16 de maio de 2011

EMBREAGEM, ENTENDA-A E CUIDE BEM DELA

Fg. 1 Flywheel = volante; clutch disc = disco de embragem; pressure plate = platô (autorepair.about.com)


Muitos pensam que a embreagem serve para mudar as marchas, mas não é bem isso. A embreagem é um componente tão importante que sem ela o automóvel com motor de combustão interna não teria existido.

A finalidade principal da embreagem é possibilitar unir algo funcionando com algo parado e isso tem necessariamente de ser feito de maneira progressiva. O “algo funcionando” é obviamente o motor e o “algo parado” é a transmissão às rodas.

Como função secundária, a embreagem é usada nas trocas de marcha, de modo a aliviar a carga sobre as engreangens e luvas de engate. Nos carros de câmbio sincronizado - todos hoje - no momento em que o motor está desconectado do câmbio os sincronizadores podem exercer seu papel

Embreagens são usadas também em câmbios automáticos, como no Hondamatic, mas com função de conexão engrenagem-árvore apenas, tipo tudo ou nada. Não são para ligação suave

Fig. 2 Quatro embreagens (clutch), uma para cada marcha, no câmbio Hondamatic (antholonet.com)

Os carros elétricos não têm enbraeagem, pois não precisam. Num elétrico inexiste a condição “algo funcionando com algo parado”. Quando o carro para, o motor elétrico para também 

É justamente a transição de carro parado para carro em movimento que constitui talvez o maior temor de quem vai aprender ou está aprendendo a dirigir. Repare - ou lembre-se dos seus primeiros quilômetros ao volante – como as pessoas de um modo geral demoram a dominar a embreagem. Há até quem seja habilitado e não saiba operar a embreagem corretamente.

Fig 3 hyundai.com.au
Arrancar em subidas, então, para o aprendiz, é simplesmente apavorante. Essa, inclusive, era a grande dificuldade de muitos nos carros em que a primeira marcha não era sincronizada, pois não sabiam engrená-la com o carro andando e se houvesse uma subida à frente que exigisse primeira, tinham de parar, e aí a coisa realmente complicava.

Uma das figuras que mais gosto de usar para explicar como usar a embreagem é uma figura da minha infância: pegar o bonde andando. Se a pessoa quiser fazer isso, não pode simplesmente ficar no ponto e quando o bonde passar, subir nele. O tranco será grande e as consequências poderão não ser as melhores.

Para pegar o bonde andando é preciso correr o mais possível à velocidade do veículo para depois subir nele, pelo estribo. Essa fase da corrida corresponde à patinagem de embreagem, o início do movimento do veículo.
Fig 4 Pegar um bonde andando requer uma corrida, "patinar a embreagem" (pepersgirl.blogspot.com)

Patinar embreagem significa a transição entre pedal completamente apertado e pedal completamente solto. O carro anda nessa fase, mas a rotação do motor não corresponde à rotação das rodas motrizes, é maior. Chegará então um momento em que a rotação da roda é tal que corresponderá à rotação do motor, o momento em que o pedal poderá ser completamente liberado.

Esse processo é rápido, leva de 1 a 2 segundos. Levar mais ou menos tempo depende em grande parte da redução total de primeira marcha e em pequena parte, das características do motor, embora os dois fatores sejam intimamente relacionados.

Isso pode ser facilmente demonstrado arrancando em primeira e depois em segunda. Note que o processo no segundo caso leva bem mais tempo do que no primeiro. Isso porque o carro precisa ganhar mais velocidade até que a rotação do motor coincida. E nesse ganhar velocidade a embreagem fica em patinagem.

Outra maneira de sentir bem a diferença é arrancar com um veículo de tração 4x4 que tenha reduzida.(ver ao lado). Arranca-se em Normal (High) e depois em Reduzida. (Low) Neste segundo caso o tempo do processo chega a levar bem menos que um segundo, talvez menos de meio segundo. Por quê? Porque as rodas motrizes logo atingem a rotação que corresponde à do motor, isso devido à grande redução da transmissão.


Fig. 5 Adesivo no painel dos Jeeps com instrução de transmissão (jeep-cj.com)

 A embreagem
Conceitualmente falando a embreagem é um mecanismo bastante simples. Ela utiliza um componente do motor que não foi bolado para fazer parte de embreagem mas faz: o volante . Essa peça, que é rotativa e fixada ao virabrequim, tem a missão de acumular energia cinética proveniente do trabalho do motor e devolvê-la quando é preciso, que é a parte passiva do seu ciclo de funcionamento (ver foto de abertura). 

Para se ter ideia disso, o motor dos nossos carros é de ciclo Otto, de quatro tempos, em que só um, o da combustão e expansão dos gases queimados, é ativo, que produz trabalho. Os outros - admissão, compressão e escapamento - dependem do movimento do volante.
Fig 6 Só o terceiro tempo (ignition, combustão) é ativo, os demais são passivos (eng.warwick.ac.uk)

Claro que não é tão simples, pois há fatores que determinam a massa do volante, como rotação do motor (quanto maior, menor a necessidade de massa) e número de cilindros (quanto mais, menor a massa também). Mas para entendermos a embreagem é suficiente o que foi dito.

O coração da embreagem é uma peça chamada platô, que vai aparafusada no volante. Entre o platô e o volante está o disco, que possui material de atrito nas duas faces. O platô consiste basicamente de uma placa de pressão (que pressiona o disco) e uma mola tipo diafragma, muito conhecida por “chapéu chinês” por se parecer realmente com um.
Fig 7 Platô de embreagem (loja4x4.com.br)

Fig 8 "Chapéu chinês" (hiwtc.com)
Esse tipo de mola começou a ser usada nos platôs no final dos anos 1950 e substituiu com enorme vantagem as várias molas helicoidais (seis ou nove) dispostas em torno da placa de pressão, que exigiam alavancas para serem comprimidas e assim afastar a placa de pressão do disco. Além da pressão uniforme proporcionada, a mola tipo diafragma, ou mola diafragmática, tem resistência não linear, em que a partir de determinado ponto a resistência e, consequentemene, a força no pedal diminuem.

Havia, inclusive, operação de regulagem das alavancas das molas, algo trabalhosa e que exigia dispositivo de montagem do platô e micrômetro comparador. Com a mola diafragmática essa operação acabou.

O disco de embreagem gira solidariamente com a árvore-piloto do câmbio, mas pode deslizar nela no sentido axial porque seu cubo e a árvore-piloto são estriados.
Fig 9 Disco de embreagem e árvore-piloto, ambos com estrias (loja4x4.com.br)

Veja a o desenho abaixo. Quandi o pedal está todo apertado, a própria mola afasta a placa de pressão  (em amarelo) do disco (em marrom) e o deixa solto, de modo que o motor fica separado do câmbio. A embreagem está aberta, ou desacoplada.

Quando o pedal de embreagem não está apertado, a mola diafragmática pressiona a placa de pressão e esta, por sua vez, pressiona o disco contra o volante (em azul) numa parte deste prevista para esse fim. Tecnicamente se diz que a embreagem está fechada, ou acoplada.


Fig 10 Esquema de embreagem (usawatch.com)
Esse movimento de vai e vem da placa de pressão é mínimo, coisa de 1 a 2 milímetros, apenas o suficiente para pressionar ou não o disco. Claro que a julgar pelo quanto o pedal se movimenta em seu curso parece bem mais. Isso é porque a relação de movimento entre pedal e placa de pressão é calculada de tal forma que dois objetivos sejam atingidos. Um, a menor força possível para se acionar o pedal. Outro, dar progressividade adequada e confortável no momento de acoplar a embreagem, como ao arrancar da imobilidade.

Há uma peça que aciona diretamente a mola diafragmática, que é o rolamento de acionamento (vermelho, no desenho acima, thow-out bearing). É basicamente um rolamento como outro qualquer, só que com uma face desenhada para encostar na mola. O rolamento é movimentado por uma peça chamada garfo de embreagem, por sua vez movimentado por cabo ou sistema hidráulico a partir do pedal.
Fig 11 Rolamento de embreagem (pelicanparts.com)

O disco de embreagem possui um sistema de molas no cubo destinado a absorver grandes esforços torcionais (ver Fig, 9, esquerda, as quatro molas em vermelho)

Manutenção
De uma maneira geral, o que se desgasta na embreagem é o material de atrito do disco. Até os anos 1970 trocava-se o material, que era rebitado (ver Fig. 9, esquerda), que era vendido normalmente nas concessionárias e lojas de peças. Hoje é mais prático trocar o disco, que não é tão caro, mas ainda deve existir revestimento para reposição.

Até coisa de 25 ou 30 anos era preciso ajustar a folga do pedal, pois com o desgaste natural do disco a folga vai diminuindo, e se não for ajustada, a embreagem “enforca”, se autoaciona, e daí para sua destruição total e impedir que o carro ande, é um passo. Hoje o ajuste é automático ou o pedal funciona com folga zero, sem batente de repouso, impedindo o enforcamento. Apenas o pedal vai subindo cada vez mais em relação ao do freio, pela falta desse batente. Essas solução foi vista pela primeira vez no Fiat Spazio, em 1983.
Fig. 12 Ajusta de folga (pedal free play) (club-tc.com)

Hoje é muito comum a troca do conjunto de embreagem - platô, disco e rolamento - muitas vezes desnecessária, em que bastaria substituir o disco. Ou trocar um platô só porque a embreagem endureceu, quando a causa é apenas acúmulo excessivo de pó do revestimento do disco por má qualidade deste. Basta lavar o platô e reinstalar.

O rolamento de embreagem, a menos que esteja ruidoso, notado ao apertar o pedal, não precisa ser trocado.

Defeitos na embreagem
É raro hoje, especialmente em razão da precisão do platô com mola “chapéu chinês”, mas discos de embreagem podem empenar, causando trepidação ao arrancar, claramente sentida no carro. Nesse caso é inevitável trocar o disco. A maior causa de empeno é aquecimento excessivo por submeter a embreagem a esforço para o qual ele não foi projetada, como “segurar” o carro numa subida com o motor por meio de patinagem da embreagem.

Se numa reduzida malfeita, aquela para uma marcha que resultaria em rotação excessiva do motor, mesmo que não se tire o pé do pedal de embreagem o disco subirá demais de rotação por girar solidário com o câmbio, com o que o material de atrito do disco pode se desprender ou quebrar por centrifugação.

Poderá haver falta de curso da mola diafragmática e de placa de pressão do platô por problema de acionamento, como cabo de embreagem desfiando ou falha do comando hidráulico, resultando em falta de desacoplamento parcial ou total da embreagem. Nesse caso será difícil ou impossível engrenar uma marcha estando o veículo parado. Em geral o problema começa com a primeira ficando dura de engatar e a ré, geralmente não sincronizada, começa a arranhar ao tentar ser engatada.

Se o disco estiver muito gasto ou se a mola diafragmática ficar fraca por ter-se aquecido além do normal e destemperado, a embreagem não conseguirá transmitir torque para o câmbio e patinará, com se diz. O processo se acentua rapidamente e chegará um ponto em que o carro não andará mais.

Para a embreagem durar mais
Embreagens não têm vida útil definida. Podem durar mais de 200.000 km ou acabar em 5.000 km. Depende apenas de como é usada.

O grande inimigo da embreagem é o calor. Como calor só é produzido quando a embreagem está patinando, quanto menos ela for feita patinar, melhor. Tenha isso sempre em mente. São inúmeras as situações em que a embreagem patina desnecessariamente:

- na aprendizagem de dirigir ou falta de habilidade para utilizá-la corretamente
- segurar o carro na subida por meio do motor
- arrancar em segunda marcha
- com carro quase parando, patinar a embreagem só para não passar a primeira
- andar com motor falhando e compensar falta de potência patinando embreagem ao arrancar
- arrancar quando rebocando trêiler ou carreta e o motor não tem potência adequada
- trafegar com excesso de peso
- reduzir e não dar aceleração interina, deixando a embreagem patinar até o total acoplamento
- impor aceleração forte sem aliviar acelerador ao trocar marcha
- arrancar constantemente em rampas fortes, como as de garagem, de frente ou de ré

Calor na embreagem é tão crítico que nos câmbios automatizados, cuja embreagem é automática.e o motorista pode facilmente usar o motor para segurar o carro numa subida, pensando estar dirigindo um carro de câmbio automático convencional, aparece no painel mensagem informando superaquecimento de embreagem.

Ao contrário do que se pensa, não é prejudicial para a embreagem aguardar o sinal verde com primeira engatada. O rolamento de acionamento foi projetado para essa condição também. Esse cuidado só devia ser observado quando, em vez de por rolamento, o acionamento da embreagem era feito por um carvão,  o chamado colar de embreagem, que se desgastava rapidamente se embreagem fosse usada dessa manera.

Fig. 13 Em vez de rolamento, um simples colar de carvão (emule.com.br)

Aliás, é bom saber que quando em marcha-lenta, câmbio em ponto-morto e embreagem acoplada, nos câmbios que fazem conjunto com diferencial, os chamados transeixos da maioria dos carros de tração dianteira hoje, os rolamentos da árvore primária só recebem óleo quando as engrenagens da árvore secundária, que ficam parcialmente no óleo, giram, ou seja, quando o carro anda.

Portanto, quanto menos o carro ficar parado com motor ligado e embreagem acoplada, melhor. Isso vale também para o aquecer motor antes de sair, que deve ser evitado. Com primeira engrenada e embreagem aberta a árvore primária fica parada.

Parodiando antigo ditado relativo ao estômago, cuide bem da sua embreagem e sua embreagem cuidará bem do seu bolso.

BS

101 comentários:

  1. Muito legal o post!

    Sobre a troca do kit todo acho que é mais uma questão de "economia prévia". Tirar um motor ou caixa e trocar somente um dos componentes pode sair mais caro pela necessidade de refazer o serviço mais adiante para troca de outro. Geralmente a mão de obra para este serviço é mais cara do que as peças.

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  2. quando necessitei trocar a embreagem do meu omega(2.2), saia mais barato comprar o kit inteiro na concessionaria do que apenas o plato ou o disco no mercado paralelo.
    Marcelo

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  3. Muito legal o post! [2]

    Não apenas nos carros com caixa automatizada, mas nos carros com transmissão manual também deveria ter um indicador de superaquecimento da embreagem. Seria muito útil para evitar "barbeiragens" que diminuissem sua vida útil.

    Quais carros que usavam esse esquema de colar de embreagem? Só os muito antigos, ou tem algum mais ou menos recente?

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  4. Bob,

    Os Fiat Fire tem apresentado desgaste acentuado no chapéu chinês, no local onde há contato entre ele e o rolamento. Esse ponto vai afundando até começar a dar barulho com a embreagem acionada. Tive um Palio que troquei a embreagem com 70.000Km por isso, já que o disco estava com meia vida. O mecânico à época me disse que o meu sistema durou muito até, a média era 40.000/50.000Km.
    Outra coisa que já percebi em vários carros semi-novos e de várias marcas é uma certa trepidação de embreagem intermitente quando o conjunto está frio, tanto de marcha à ré quando em primeira nos primeiros acoplamentos, logo desaparece. Nas demais situações a embreagem funciona exemplarmente. É como se durante o período sem uso entrasse óleo no sistema(pode ser pelo retentor do eixo primário) e causasse esses trancos e trepidações no acionamento quando frio. Esquentou um pouco, desaparece. Abraço

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  5. Um disco de Chevette custa uns 120 paus. Um kit de embreagem, 260. Eu não vou perder meu tempo e trocar só disco. Nunca. A mão de obra pra tirar o motor da caixa custa outros 120 paus.

    Bob, os GM de disposição longitudinal do conjunto motor/cambio possuem um guarda-pó no garfo pra evitar entrada de pó, água etc. Acontece muito desse guarda-pó rasgar e o cara pega uma água por aí, já viu...

    O Chevette tem 285 mil, troquei três vezes, tá bom. O Omega tive que trocar logo que peguei, com 41700. A fibra "esfarinhou" toda, não entendi o motivo...

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  6. Minha F1000 tá com os mesmos sintomas descritos pelo Thiago. Quando ainda frio, trepida bastante na arrancada em 1ª marcha, bastando alguns quilômetros para aquecer o conjunto e tudo voltar ao normal. Engraçado que em marcha-a-ré não ocorre o fenômeno.

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  7. Bob, todos os carros atuais usam o rolamento de acionamento? Quais os ultimos carros nacionais que usaram colar?

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  8. Bob, só tenho a agradecer! Acabei de descobri o origem do problema da trepidação no meu carro. O motivo? É que o coitado é 1.0 e sou obrigado a abusar muito nas reduções de marcha para poder ultrapassar caminhões na fatídica BR 101 no nosso estado do Rio de Janeiro. Alem de fazer com ele varias das coisas que voce apontou ai em cima... é um pecado, mas preciso que o 1.0 dê conta do recado... em breve comprarei um veiculo mais adequado para a viagem e o 1.0 será apenas destinado ao transito urbano... merecido descanso para ele. Mayone

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  9. Alexandre,
    Muitos carros usavam colar de carvão em vez de rolamento. Um que me lembro era o Renault Dauphine e derivados.

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  10. Bob, você conhece alguma (má)prática que cause avaria no(s) rolamento(s) do câmbio.

    Em casa tivemos dois carros com problema no rolamento de câmbio, o mecânico disse que é falta de qualidade mesmo, na CC falaram o mesmo. Um carro com 70k (307) e outro com 13k (Polo), este reparado em garantia.

    Abs

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  11. Anônimo 16/5 11:48
    Esse caso é mais exceção do que regra. É claro que se o kit custa menos que as peças em separado, compre-se o kit. Um caso que se passou comigo: precisei mandar trocar o rolamento de embreagem, que estava ruidoso e incomodava. A oficina me ligou e disse que era preciso trocar o disco também, e autorizei. Ao buscar o carro examinei o disco e ainda tinha mais que meia vida para ser usado. Não precisava trocar.

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  12. Thiago,
    Se o chapéu e o rolamento viram juntos, sem atrito, o chapéu não poderia gastar. Aí é falha de material mesmo. Sobre a trepidação, o mais provável é o disco frio ter empeno e com o aquecimento normal o empeno sumir, por dilatação. Não acredito que trate de óleo, pois a embreagem patinaria.

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  13. Raphael Hagi
    É uma escolha trocar tudo, não uma necessidade. Numa embreagem bem utilizada o platô dura o que dura o carro. Realmente complica se o guarda-pó rasgar, aliás qualquer guarda-pó, não só esse. Fibra esdarinhar é exclusivamente questão de má qualidade.

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  14. Alexandre,
    Indicador de temperatura da embreagem seria realmente útil, boa ideia.

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  15. Meu carro (Escort 2001) também apresenta este problema de dar uma leve trepidada na embreagem na primeira partida do dia, principalemte para arrancar em subidas, logo o problema desaparece...

    Isso deve ser comum, não?

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. Bob;

    Um caso ocorrido comigo sobre troca de disco de embreagem:

    Ano passado levei a Ranger para reparar o atuador hidraulico do sistema e o primeiro orçamento foi a troca completa do conjunto de embreagem. Aliás, diagnóstico esse dado apenas olhando para os 95 mil km indicados no velocimetro

    Desmontado o conjunto, verificou-se que o conjunto plato/disco/rolamento estava simplesmente impecável, com desgaste muito abaixo do esperado para a quilometragem. Quando me perguntaram qual era o segredo (ainda mais sabendo que meu uso era o de anda-pára, areia e uso de 4x4), respondi "saber dirigir e usar corretamente a embreagem!"

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  18. Bob, creio que os fabricantes de embreagem estáo baixando o padráo de qualidade sistematicamente, visto a quantidade de embreagens que trepidam em veiculos NOVOS. Ha uma grande leva de Vectras, Astras e Zafira que ja trocaram a embreagem antes dos 20000 km. Ja foram motivo de reportagem. O meu desgosto com os meganes da frota de meu serviço vem principalmente disso. Trepidam desde novos. Provavelmente eu dei muito azar, mas nao pretendo botar um Renault em minha garagem! Tive uma Tornado que trocaram a embragem na garantia, parabens pela seriedade da Honda. Num Palio, que comprei com 5000 km, tambem trepidava, e claro, a ordinaria da concessionaria alegou mau uso. Como sempre...

    Abraço

    Lucas crf

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  19. Existem também os casos de subdimensionamento da embreagem. Tive um Brava durante 7 anos e 120 mil km. Troquei a embreagem aos 100 mil km porque estava duro o pedal, mas não patinava.

    Meu carro atual, Palio 1.4, trepidava e fazia barulho de algo solto no cofre do motor, parecia coxim. Aos 10 mil km a concessionária trocou a embreagem na garantia... O mecânico me disse que estava sendo comum essa troca. Falou ainda que tinham trocado pela embreagem do Punto, mais robusta. Uma espécie de recall branco.

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  20. Que sorte heim Minerim!

    Já os VW não vibram, mas a embreagem patinar para alguns modelos parece ser item de série.

    Apesar que compartilho o carro com alguém que gosta de "segurar o pézinho"... Dose!

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  21. Bob, no caso do Omega, o curioso era se tratar da embreagem original. GM gravado no corpo do disco e os rebites com a marca da SACHS. Inclusive, o rolamento era de metal, e hoje é com corpo plástico, infelizmente.

    Realmente, pra um carro que rodou tão pouco, 41700 de 1997 até 2008, quando comprei, não era de se esperar a fibra esdrinhar como você disse. De qualquer modo, coloquei outro kit SACHS, à época, paguei 560 reais no kit.

    Alguns meses depois, me arrependi de não ter tirado o volante para a troca do retentor do eixo de manivelas. Começou a vazar óleo e foi necessário tirar a caixa apenas para esse serviço. Portanto, pra quem tem Omega 4.1 sempre recomendo: Tirou a caixa, troca o kit, retentor da árvore e selo traseiro do cabeçote.

    Provavelmente você vai ser contra a prática. Mas tirar a caixa do Omega, dá um trabalho do cacete. Ajudei a fazer o serviço e vou te falar.... foi dose!

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  22. Fabio...este negócio de compartilhar carro é fogo mesmo. Meu carro só eu dirijo porém os carros da empresa são compartilhados. Dá pena de ver certas práticas...

    Recebemos um Doblò 0km...um doce pra dirigir, e tinha um manco que ficava segurando na caixa nas subidas. Que dó.

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  23. Bob, parabéns mesmo! E guardarei este artigo futuras consultas, pois as explicações que vemos em sites por aí dizem sempre a mesma coisa, sem todos os detalhes que você deu.

    Renan Veronezzi

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  24. Bob, vi há algum tempo um vídeo onde se dizia que é aconselhável dar a partida no motor com o pedal da embreagem acionado (apertado). Procede? Lucas

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  25. No meu Fox com 18.000KM no primeiro acionamento da embreagem com dia frio dá pra ouvir um pequeno barulho, como se o platô pegasse mais numa parte do disco que em outras. Logo depois o ruído some.

    Raphael, o nosso 4.1 também vazava por trás do volante. Foi trocado quando a embreagem foi substituída, mas esta apresenta a trepidação registrada pelos colegas em algumas situações.

    Bob, se não estou enganado, a Willys usou em toda linha com motor 6 cilindros embreagem com molas helicoidais.

    Sobre as molas do disco, a carga é transmitida do material de atrito para o cubo estriado pelas molas?

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  26. Bob,
    quanto à parte do "não é prejudicial para a embreagem aguardar o sinal verde com primeira engatada", já li uma reportagem no G1 recomendando não fazer isso.
    Afinal, pode-se fazê-lo ou não? Creio que essa seja dúvida de muitos.
    o link para a reportagem: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1181838-9658,00-SAIBA+COMO+USAR+CORRETAMENTE+A+EMBREAGEM.html

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  27. Leonardo Curitiba16/05/11 19:56

    Parabéns Bob, mais uma aula!

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  28. Roberto Dallabarba16/05/11 20:08

    Tinha dúvida sobre aguardar o sinal abrir com a primeira engatada, também havia ouvido duas versões. Deixava o carro aquecer também pela manhã por que falhava um pouco, mas foi só ajustar o carburador.

    Aliás, então aquela prática de quem possui um carro antigo, ou anda muito pouco, e tem o hábito de deixar funcionando um pouco é um ataque a embreagem.

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  29. Perdão Bob, esqueci.
    Obrigado pelos esclarecimentos.

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  30. Marcelo Junji16/05/11 20:24

    Eu não sabia que algumas engrenagens não são lubrificadas com o carro parado e motor ligado. Embora o Sr Bob aconselhe não esquentar o motor, não consigo tirar essa mania. Mas estou prestes a abandonar esse hábito, pois percebi que os tuchos ficam mais tempo batendo com o motor frio e em marcha lenta. Se pormos imediatamente o carro para andar, acho que os tuchos carregam mais rápido e por consequência havera menos desgaste.
    O MB 608 E foi o único veículo que consegui alta durabilidade da embreagem, 5 anos de uso e milhares de quilômetros e nunca troquei absolutamente nada nele (só cilindro de freio). E o carro que teve problema de embreagem mais cedo foi o meu gol mi 1.0, trocou a embreagem com uns 35k km, pois as lâminas do chapéu chinês estavam todas tortas, embora o disco estivesse novo.Achei muito estranho. Enfim, embreagem não dura muito comigo, mesmo não fazendo mau uso dela.

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  31. Meu pai tem um Ford Courier que faz barulho na embreagem quando esta está acoplada. Pisando no pedal, o barulho para. É problema de rolamento ou o disco que está gasto?

    Eu não entendi direito uma coisa, Bob. É melhor então deixar sempre o carro em 1ª marcha e com a embreagem desacoplada, quando o carro precisar ficar parado funcionando. É isso? Se deixar o carro ligado em ponto-morto com a embreagem acoplada, não haverá lubrificação correta no câmbio?

    Ótimo post!! Tenho muitas dúvidas sobre esse sistema, apesar de ser bem mais simples que outros, aparentemente.

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  32. O Mercedes Classe A tinha um termômetro na embreagem. Se em algum momento a temperatura ultrapassasse certo patamar, ficava registrado na memória da injeção.
    Assim, se algum cliente aparecesse na concessionária com um Classe A apresentando desgaste precoce da embreagem, o mecânico tinha condições de verificar se houve mesmo mau uso.
    Não sei se isso é comum em outros carros ou se trata-se de uma peculiaridade do Mercedes.

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  33. Bob, eu prefiro poupar os coxins e suportes do motor, deixando a embreagem queimar um pouco para sair, e as vezes saindo em segunda marcha em algumas ladeiras ou com o carro se movimentando. Além do que, ao engatar a primeira com o carro em movimento, mesmo esta sendo sincronizada e a velocidade do carro extremamente baixa, eu percebo que ela entra com esforço, e provavelmente o esforço para poupar a embreagem se transfira para os componentes do câmbio. Resumindo, não ligo muito pra ela, mas me preocupo bastante com os coxins do motor ao evitar trancos e com os sincronizadores do câmbio. Mas tirando esses detalhes, sempre faço aceleração interina (no carro que tenho fazer punta-tacco é quase impossível, e não compensa o esforço, afinal não estou numa pista de corrida) e espero nos sinais com a primeira engatada e embreagem acionada, achei que era um vício ruim da minha parte, mas que bom que não é. Sobre a embreagem trepidar nos primeiros acoplamentos, achei que eu era um azarado, já que falei desse problema na concessionária repetidas vezes e não me deram maiores explicações ou atenção. Sempre me diziam que se após um tempo ela não trepidasse e não patinasse, era um sintoma normal de empenamento leve. Não acreditei muito, pois nunca abusei da embreagem dos meus carros, a ponto de empenar um disco em um carro de 20.000 Km rodados. Mas o Boib acabou de confirmar a diagnóstico deles. Tanto um carro que tínhamos, 0 km, ano 2001, quanto meu último carro, ano 2009, fazem isso. É uma trepidação bem chata, chega a dar medo de sair com mais gás após a partida. Mas se eu saio com mais gás, aí é que esse sintoma desaparece mais rápido.

    Renan Veronezzi

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  34. Bob, no momento de troca de marchas no Hondamatic o conversor patina ou essas mini-embreagens dão conta de assimilar a diferença de rotações? A caixa ISR da Lamborghini funciona da mesma forma, apesar de ter embreagem normal para arrancadas?

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  35. Bob,
    me ajude a esclarecer um mistério em casa: porque a embreagem do Siena 1.8 (80.000 km) de minha esposa trepida comigo mas nunca trepida com ela dirigindo?
    Aliás, lendo os posts dos colegas passei a achar que o problema só acontece quando está com o motor frio.
    Grato
    Renato

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  36. Guilherme,

    Talvez seja rolamento de câmbio, parece que este tipo de problema tem ocorrido com mais frequência ultimamente. O nome disso é "economia porca" dos fabricantes e seus fornecedores.

    Sds

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  37. Bob,

    Esse rolamento de embreagem que você teve que trocar foi do seu Celta? o meu é só pegar algum alagamento que o rolamento começa a abrir o berreiro. Já vou pra segunda troca e o carro está com 59 mil km. Da primeira vez, troquei o kit completo, desta vez acho que só vou trocar o rolamento e aproveitar a mão-de-obra pra trocar o retentor do volante. No Gol 1.0 2004 que tive anteriormente, cheguei aos 80 mil km e a embreagem continuava normal, só era mais dura que a do Polo e do Voyage que dirigi, muito provavelmente por essas serem de acionamento hidráulico.

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    1. Observe se o rolamento é madein Argentina ou Canada..... o Canadense é otimo e o Argentino um lixo

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  38. Filipe Pinhati17/05/11 15:58

    Bob,

    Agradeço por mais um post instrutivo.

    Mas peço a gentileza para que nos esclareça algumas dúvidas.

    Tenho um Dodge Dakota 2.5 gasolina que já tem 190 mil km e até hoje nunca foi necessário a troca de qualquer componente da embreagem. As marchas encaixam com perfeição, inclusive a ré. (estou com ela desde que ela tinha 150.000 km)

    Por isso, eu acho que continuo a tratar bem a embreagem dela, mas seu post me deixou confuso.

    Não entendi essa dica para deixar o carro engatado em 1ª no farol vermelho, como também não deixar o carro ligado e parado.

    Eu costumo fazer três coisas que não sei se você recomenda:

    1) ao ligar o carro com motor frio, espero cerca 1 minuto antes de sair, "para que o motor esteja bem lubrificado antes de aumentar o giro".

    2) quando para no semáforo, deixo o carro em ponto-morto, sem acionar a embreagem e com o pé no freio;

    3) como viajo muito com ela (BR 020) costumo deixa-la na banguela nas descidas. Aproveitar a banguela causa avarias à embreagem?

    Abraço

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    1. amigo no item 1 e 2 vc esta correto agora banguela nos carros de hoje em dia nao serve para nada e ainda vc gasta mas gasolina agora se vc tivesse um fusquinha tudo bem ajudaria

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    2. tenho um prisma 2008-2009 ele está sem velocidade me falaram que é embrenhagem é mesmo a ou a outro poblema

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  39. Filipe, se me permite.

    Não é necessário aquecer, apenas "evite acelerar pra valer" nos primeiros minutos.

    Banguela não prejudica a embreagem, mas é um perigo e não ajuda a economizar combustível como você provavelmente imagina.

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  40. Pra quem tem carro carburado é sempre muito bom manter o carburador regulado e a marcha lenta certa pois, ao contrário, a rotação ficará irregular e, em baixa rotação o carro dará socos, fazendo a gente ficar com o "pezinho" apoiado, instintivamente, no pedal da embreagem.

    João Paulo

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  41. Rômulo Rostand24/05/11 00:25

    Bob Sharp,

    Ótima sequência de posts!

    Em relação aos carros elétricos não terem embreagem, gostaria de lembrar uma exceção que foi o Gurgel Itaipu E-400 / E-500 que tinha câmbio e embreagem similares aos da Kombi, inclusive nas relações de marcha.

    As matérias da época falavam que o uso do câmbio se devia ao motor de alta rotação. Na verdade, nem tão alta assim. Como registrado no livro do Lélis Caldeira, na página 163, a potência nominal de 10 kw era fornecida a 3.000 rpm.

    Apelando para a memória, acho que tratava-se de um motor compound (campos série e paralelo associados) numa configuração que, por si só, limitava sensivelmente a corrente de partida e em baixos giros em relação ao motores elétricos de tração mais comuns.

    A vantagem desse tipo de motor era dispensar circuitos de controle eletrônico mais sofisticados e, bastante caros na época.
    O efeito colateral vinha nos reduzidos valores de potência e rendimento em rotações mais baixas, bem como torque de partida também limitado. Daí a necessidade de se utilizar uma caixa de marchas para compensar tais deficiências.

    Sem dúvidas, um dos muitos pulos do gato do Sr. Gurgel para simplificar a produção e diblar os custos. E como disse antes, uma exceção.

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  42. Piso na embreagem e o pedal funciona normal, só que as vezes ele vai e fica preso no fundo e o carro fica meio descontrolado na aceleração.. Tiro o pé e quando piso de novo ele funciona normal. Reparei que parece que existe um calo no pedal que toda vez que eu piso ele dá um "estalo" e como existisse uma "folga".
    O que deve ser e como posso resolver?
    Meu carro é um Peugeot 206 1.4 8v 2004 e eu já troquei o colar e ele voltou a fazer barulho quando o pedal está livre.

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  43. masaabreu
    O problema só pode estar no comando de embreagem, aquilo que está entre o pedal e o platô de embreagem. Não sei qual o sistema do seu 206, se a cabo ou hidráulico, mas é preciso verificar esse sistema, ver o que está agarrando. Mas não é nada complicado ou caro.

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  44. Gostei muito do Post, estão de parabéns, porém, eu tive um problema inusitado com minha Ranger 2007 e motor Diesel. O cano do retorno de combustivel se rompeu com o carro em movimento e deve ter vazado uma em média 15L d óleo diesel. Levei o carro para uma mecânica, peça trocada, peguei a estrada. Porém, reparei q a embreagem começou a patinar, parei em um posto de gasolina e reparei q o carro estava completamente lambusado de diesel. Isso ocorreu ontem, 26/08 sexta feira, e hj é sábado,´vou ter q esperar começar a semana e averiguar o q está ocorrendo com minha pick up. Acredito q tenha entrado algum resíduo d diesel junto ao disco. Abraços a todos.

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  45. Foi substituido o cabo de embreagem e o carro funcionou legal durante 02 meses e após o cabo quebrou. Levei a peça na Peugeot e foi substituida na garantia e voltei ao mecânico que trocou a peça. Andei com o carro parecendo novo e depois de meia hora o mesmo começou a agarrar a marcha e em 02 horas o mesmo nem entrou mais a 1ªmarcha e agora é como se não existisse embreagem.
    Como devo proceder? O mecânico que trocou a embreagem disse que foi a 1ª vez que fez esse serviço e que não sabe regular. Para eu andar tenho que desligar o carro, engatar a 1ª ou a 2ª marcha pra andar.

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  46. Leve num macânico de verdade! Que absurdo! E ainda o cidadão tem a cara de postar uma anedota dessa aqui!

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  47. Meu carro esta com pedal da embreagem duro pra acionar isso significa que a embreagem esta ruim, ele trepida ao sair em primeira marcha, se estiver ruim, isso pode prejudicar o mancal? meu carro é um palio com sistema hidráulico de embreagem.

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  48. Trepida? Cheque os coxins, se estiver tudo ok, mande fazer!

    Né não, Bob?

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  49. Este comentário foi removido pelo autor.

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  50. Bob

    Boa tarde.
    Tenho um Peugeot 206 2008 Allure 1.6 16V. Tive um problema em que o pedal da embreagem fez um barulho, afundou, mas quando o puxava para frente ele voltava sem ficar preso em baixo, como se estivesse quebrado. Fez uma três vezes isso. Não havia problemas nas trocas de marchas quando o veiculo estava desligado. Somente quando o pedal abaixou. Chamei o reboque e depois de o motorista solicitar que meu marido desse umas bombadas no pedal da embreagem ele não deu mais problemas. O carro fica direto comigo, nem sempre costumo pisar até o final para trocar as marchas, mas nada que as faça arranhar. Qual seria realmente o problema que ocorreu? Um mecânico que não é o meu, pois só vou poder levar o carro amanhã para ele, informou que poderia ser o atuador da embreagem por falta de óleo. Fiz algumas pesquisas na net e não acredito que realmente seja este o problema. Meu carro esta com 50.000km sera necessário trocar todo sistema de embreagem? Não havia ouvido dizer sobre este óleo de embreagem. Poderia esclarecer minhas duvidas? Grata
    Cleusa

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  51. COMPREI UMA ZAFIRA 2002 E REPAREI QUE ELA TREPIDA AO SAIR, E PERCEBI QUE O MOTOR ESTA FRACO PRA ANDAR, TROQUEI VELAS E CABOS ACHANDO QUE MELHORARIA, E O CARRO CONTINUOU A MESMA COISA, VENDO O POST, DEVO ENTÃO PRESUMIR QUE SEJA A EMBREAGEM?

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  52. combustivel ruim? ja trocou oleo e filtros? coxins do motor, já checou?

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  53. É apenas um chute, mas acho que a embreagem trepidar enquanto o carro esta frio seja realmente disco empenado e o fato de parar de trepidar depois de algum tempo seja devido a redução do coeficiente de atrito do material de fricção (o material de fricção escorrega mais quando esta quente, isto poderia explicar a redução da trepidação), Quem já dirigiu aqueles velhos caminhões do exercito sabe do que estou falando, quando o freio estava frio tinha que pisar "mais fraco", se não travava tudo (sei que estamos falando de embreagem e não de freio, mas o principio é muito semelhante). Ficar com o pé na embreagem esperando o farol abrir não estraga o rolamento (só se ele for vagabundo), sei disso porque sou um gastador de embreagem, faço tudo que não deve, dirijo cerca de quatro horas por dia no trânsito de São Paulo, fico com o carro em 1. esperando o farol abrir, seguro o carro na subida usando a embreagem (so tomo cuidado para não queimar), uso a embregagem para não reduzir ... e por ai vai, mas nunca precisei trocar o rolamento, disco troco com certa frequência.

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  54. Problema de rolamento é relacionado com economia porca mesmo.

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  55. olá gostaria de uma informação troquei o quite de embreagem do meu carro uma parati g4 ano 2006 1.6,so que o meu mecanico mandou eu compra um quite do carro 1.8,por custar a metade do preço,resouvi o problema que a embreagem tava dura , so que agora ta patinando, e o mecanico fala que é defeito da peça sera....

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  56. Seu mecânico está certo, mas você comprou para ele instalar? Isso é uma merda, deveria ter deixado ele comprar, mesmo que ganhasse algum no valor da peça, assim ele deveria garantir tanto o serviço como a peça.
    E agora, ele vai querer te cobrar outra mão-de-obra?

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  57. Nossa , nada como um profissional para nos ensinar .

    Reli até entender a parte do sinal pisando na embreagem.

    E queria saber se mantendo o pé na embreagem seria menos desgastante que com a embreagem acoplada e com o carro parado. Pois quando ela está acoplado, o disco de embreagem e platô estarão rodando (certo ?) mas com carro parado não haverá lubrificação da árvore primária, e como ela estará girando sem lubrificação será mais prejudicial não é.
    No caso se tivesse com a embreagem pressionada ( até topar claro he he he )parte do sistema não estaria girando e desgastaria menos do que com embreagem acoplada em ponto morto ?

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  58. bom eu queria saber porque o meu carro fica sem força e se eu for na macha 5 e se eu tirar o pé do acelerador ele comessa e reduzir e ele fica com om ronco, eu ja troquei os rolamentos deanteiro, o ronco é na frente, será que é o quite de embreagem?
    eu espero que posa me ajudar.

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  59. Bom dia Bob,
    tenho um Jeep 1980, e acabei de trocar e embreagem... troquei td, plato, disco e rolamento.
    O mecânico me informou que pode estar com defeito a peça colocada, pois não está aceitando regulagem. O rolamento está encostado direto no platô, relou o pé na embreagem o carro já sai. Isso pode causar um desgaste prematuro.
    Quando abaixo um pouco a embreagem, ele fica raspando a marcha...
    O que acha que devo fazer? será que pago novamente a mão de obra para tentar trocar e ver se é defeito da peça? Tem alguma idéia do que pode ser?
    Obrigado.
    Ass. Fábio

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  60. como verificar o ponto da ford ranger 4.0 v6 94

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  61. Boa Tarde
    Eu tenho uma Rnager 2001 diesel 2.5 td cd, ela só funciona coma embreagem acionada está correto.
    Nilo

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  62. pra evitar que vc ligue sua pickup "engatada" e atropele alguém... seu animal! hahahaha

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  63. Amigos,

    Comprei um corolla 2001, primeiro carro. Comprei uma embreagem,na verdade fui enganado, comprei no ML, o vendedor anunciou uma embreagem BORG WARNER, e me entregou uma marca, provavelmente chinesa. Bem, mesmo assim fiz a troca. O resultado é que ficou pior que a anterior, "arranhando" ao engatar a primeira e quase desmontando o carro ao engatar a marcha ré, o mecanico argumentou que a marca que é ruim. E que o plato é muito duro. Vocês que são mais conhecedores do assunto, sabem dizer se isso procede?

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  64. economia porca! o barato saiu caro... obvio

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    1. Já vi que você é daqueles bostas que nao entendem nada, só passam para encher o saco dos outros.

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  65. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  66. se precisarem de embreagens, é so ligar na Platolândia, produzimos embreagens há 29 anos, tel: (11)4642-3692 / 4640-3377

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  67. alguem sabe quantos quilometros pode fazer um eg honda civic

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  68. Tenho um palio fire 2005/2006, com 70000 km, que principalmente frio, faz um barulho estranho, tipo ferro com ferro. Qdo aciono a embreagem para. O que pode ser?

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  69. GOSTEI DE SABER PORQUE TREPIDA O CARRO NA PRIMEIRA ARRANCADA DO DIA, MEU SIENA 1.0 faz isso. observarei masi esta questão.

    Sobre o volante não voltar sozinho após a curva, o que deve ser feito.
    desde já, obrigada.

    tere.

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  70. PESSOAL QUER SABER O SEGREDO DA FELICIDADE NESTE COMENTARIO, COMPREI UM CARRO AUTOMATICO FAZ 5 MESES, QUE MARAVILHA, NAO TEM COISA MELHOR JA VENDI ESTE CARRO ESTA SEMANA E ESTOU COMPRANDO OUTRO AUTOMATICO É CLARO , CHEGA DE EMBREAGEM

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    1. Realmente vc está certo, não existe nada igual. já tive automático e é a melhor maravilha do mundo.Claro que tem seus pequenos problemas, mas muito menos do que caixa de cambio mecânica e embreagem.Hoje tenho um Citroen C4 VTR que eu adoro, pena que não é automático. Meu próximo carro com certeza será automático.

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  71. taxista rj28/04/12 08:34

    por favor tenho uma meriva 1.4 2011 quando o carro está frio, na primeira partida pela manha, as marchas não entram com o carro ligado, somente voltando ao normal quando o carro esquenta, qual o motivo provavel? obrigado.

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  72. Taxista rj
    Normalmente é ao contrário, com motor frio as marchas passam normalmente e depois, com o aquecimento, o disco de embreagem vai dilatando e embreagem deixa de desacoplar totalmente, ocorrendo o que você está sentindo. O mais provável é o disco estar colando no volante do motor ou na placa de pressão do platô de embreagem, soltando depois que esquenta e o câmbio engrenando as marchas normalmente. Faça um teste; com o carro frio, pare num subida (não precisa ser muito íngreme), desligue o motor e engate a primeira, freio de mão solto. O carro não anda, logicamente. Agora aperte o pedal de embreagem: o carro deveria andar. Se não andar é porque a embreagem esta colando, como eu disse antes. A causa de colar na quase totalidade das vezes é vácuo nos rebites (são vários rebites) que prendem a lona do disco ao próprio disco. O reparo é simples, embora seja preciso desmontar a embreagem: furar os rebites para que haja mais vácuo que faça o disco colar. Diga alguma coisa depois do teste. Escreva diretamente para o e-mail antoentusiastas@gmail.com , aos meus cuidados.

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    1. taxista rj30/04/12 18:51

      sr bob, obrigado por enviar-me seu e-mail, onde pude esclarecer com mais detalhes o meu problema. Estive no mecânico pela manha e como o sr havia me orientado o problema estava no pedal, no atuador do pedal. Eu já havia ido anteriormente a 03 oficinas e cada uma deu-me um diagnostico diferente, o que me deixou inseguro. Hoje já cheguei dizendo que o problema era o pedal e deu tudo certo, mais uma vez obrigado meu amigo.

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  73. Ola sr. Bob,
    Estou com um problema ha um tempinho, a uns 2 meses atras, o meu fiesta hatch 03/04 estava "travando" ao passar as marchas, mesmo eu pisando toda a embreagem. Andei com o carro assim e ha um mes atras, estava andando e a alavanca da marcha ficou totalmente "mole". Levei a um mecanico e ele fez uma bucha e as marchas voltaram ao "normal" mas depois de alguns dias a 5a marcha nao entra, e a 3a as vezes entra no dificuldade. Este mecanico disse que teria que trocar o cilindro que fica na caixa de marcha. Sendo que em outra oficina me disseram que o bom seria trocar o kit(plato, disco e colar)todo. O que o sr. acha que pode ser? Quando dou ré e o carro esta frio , trepida um pouco as vezes tb. Se eu trocar o kit da embreagem, tb preciso trocar o cilindro da caixa de marcha, ou este cilindro e este tal de "colar" ? Agradeco se puder me tirar essa duvida!

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  74. eu CONPREI RESENTIMENTE um MEIRIVA JOY 2008 E CUANDO ESTOU EM VELOCIDADE ALTA ELA RONCA UM POUCO SE EU PISO NA EMBREAGEM ELA PARA E NORMAL , EU NUNCA TIVE MEIRIVA

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  75. Tenho um Palio Fire 1.0 ano/modelo 08/09, e com 34.000km rodados, final do ano passado a embreagem esta dura entao efetuei a troca da mesma, mas nao adiantou nada, estava dura ainda, como o serviço da troca esta ainda na garantia, retornei na Oficina especializada e pedi que trocasse a mesma novamente, entao eles fizeram isso, mas não adiantou....a embreagem continua dura...e parece que quanto mais tempo passa, mas ela vai ficando dura.

    Andei, trocando ideias com amigos que possuem o palio, e alguns ja disseram que os deles tambem, a embreagem é dura......
    conclusão, gastei 350,00 reias na troca da empreagem e nao resolveu meu problema, a solucao entao que achei é trocar de carro.....fiat...acho que vou retornar para o novo gol.

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  76. Pé de moça detected

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  77. Meu carro Pálio Weekend Adventure Dualogic 2010. Quebrou aos 34.000 km, o Dualogic foi trocado na cortesia mesmo não estando na garantia de 1 ano. Porém estão me cobrando troca de Plato,disco de embreagem e anel. Isao está certo?

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  78. Angélica Pereira
    Depende do estado dessas peças. Se estiverem muito gastas, está certo cobrarem, menos o anel, que independe de uso.

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  79. Poderia me ajudar? O meu C3 1.6 16v simplesmente não anda quando eu já estou rodando com ele ha muito tempo no transito. O cambio engata, faz o barulho da aceleração mas ele não sai do lugar. Depois conforme ele esfria, acho, ele volta ao normal. Estou achando que o problema é esse da embreagem, mas acham que eu sou louca e estou engatando a marcha errada, já é o segundo dia que acontece isso e que levo a um mecânico.
    Obrigada.

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  80. Eve Luma
    O problema é mesmo da embreagem, que está patinando, não transmite a força do motor para o câmbio quando aquecida, daí o que você sente, o motor acelera mas o carro não anda. Peça ao mecânico para diagnosticar a causa da patinagem e efetuar o reparo.

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    1. Nossa, obrigada por confirmar !!! Vou levar a um mecanico amanhã mesmo.
      Achei estranho pq o mecanico que olhou pra mim hj disse que independente de frio ou quente, se o problema fosse na embreagem, o carro não andaria de jeito nenhum.
      Enfim, mais uma vez obrigada pela reposta e rápida rsrs.

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  81. Bob, meu nome é Adelson de Nanuque MG., e tenho um corolla 2007/2008, 1.8, manuel que já rodou 75000 km e vejo que ele tem a embreagem muito dura. Pessoas dizem que é normal no corolla mas mim encomoda muito, pois tive carros de Volksvagem e eles tem a embreagem muito mole. Pergunto: isto é normal ou realmente está na hora de eu trocar o kit embreagem? Outro pergunta: tem como lubrificar alguma coisa para melhorar?

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  82. Adelson,
    A única causa de embreagem dura é platô ("chapéu chinês") impregnado de pó (material) do disco resultante do desgaste natural. A solução prática e barata é desmontar a embreagem e lavar bem o platô. Se o disco de embreagem estive muito gasto, aproveitar para trocá-lo.

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  83. Bob, eu, Adelson de Nanuque, recebi a sua resposta e gostei muito. Conheci este Link ou sait (na verdade não sei como se chamar) a uns cinco dias atraz e fiquei encantado, pois muitas dúvidas que eu tinha pôde ser esclarecida com algumas respostas sua ao vizitantes do sait. Tenho desejo de me cadastrar mas o que siguinificada URL quando se vai cadastrar? Um abraço. Que o Senhor Jesus continue te abençoando.

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    Respostas
    1. Você informará a URL somente se você tiver um site (página na internet) seu mesmo, serve para divulgação.

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  84. Outra pergunta: a aceleração interina é a mesma "aceleradinha" que a gente usa pra arrancar o carro?

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  85. Rodolfo,
    Aceleração interina, ou aceleração intermediária, é a que se dá ao reduzir marcha, para quando se soltar a embreagem a rotação do motor seja a que corresponde à da marcha que foi engatada, desse modo evitando tranco. Mas essa aceleração nasceu da necessidade de reduzir marchas em câmbios não sincronizados, em que a acelerada com o pé fora da embreagem servia para igualar as rotações das engrenagens em vias de serem engatadas, que atendia tando essa necessidade quanto a citada antes, a de evitar tranco. Portanto, respondendo à sua pergunta, não se trata da aceleradinha para elevar a rotaçào do motor ao arrancar.

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  86. Saquei. Quando li, achei que se tratava da mesma técnica sendo utilizada em situações diferentes. Valeu, Bob.

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  87. Olá, gostei muito do texto! Eu tenho um gol GII que já está no segundo jogo de embreagem. Faz uns 40mil km que troquei. Ela começou a ficar dura há alguns meses, então troquei o cabo. Hoje senti que ela estava um pouco viscosa... Será que vou precisar trocar o conjunto todo? Eu não seguro o carro na embreagem/acelerador em ladeira, coloco sempre em em ponto morto quando parada... Obrigada!

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  88. Bob, muito boa a sua publicação, alias, como sempre.
    Uma pergunta / comentário:
    - Nas embreagens, o esforço de desacoplar e transmitido ao volante e consequentemente, aos mancais do motor. Um mancal absorve muito bem esforços radiais, mas, axiais, não tão bem. O filme de óleo quebra mais facilmente e é até complicado fazer um mancal "hidráulico" para estas cargas. Então, apesar de estar correto o fato de "pisar na embreagem" quando o veiculo está parado, principalmente por causa do câmbio, não estaria errado por causa dos esforço nos mancais do motor? Isto cria inclusive (pode criar) a tal folga longitudinal do virabrequim. Estou certo ou estou embasado em conceitos errados? Eu sempre tive o cuidado de acionar o pedal somente quando é realmente necessário e para mim, isto ocorre quando vou arrancar ou trocar uma marcha. É isto mesmo?

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  89. Muito boa a explicação sobre a função da embreagem e a sua correta utilização.

    Tenho um IDEA ELX 1.4 2008 e a dois meses começou a apresentar sinais de problemas na embreagem. Num primeiro momento eu minha esposa percebemos que o pedal ficou bem mais baixo e que era necessário mais força para no pedal para as trocas de marchas. Num segundo momento as trocas de marchas começaram a ficar mais difíceis, até que chegou o dia em que não era mais possível fazer trocas de marchas, pois o câmbio simplesmente travou.

    O carro foi levado a uma oficina em Suzano SP, precisou ficar lá para manutenção, na qual será realizada a troca do Kit de Embreagem. Custo do Kit: R$300,00 e a mão de obra: R$200,00.

    Marcos Ferreira

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