa por uma curva de raio diferente do imaginado. E ainda há a “mão” do controle de estabilidade para tirá-lo de apuros num eventual excesso.

Os pneus são Pirelli P7 assimétricos 205/55R16V no Allure e no Feline e Griffe, 225/45R17W, escolha correta para o peso do 408.

Muito agradável é a percepção da grande rigidez estrutural. A carroceria não “mexe” ao trafegar sobre pisos irregulares. Igualmente acertada é a calibração de suspensão, aquilo que se chama “no ponto”, conciliação de conforto e estabilidade à perfeição. É particularmente notável a suavidade ao rodar, com total ausência de ruídos numa atmosfera muito agradável. Os franceses assimilaram rápido o nosso chão.

Nos freios a disco nas quatro rodas, carga de pedal e progressividade perfeitas, permitindo “derrotar” o ABS sem dificuldade. O tanque é de convenientes 60 litros e o porta-malas aloja nada menos que 526 litros e tem as convenientes dobradiças pantográficas.

Grande porta-malas, 526 litros. Dobradiças são pantográficas

O automático epicíclico de quatro marchas, embora seja uma nova caixa, com lógica reprogramada segundo a fábrica, mereceria uma marcha a mais para certamente dar mais desenvoltura ao 408 automático como o Griffe que o AE dirigiu. Mas não chega a desagradar de todo e tem lógica adequada tanto para subir serras quanto para descer, no caso promovendo reduções automáticas ao se frear antes de uma curva. O bloqueio de conversor de torque é em terceira e quarta. A 120 km/h, 2.800 rpm.

Automático de 4 marchas; em Manual, sobe marcha para frente/reduz para trás
A versão Griffe traz navegador GPS montado no centro do painel que pode ser escamoteado, deixando a visão à frente livre quando não estiver em uso, fora que desestimula a ação dos "amigos do alheio". Boa solucão.

Navegador escamoteável no centro do painel na versão Griffe

A Peugeot informou por ocasião do lançamento que no segundo semestre chegaria uma versão 1,6-litro turbo, com o mesmo e brilhante motor THP (de turbo high pressure) de injeção direta da “peruona” 3008, de 156 cv a 6.000 rpm e torque de nada menos que 24,5 m·kgf a 1.400 rpm. Vai fazer uma boa diferença, mas já estamos no terço final do terceiro trimestre e, por enquanto, nada.

Os franceses parecem não estar mesmo brincando em serviço. O 408 deixa isso bem claro.

BS

Peugeot 408 - FICHA TÉCNICA



Allure
Feline
Griffe
MOTOR
2,0 DOHC 16 válvulas, VVT na admissão
Configuração/Posição
 4 cilindros em linha / transversal
Material do bloco
 Ferro-fundido
Material do cabeçote
 Alumínio
Diâmetro dos cilindros (mm)
85
Curso dos pistões (mm
88
Cilindrada (cm³)
1.997
Taxa de compressão
10,5:1
Poência máxima (cv/rpm)
143 (G)/151 (E)/ 6.250
Torque máximo (mkgf/rpm)
20 (G)/22 (E / 4.000
Formação de mistura
Injeção indireta multiponto seqüencial
Tanque de combustível (l)
60
Combustível
Gasolina e etanol, flexível
TRANSMISSÃO
Transeixo manual 5 marchas
Transeixo automático 4 marchas tiptronic
Transeixo automático 4 marchas tiptronic
Rodas motrizes
Dianteiras
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo
Pinhão e cremalheira
Assistência
Eletroidráulica
FREIOS
Dianteiros a disco ventilado, traseiros a disco; ABS
RODAS
Alumínio, 16 pol.
Alumínio, 17 pol.
PNEUS
205/55R16V
225/45R17W
DIMENSÕES E PESOS
Comprimento (mm)
4.690
Largura (mm)
1.815
Altura (mm)
1.519
Distância entre eixos
2.710
Porta-malas (l)
526
Peso, ordem de marcha (kg)
1.468
1.494
1.524
1.527
DESEMPENHO



Aceleração 0-100 km/h (s)
10,4
11,9
Velocidade máxima (km/h)
212
208
GARANTIA (ANOS)
3



EQUIPAMENTOS PEUGEOT 408



Allure manual
Allure automático
Feline
Griffe


ABS + EBD + auxílio à frenagem
S
S
S
S

Acendedor de cigarros
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S
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Alarme antifurto
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Alerta de motorista sem cinto
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Apoio de cabeça nos 5 lugares
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Ar-condicionado de ajuste manual com saída traseira
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Ar-condicionado automático digital duas-zonas com saída traseira
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Banco do motorista com regulagem elétrica de altura
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Banco do motorista com regulagem manual de altura
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Bancos revestidos de couro
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Bancos revestidos de tecido
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Bluetooth e streaming
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Bolsas infláveis de cortina
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–-
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Bolsa inflável frontal dupla
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Bolsas infláveis laterais
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–-
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Carcaça dos espelhos na cor da carroceria
S
S
S
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Cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e limitador de esforço
S
S
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Cintos de segurança traseiros (3) com limitador de esforço nos laterais
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Comandos do áudio na coluna de direção
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Computador de bordo
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Controle automático de velocidade
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Controle de estabilidade
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Descansa-braços individuais nos bancos dianteiros
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Desembaçador do vidro traseiro
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S

Direção com assistência eletroidráulica
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Faróis de neblina
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Faróis de xenon auto-direcionais
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–-
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Indicação de verificação/controle e de manutenção
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Indicador de portas abertas
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Luz de freio piscante em frenagem de emergência
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Luz traseira de neblina
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Navegador GPS integrado ao painel e escamoteável eletricamente
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Painel revestido com material macio
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Porta-copos no console central
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Porta-luvas refrigerado e iluminado
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Protetor de cárter
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Rádio/CD/MP3 com entrada USB




Repetidoras dos indicadores de direção nos espelhos
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Retrovisor interno eletrocrômico
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–-
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Retrovisores externos elétricos
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Retrovisores externos rebatíveis eletricamente
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Rodas de alumínio de 16 pol.
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Rodas de alumínio de 17 pol.
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Saída do escapamento cromada
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Sapatas dos pedais de alumíno
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Sensor crepuscular
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Sensor de chuva e limpador indexado à velocidade
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--
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Sensor de estacionamento dianteiro
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Sensor de estacionamento traseiro
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Teto solar elétrico
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Tomada de  12 V no console central
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Travamento automático das portas e porta-malas
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Travamento central
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Trava para criança nas portas traseiras
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Vidros elétricos com antiesmagamento
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Volante com regulagem de altura e distância
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S

Volante em couro com comandos do rádio
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S
S
S



49 comentários:

  1. Ainda bem que aprenderam a assimilar nosso asfalto! Eu tive um 206, que tranqueira! Suspensão de kart! Como bom opaleiro, aprecio uma barca macia como essa.

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  2. Bob, essa caixa dizem que é a AT8, mas comentam que é apenas uma evolução da AL4 é verdade? Melhorou muito o comportamento dela, mesmo só tendo quatro marchas ?
    Esse será meu próximo carro, com o motor 1.6 Turbo e o câmbio de 6 marchas vai ficar excelente.

    Mauro Cesar Luz

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  3. Sem dúvida um bom carro, e ficará ainda melhor com motor/câmbio da 3008; pena que a "Pejô" foi fominha e deixou a versão de entrada depenada em comparação com o Renault Fluence de de preço similar, que já vem bem completo desde a versão básica e tem desconto para CNPJ (receber o carro, aí é outra história...).

    Bob, e quanto à suspensão, que segundo amplamente divulgado na época do lançamento seria dura demais...alguém inclusive disse aqui nos comentários que seria até mais dura que a do Civic e que o 408 "parece nem ter suspensão, de tão dura..."?

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  4. Marcelo Junji03/09/11 17:29

    Os peugeots sempre dão prazer ao dirigi-los. Mas os problemas são os ruídos de acabamento e suspensão pouco durável.
    E tem outra. Não existe garantia nos carros da peugeot. Se o defeito não for muito evidente, a autorizadas alegam que o carro está normal e não consertam, e não adianta ir em outra rede, pois é a mesma coisa. Parece que os consultores são treinados pela fábrica para evitarem ao máximo o conserto do carro. No meu carro o ar não refrigera bem, a tampa de combustível deixa escapar os gases do tanque, a regulagem de altura do farol está com mau contato, entre outros problemas, e não consertam pois dizem que está tudo normal.
    Não recomendo a compra de nenhum peugeot, por melhor que o carro seja, pois o pós venda não existe.
    CARROS DA PEUGEOT NÃO TEM GARANTIA.

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  5. Nem vou me alongar muito no assunto enão vou ficar horas aqui escrevendo. Mas Peugeot nunca mais. Atendimento péssimo, peças em estoque = zero, qualidade da suspensão = lixo, barulhos = muito nervoso.

    Um carro muito lixo de uma empresa muito lixo.

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  6. Uniblab
    Suspensão dura? Nunca!

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  7. Esse é um carro bonito, só que a Peugeot nunca faz meio serviço, então eles puseram aquelas horrendas saídas de escapamento falsas.

    Fora que nada justifica o rodar duro e o peso excessivo do carro, já que ele tem o tamanho parecido com o do Fluence e pesa, pelo menos, 110 kg mais.

    Continuo achando que por R$ 60.000,00 o Fluence é o melhor, e por R$ 80.000,00 o Fusion ainda é imbatível.

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  8. Bob,
    acho que a falta da faixa degradê no vidro dianteiro se dá por causa do sensor de luz e de chuva, que geralmente é colocado na parte superior do vidro, dentro do carro, atras do retrovisor. Este sensor deve precisar do vidro claro para funcionar direito...

    É sem dúvida um belo carro, só não compraria porque já tive um 307 e a suspensão depois de uns dois anos fica muito barulhenta...acho q não foi bem adaptada ao piso brasileiro.

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  9. QUANDO O MOTOR TURBO VAI VIRAR MODA NO BRASIL??

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  10. Esse é o problema de comprar carro baseado em avaliação de site ou revista. Nessas avaliações só se tem a parte boa do carro, o pós-venda, manutenção, durabilidade, revenda, seguro entre outros itens importantes não são levados em consideração e fazem os incautos tomarem na cabeça adquirindo essas belezuras.

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  11. Não sei se são (é bem provável que sim) só as versões mais caras, mas uma coisa que eu colocaria no rol de qualidades (para mim, é) do carro,é o interior claro.

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  12. Eu gostei do 408 desde o lançamento, lindo sedã, com muito espaço, motor deve dar conta, não entendo nada de design mas me parece algo fluído, limpo.
    408 eu considero o melhor dentre os da mesma categoria.

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  13. Mauro,
    Como escrevi, o câmbio funciona bem, como deve, nada de estranho acontece. É difícil se fazer câmbio totalmente novos, eles vão evoluindo. Não sei se á AT8, mas funciona bem.

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  14. Anônimo 3/8 19:20
    Se avaliação de revistas e sites são insuficientes, qual a solução então? Quer dizer que comprar carro novo no mercado é ser incauto? Deve-se esperar quantos anos antes de decidir?

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  15. Não sou muito fã de nenhuma das marcas francesas, mas Peugeot seria a última opção dentre as três..

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  16. Talvez a Peugeot não divulgue o consumo por aqui por medo de revelar eventual beberronice dos carros da marca com motor 2.0.
    Já viajei uns 700 km com um 307 2.0 monocombustível automático (sim, aquela folclórica transmissão de quatro marchas) e assustava-me a beberronice na estrada, e isso porque normalmente consigo fazer carro beber pouco. No caso, inclusive usei a mudança manual na estrada o tempo todo, por notar que a simples mudança para o modo totalmente automático fazia o medidor instantâneo piorar a marca.

    Na volta dessa viagem, quem guiou foi um cara acostumado com carro automático (e que estranhava o fato de eu manter no modo manual). Como cara acostumado com automático que esse cara era, nem preciso dizer que a beberronice disparou, pois ele usava kick-down com frequência, fora o simples fato de que a alavanca na seleção para modo automático demonstrava que o carro bebia mais do que se estivesse com as marchas sendo controladas manualmente.
    E isso porque estamos falando de um 307, que é bem mais leve que um 408, que também embute a penalidade de ser flex.

    Portanto, tenho cá minha impressão de que o 408 2.0 faça algumas pessoas acharem que um Opala 4.1 até que era econômico para sua pouca tecnologia. De repente, o 1.6 turbo pode mudar esse quadro e quem sabe ser mais econômico do que os médios mais econômicos do mercado.

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  17. Anônimo 22:23

    Segundo consta, no Citroën C4 esse motor 2.0 faz 9 km/l com álcool e 11 com "gasola" na estrada, sendo assim um dos "Frex" mais beberrões do mercado...até o anacônico Monzatech do Astra que tínhamos aqui fazia os usuais 10 km/l com álcool e 13 com gasolina.

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  18. carro as vezes é como algumas mulheres bonitas: não presta mas a gente fica apaixonado

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  19. a vantagem é que quando a gente se separa do carro o prejuízo é menor

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  20. Uniblab, já que você falou 11 km/l na estrada para um C4 2.0 (e aqui pensando que ele nada mais é que um 307 com outra carroceria), então o que posso dizer é que é o famoso caso do flex que não fede nem cheira com gasolina, uma vez que consome muito próximo ao que registrei com o 307 2.0 automático monocombustível na viagem que fiz (e, no caso, com o tal lance de manter a transmissão sempre na mudança manual por notar que a simples mudança de posição fazia o carro beber menos).
    De qualquer forma, uma beberronice desmedida, seja mono, seja bicombustível.

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  21. Porque não colocaram logo o motor turbo do 3008 ? Esse motor 2.0 FLEX bebe muito. Não compraria. Perde para Focus, corolla, new civic e fluence.

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  22. Um grande erro foi não disponibilizar câmbio manual para a versão Griffe,quem quer um carro completo mas com câmbio manual fica sem opção. Um absurdo.

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  23. Bob, eu prefiro aumentar para trás e reduzir para frente. Parece ser bem mais natural,mas não sei explicar o porque disso. Além da Fiat quem mais faz carros que reduzem para frente?

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  24. Este comentário foi removido pelo autor.

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  25. Alexandre - BH -04/09/11 04:33

    Qualidades inquestionáveis. Porém, não gosto: Marcações do velocímetro - As velocidades de 60 e 80 km/h são as mais comuns em nossas vias e o motorista menos familiarizado pode se perder na leitura; Estilo – Infinitamente melhor que o do 307 Sedã, mas suas linhas são previsíveis demais. Remetem a modelos mais antigos da marca. Peugeot 508 é o que realmente inova nesse item; Saídas falsas de escapamento – O penduricalho soa como tentativa de parecer ser mais do que realmente é. Pensando bem, não soa... Tática me faz lembrar dos Opalas 4 cilindros em que os donos colavam o emblema 250/S na traseira.

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  26. Douglas
    Os BMW começaram com subir para frente em 1998 mas em determinado momento inverteram. Essa questão é mesmo polêmica, aqui e no mundo. Porsche, Audi e VW reduzem para trás. Sinto-me melhor subir para frente, como subir canal no controle remoto pelo botão superior.

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  27. Eu já tive um carro francês muito bom. Tão bom que deixou saudades. Meu irmão mais velho depois que comprou o primeiro, gostou tanto que já está no terceiro, mais o da esposa que agora também é francês. Meu filho também tem um, o dele é um 206 1,6 16V adquirido novo que agora está com 120.000 e em perfeitas condições de uso. E muitos sem saber e até por fanatismo por marcas tradicionais no país, dizem que carro não dura.

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  28. Também achei estranho a falta de vidro degradê. O Clio que eu tive, também não tinha.

    PS.: no texto anterior, considerar no final, "que carro francês não dura".

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  29. Está demorando muito para os fabricantes "daqui" começarem a disponibilizar motores verdadeiramente modernos, downsized, para carros que não sejam as versões mais caras. Até pelo contrário, tem fabricante que tem aumentado a cilindrada..

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  30. Anônimo 08:59

    Para quê, se quando um motor moderno vira "Frex", ele passa a beber tanto quanto os jurássicos Monzatech e AP-2000 "embelezado" (EA-113).

    Por isso que assino embaixo o que alguém uma comentou no falecido Blog do PCG; o "Frex" fez a tecnologia de motores no Brasil regredir 20 anos.

    Claro que a "mijolina" da Petralhabrás também não ajuda em nada...

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  31. Bob Sharp.

    Tal qual como comentou ao Douglas (04/09/11 07:42) sobre o padrão de acionamento das trocas dos acionadores eletrônicos por alavanca, também tenho a mesma escolha que a sua. Antes, eu tinha a opinião que o modelo "inercial" era mais natural, porém é pouco relevante o efeito, e seguindo a sua linha de raciocínio, adequar o padrão de comando aos comandos dos mais diversos aparelhos eletricos ou eletrônicos, onde para cima aumentamos grandezas e para baixo as diminuímos, parece excelente e causa menos confusão no dia-a-dia e para os usuários comuns de automovéis, que apenas querem usá-lo tal como qualquer outra máquina ou mecanismo (uso prático e intuitivo) - aos AUTOentusiastas cabem as diferenças e personalizações, pois eles costumeiramente possuem a atenção e o cuidado ao analizar como utilizar de maneira otimizada o conjunto antes de efetivamente operá-lo.

    Bem, diante do exposto, apreciaria a sua opinião argumentada, sua razão de escolha para a preferência do tacômetro (conta-giros) do lado esquerdo - será por ficar em uma localização privilegiada na visão periférica em situação de ultrapassagens de veículos?, como também a preferência pela marcação "ímpar" do velocímetro (exemplo ao automóvel avaliado) - talvez por, neste país, a graduação permitir que utilize-se o automóvel com margem de segurança de 10km/h ao limites comuns com o auxílio dos marcadores numéricos maiores nestas posições de "margem segura".

    Eu acho interessante (como curiosos que sou), e importante para nosso crescimento intelectual (comum aos artigos deste espaço) que, quando possível, apresentem-se os motivos para determinadas escolhas, seja apenas comentando que é uma simples escolha emocional (por trazer boas lembranças à um automóvel muito apreciado e que tinha tal configuração) ou por escolhas racionais, fruto de análise cuidadosa das vantagens e desvantagens de várias configurações.

    Perdoem-me, aos que acham que extendi-me demais.

    Grato.
    Abraço.

    Allan Welson.

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  32. Automático, 4 marchas, 1600 kg, patonas 225 (pusta arrasto), 150 cv e 20 kg de torque. Pagar 80 mil num carro com essa configuraçao RIDÍCULA? Para andar igual mille e celta VHC?

    TO FORA!!!!!!!!!!!!!!!!
    MAS FORA MESMO!!!!!!!!!!

    abraço

    Lucas CRF

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  33. Este comentário foi removido pelo autor.

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  34. Agradável sim, porém infelizmente "padece do mesmo design" do 307 Sedan - na minha opinião vai vender tanto quanto seu antecessor.
    Realmente Alexandre BH, o desenho da traseira do carro remete diretamente ao das linhas 406, 407 e 607.
    O que a Peugeot precisa para melhorar sua imagem aqui no Brasil, é consertar a burrada que fez ao lançar o 206,5 ao invés do 207 europeu, e ainda lançar o 308 na Argentina e não aqui.
    Continue com o excelente blog

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  35. Bob,

    Quanto aos números do velocímetro, entendi o que você quis dizer, mas 10, 30, 50... são números pares. Prefiro os números "pares", por serem adequados às placas de limite de velocidade aplicadas nas ruas e estradas brasileiras.

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  36. Tive um 306, e atualmente tenho um 405 e um citroen xsara break 1.6 16V. O que posso dizer:
    O motor 1.6 16 é muito econômico. Já tive palio na mesma configuração e não fazia de jeito nenhum 8 km/l na cidade. O citroen tranquilamente faz isso com o pé atraz. Faz 9 a 10 km/l na cidade.
    Quanto a suspensão, creio que o pessoal abusa. Não tive problemas de suspensão com nenhum deles. O 405 está com 215 mil km e não sinto problemas de suspensão.
    O 405 é 2.0 16 V e considero normal fazer 12 km/l na estrada andando a 110 / 120 km/h.

    Então, quando falam que peugeot ou citroen não prestam, n]ao entendo se mudou tanto assim em alguns anos. Ainda não tive a oportunidade de dirigir um carro zero, mas posso dizer que no 206,5 que andei, não posso reclamar de acabamento e outros detalhes. E acho que é um carro certo para o Brasil. O 207 é do tamanho do 306, ou seja, pouco menor que o 307 atual, o que no meu ponto de vista, gera problema de posicionamento e de valor do carro.

    Sds,

    Cristiano Zank.

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  37. Cristiano, muitos não concordam comigo,mas algumas novidades só pioram o carro, esses peugeto e Citroen com aquela porcaria de BSI e outras eletronicas imbecis que servem para "aumentar a comodidade",traduzindo, instalar viadagens como ligar o limpador traseiro qdo o dianteiro está ligado ao engatar a ré que impressiona o consumidor mas é uma poltrona cheia de espinhos qdo isso dá pau (pesquisem o modo ECO nos peugeot multiplexados),os bons 406 eram carros excelentes e economicos, de fácil manutenção e robustos, não pesavam 1500kg de jeito nenhum,mesmo o 405 é um carro muito resistente,tive 306 e Xsara tb, os pontos fracos são coxins de motor e buchas de suspensão,fora isso aguentam desaforo muito bem com bons níveis de consumos.....

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  38. "É da categoria médio-compacto, o concorrido segmento M1 de sedãs na Europa, representado por Focus, Jetta, Fluence, C4, Civic e Corolla."

    (?)

    Mas esses sedans nem vendem na europa - somente alguns países do leste. O concorrido lá é com peruas e hatches.

    Esses sedans sao pra emergentes.
    Tanto que esse 308 é um 307 evoluído em forma de sedan pro mercado Chinês principalmente, e não um 308 legítimo europeu com 3 volumes.

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  39. Marconi
    Aqui temos limites de 70, 90, 110 km/h em boa quantidade.

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  40. EduRSR
    Mesmo com faixa degradê pode haver uma ilha não-escurecida suficiente para os sensores funcionarem.

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  41. Allan Welson
    Problema nenhum, comentários longos demais. Espaço é para ser usado, não economizado. Gosto do conta-giros à esquerda porque nos momentos críticos, como ao analisar o tráfego contrário, desvia-se menos o olhar. Me incomoda realmente o conta-giros no lado direito. Quanto à numeração ímpar, há muitos limites ímpares, 70,90 e 110 kmh, creio que mais que pares.

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  42. Bob

    Muito obrigado pela gentileza.
    Na região onde moro parece-me que os limites são mais "pares" do que "ímpares", razão do meu comentário sobre "margem de segurança". Acho que por força do órgão responsável, independente em cada região, haja esta característica que talvez tenha gerado também o comentário do "Marconi".

    Bom entender as razões de suas escolhas (e não excluo também as razões dos outros frequentadores deste espaço). Sejam elas mais racionais, como relatadas neste artigo, ou emocionais como no artigo "CARROS E ODORES, DE MÃOS DADAS". Acho importante, pois ajuda-me a formar ou reformar opinião sobre determinado assunto. Por vezes deixamos de perceber determinados pontos, ou até mesmo podemos perceber de maneira diferente da qual fora proposto, e o ponto de vista de outra pessoa pode ajudar a resolver estas questões. É valiosa esta troca de informação, de opinião, ainda mais em ambiente e companhia agradáveis como tenho aqui.

    Novamente, muito obrigado.

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  43. Eu achei o 408 maravilhoso. Não adquiri um pois não necessito de sedan, vou de hatch médio mesmo. Agora, entre eu e minha esposa tivemos dois franceses recentemente. Eu um mégane (carro muito bom, e de manutenção ridiculamente barata) e um 307 (que ainda temos, mas com manutenção bem mas cara). Ambos os franceses foram / são excelentes. Conforto, silêncio, segurança passiva / ativa... Os mais recentes carros que tivemos (mégane, 307 e bravo) se destacam pela tecnologia (relativizada pelo "atraso brasil"). Cheios dos detalhes e "frescuras" que trazem segurança e conforto. Não vejo justificativa para abrir mão destes "pequenos luxos" (fora questões de preço). O brasileiro vive (e parece gostar disso) em uma sociedade low-tech em pleno século xxi. Alguém quer usar apenas "remédios do tempo da avó" quando ficar doente? Carros cada vez com mais tecnologia embarcada não é frescura, é confiabilidade, segurança, etc.

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  44. Ariana

    Olá adquiri um 408 faz um mês e estou adorando, muito bom mesmo, eu tinha um 206 SW que era excelente também, não tenho o que reclamar dos carros e nem do fabricante, compraria outro Peugeot de olhos fechados.

    Att.

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  45. Fujam dessa fria: http://peugeot3008avaliacao.blogspot.com

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  46. Bob, você confirma 2.800 rpm a 120 Km/h? Por que alguns falam que o câmbio é curto? O pessoal do Best Cars publicou 3.500 rpm a 120 Km/h...

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    1. Como adquiri o carro, eu mesmo respondo: 3300 rpm a 120Km/h

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  47. Vou postar agora pois a pouco tempo estava decidindo qual sedan médio comprar, e um dos carros que fiz o test drive foi o 408, e entre os itens que gostei foram o design, espaço interno, e qualidade do acabamento, e entre os que não gostei estão aspereza da suspensão, desempenho bem abaixo dos concorrentes com certeza por culpa da lenta e ultrapassada caixa de 4 marchas.
    Resumindo entre cruze, 408, fluence, corolla e civic fiquei com o fluence cvt e estou gostando demais do carro.

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  48. Tive um 408 Feline por mais de 1 Ano. O carro é Ótimo, Excelente, principalmente sua segurança, qto. aos comentários de sua beberrice, ele na estrada fazia 9Kml etanol e 11Kml Gás, e andando com com médias de 120km.
    Seu ESP é maravilhoso, funciona muito bem em pista molhada principalmente, o carro não sai de Curva de jeito nenhum, Fantástico. Estou agora com um Honda Civic 2014 2.0, o carro é delicioso, Mas o 408 da um banho de segurança no Civic.
    Parabéns pela Matéria.

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